quarta-feira, 24 de maio de 2017

“Interculturalidade crítica em arte e educação” é tema da 5ª Edição do Programa “Encontros Cultura e Pensamento”, que acontece no dia 26/5, das 9h às 12h, na Unilab - Campus da Liberdade


A Secretaria da Cultura do Estado do Ceará (Secult), através da Coordenadoria de Conhecimento e Formação, em parceria com a Universidade de Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab), realiza, no dia 26/5, a quinta edição do programa Encontros Cultura e Pensamento, no município de Redenção, no Campus da Liberdade da Unilab. Abordando o tema “Interculturalidade crítica em arte e educação”, o evento acontecerá a partir de 9h, dentro da programação da Semana África. O encontro é aberto ao público.

Estão programadas para esta edição do encontro duas atividades. A primeira delas, às 9h, é a oficina “Corporeidades africanas ancestrais com percussão e ritmos da Guiné-Bissau”, ministrada por com o professor e pesquisador em dança Rubéns Lopes e o músico e dançarino Trindade Gomes.

Em seguida, às 10h, acontece a Roda de Conversa “Interculturalidade crítica em arte e educação”, com educadores e alunos da Unilab, entre eles Manuel Casqueiro, Sandra Petit, Trindade Gomes, Rubéns Lopes, Deo Cardoso, Cláudia Pires, Patrícia Matos, Carlos Subuhana e Emyle Daltro.
Sobre o Programa

Inspirado em um programa criado, em 2005, pelo Ministério da Cultura, o ciclo de Encontros Cultura e Pensamento se propõe a circular por espaços do interior do Estado e da cidade de Fortaleza, tendo como objetivo discutir modos de fazer, conhecer e pensar arte e cultura em seus diversos aspectos, no que tange às tecnologias emergentes, às políticas públicas, às culturas juvenis, às intervenções urbanas, ao patrimônio, à educação e aos processos criativos. Os Encontros Cultura e Pensamento são uma realização da Secretaria da Cultura do Estado do Ceará (Secult), por meio da Coordenação de Conhecimento e Formação da Secretaria.

:: PROGRAMAÇÃO
* Oficina - 9h a 10h

Corporeidades africanas ancestrais com percussão e ritmos da Guiné-Bissau, com Rubéns Lopes e Trindade Gomes

* Roda de conversa - 10h a 12h

Interculturalidade crítica em arte e educação, com Manuel Casqueiro, Sandra Petit, Trindade Gomes, Rubéns Lopes, Deo Cardoso, Cláudia Pires, Patrícia Matos, Carlos Subuhana e Emyle Daltro.

Sobre os convidados:

► Carlos Subuhana
Moçambicano, concluiu o curso de graduação em Ciências Sociais no Instituto de Filosofia e Ciências Sociais (IFCS) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) em 1997. Obteve o grau de Mestre em Sociologia (com concentração em Antropologia) na mesma instituição em 2001, sob a orientação de Marco Antonio Gonçalves. Seu doutorado foi realizado no Programa de Pós-Graduação em Serviço Social da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) em 2005, sob orientação da antropóloga Myriam Moraes Lins de Barros. Em 2007 terminou um estágio de pós-doutoramento em Antropologia na Universidade de São Paulo (USP), sob a supervisão do Prof. Dr. Kabengele Munanga. Foi Bolsista de Desenvolvimento Científico e Tecnológico Regional (DCR) B (FUNCAP / CNPQ) na Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira - UNILAB, foi Professor Visitante Estrangeiro na UNILAB. É quadro efetivo (Professor Adjunto A) do Instituto de Humanidades e Letras - IHL/UNILAB, Coordenador de Políticas Afirmativas da Pró-Reitoria de Políticas Afirmativas e Estudantis (PROPAE/UNILAB), Pesquisador Associado do Centro de Lógica, Epistemologia e História da Ciência (CLE/UNICAMP); Pesquisador da Casa das Áfricas (Instituto cultural, de formação e de estudos sobre sociedades africanas) e membro fundador do SSIM - Southern Spaces in Mouvement. Em seu currículo os termos mais frequentes na contextualização da produção científica, tecnológica e artístico-cultural são Antropologia, Sociologia e Serviço Social, atuando principalmente nos seguintes temas: antropologia das populações afro-brasileiras, estudos africanos, ritual e seus simbolismos, políticas públicas, migração, relações internacionais.


