sábado, 28 de janeiro de 2017

Teatro Carlos Câmara ficou lotado, recebendo, neste sábado, 28/1, a Feira "Paratodos", com shows musicais e artistas do Festival Concreto grafitando as paredes do teatro


Este sábado, 28/1, foi dia de cores, sons, texturas e sabores no Teatro Carlos Câmara (TCC), equipamento da Secretaria da Cultura do Estado do Ceará (Secult). Com a realização da primeira edição da Feira Paratodos, que acontecerá mensalmente, o TCC se encheu de artes, artesanato, música, gastronomia, e de um grande público durante a tarde e a noite.
Mais de 20 expositores, entre artistas e artesãos com produtos em couro, cerâmica, crochê, frivolité, tricot, bordado e desenho receberam o público no Teatro desde cedo. A música ficou por conta da boa vibração do DJ Famoso e as apresentações de Erivan Produtos do Morro, Descendentes da Índia Piaba e da aguarda apresentação do Coral do IFCE, com seu novo espetáculo “Alucinação”, uma homenagem a Belchior.
Teatro com novas cores
Quem esteve no Teatro Carlos Câmara, conferiu também o live painting (pintura ao vivo) dos artistas Narcelio Grud, Rafael Limaverde, Diego Maia e Solrac, que deram novos tons e sensações ao pátio externo do TCC.
A ação aconteceu em parceria com o Concreto Festival Internacional de Arte Urbana, dando nova vida e emprestando múltiplos significados às paredes do teatro, localizado na Avenida Senador Pompeu, 454, Centro, contando com programação cultural permanente, com entrada franca, em parceria entre a Secult e o grupo Teatro Máquina, escolhido por meio de edital.

Produção artística em ação
Fernando Piancó, diretor do Teatro Carlos Câmara, destaca a proposta da Feira Paratodos. "Com a Feira, o público teve a oportunidade de conferir o trabalho de grandes artistas do Estado. Lembramos que mais edições vão acontecer no Teatro Carlos Câmara. Estamos de portas abertas para todo o público", ressalta Piancó.
Já Loreta Dialla, componente do grupo Teatro Máquina e uma das responsáveis pela produção da ocupação no Teatro Carlos Câmara, ressalta que ideia da programação é convidar a cidade a um encontro com o equipamento e com o próprio Centro, fora da correria cotidiana. “A feira é pra públicos de todas as idades”, explica. "Além da festa, a ideia é divulgar o que a cidade tem produzido em artes visuais, artesanato, música e gastronomia”.

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