► Claúdia Pires da Costa
Licenciada em Pedagogia e Especialista em Arte-Educação, a bailarina Cláudia Pires tem uma trajetória marcada pela passagem por diferentes companhias de dança da cidade bem como pela atuação na docência em dança nos diversos espaços formativos de Fortaleza. Concluiu pelo Instituto Dragão do Mar, através do Colégio de Dança do Ceará, o curso de Professor de Dança. Dirigiu o equipamento cultural Vila das Artes, escola de formação em artes da Prefeitura de Fortaleza, entre 2013 e 2016. Integrou o Conselho Municipal de Educação nos anos de 2013, 2014 e 2016 onde presidiu a Câmara de Ensino Fundamental. No ano de 2016 atuou como Conselheira no Conselho Municipal de Cultura de Fortaleza. Integrou a Câmara Setorial de Dança no Ministério da Cultura, onde também fez parte de bancas de seleção de prêmios nacionais. Criou e presidiu a Associação dos Bailarinos, Coreógrafos e Professores de Dança do Ceará (PRODANÇA) de 2003 a 2005. Representou a dança na Comissão de Análises de Projetos da Secretaria da Cultura do Estado do Ceará, onde também prestou serviços à Comissão Estadual de Incentivo à Cultura, ao Festival de Dança do Litoral Oeste, colaborando ainda como selecionadora de editais de fomento às artes. De 2003 à 2010 foi curadora e diretora artística do programa Circuladança da Bienal Internacional de Dança do Ceará. Coordena no Colégio 7 de Setembro os núcleos de dança, teatro e música. De 2009 à 2012 coordenou, em 20 escolas municipais, o Programa Dançando na Escola, realizado a partir de uma parceria entre Secretaria Municipal de Cultura de Fortaleza, através da Vila das Artes, e Secretaria Municipal de Educação.


► Émerson Deo Cardoso
Diretor e roteirista de cinema, realizou, em 2004, Level Orange, seu primeiro curta-metragem em película 16mm como exercício de mestrado em Belas Artes na Universidade de Ohio, Estados Unidos. Em 2013, após realizar documentários ligados à questões étnico-raciais e ambientais, volta à ficção com o curta Cappuccino com Canela, que foi homenageado com uma mostra especial no 13º Nóia: Festival Brasileiro de Cinema Universitário. Em 2016, lançou seu sexto curta-metragem de ficção, Do Lado de Cá, inscrito em diversos festivais nacionais e internacionais. No momento, Déo Cardoso está em pré-produção para seu primeiro filme de longa-metragem A Moça do Baobá, a ser lançado no final de 2017.


► Emyle Pompeu de Barros Daltro
Doutora em Arte contemporânea pela Universidade de Brasília (UnB), investiga modos de conexão entre diferentes materialidades/socialidades e as possibilidades de movimento, composição e aprendizagem que surgem com essas relações, acompanhadas em proposições artísticas e educacionais. É mestra em Estudos de Cultura Contemporânea pela Universidade Federal de Mato Grosso. Possui formação e atuação artística em Dança, é docente e coordenadora dos cursos de Licenciatura e Bacharelado em Dança da Universidade Federal do Ceará. Coordena o projeto de extensão Africanidades e interculturalidade crítica na formação em Dança e o projeto de pesquisa Arte, decolonialidade e invenção (ICA-UFC). Integra o Fórum de Educadores em Arte do Ceará e o Fórum de Dança do Ceará.


► Francisco Rubéns Lopes dos Santos
É artista, professor e pesquisador em dança formado pelo Curso Técnico em Dança do Ceará. Dançou na Cia dos Pés Grandes, na Cia de Dança Janne Ruth e na Decidedly Jazz Danceworks (Calgary/Canadá). Atualmente é diretor da Cia Anagrama (Fortaleza) e também graduando de Licenciatura em Dança na Universidade Federal do Ceará. Na área social Rubéns constrói o Movimento de Juventude Negra Kalunga e o Coletivo CREWolos. Sua pesquisa em dança trata das Práticas Negras e de como o corpo ancestral resiste as técnicas de dança. Nessa linha de pesquisa Rubéns estuda os gêneros Jazz, Dança Contemporânea e Ragga/Dancehall, bem como algumas danças ancestrais.


► Manuel do Carmo Casqueiro
Nasceu em Bissau, na ex-colônia portuguesa da Guiné, hoje República da Guiné-Bissau. Estudou no Liceu Honório Barreto, atualmente Kwame N´Krumah. É formado em Ciências Políticas e Administrativas pela Universidade de Luanda. Foi Instrutor militar das Milícias Populares ligadas à Organização da Defesa Popular (ODP) e membro do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA). Trabalhou como Assessor Técnico no Ministério da Planificação e Coordenação Econômica da República Popular de Angola. Dois anos após a Independência, por questões político-ideológicas exilou-se no Brasil. Publicou os livros “Muzungu Pululu – Homem Branco Transparente” e “A Lança de Nzambi”. Tem participações em revistas eletrônicas e em Coletâneas de Contos. Realiza palestras em Universidades e Colégios. É membro da Associação Cearense de Escritores, Acadêmico Honorário da Academia de Letras dos Municípios do Estado do Ceará, Sócio Honorário da Casa de Cultura Poeta Juvenal Galeno, fundador e presidente da Academia Afrocearense de Letras e ganhador do Prêmio Sankofa das Comunidades Quilombolas de Caucaia-CE. Mantém a nacionalidade guineense.


► Patrícia Pereira de Matos
Pedagoga que, com seu canto, encanta contando histórias de seus ancestrais. Especialista de Planejamento e Gestão Educacional, assessora pedagógica da Coordenadoria de Igualdade Racial de Fortaleza. Escritora de Literatura Infanto-Juvenil e pesquisadora do Núcleo de Africanidades Cearenses – NACE/UFC.


► Sandra Haydée Petit
Professora da Faculdade de Educação da Universidade Federal do Ceará. Tem experiência na área de Educação, com ênfase na Educação Popular e nas relações étnico-raciais (negros e índios), hoje dedicada essencialmente aos temas: sociopoética, cosmovisão africana educação afrodescendente, pretagogia. É coordenadora do NACE- Núcleo das Africanidades Cearenses. Falta confirmar se é só este texto mesmo - está confirmada a presença.


► Trindade Gomes Nanque
Filho de Paulo Gomes Nanque e Maria Ca. É estudante de Letras – Língua portuguesa da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (UNILAB). É percursionista e dançarino. Veio de uma família de músicos tradicionais, aprendeu a tocar e dançar com sete anos de idade com seus pais, irmão e irmãs. A primeira fase da iniciação em música e dança foi realizada com seu avô que foi seu mestre. Começou a conhecer os segredos do DJEMBÉ na aldeia de Biombo, onde foi educado, lá aprendia histórias e músicas. Com 12 anos de idade, tornou-se membro do Ballet Netos de Amizade e com 14 anos passou pelo Ballet Netos de Kansala. Com 16 anos integrou o Ballet Netos de Bandim e por último, integrou o Ballet Nacional da Guiné Bissau. É vencedor do Carnaval Nacional no ano de 2007 e 2009.

Sobre os convidados:

► Carlos Subuhana
Moçambicano, concluiu o curso de graduação em Ciências Sociais no Instituto de Filosofia e Ciências Sociais (IFCS) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) em 1997. Obteve o grau de Mestre em Sociologia (com concentração em Antropologia) na mesma instituição em 2001, sob a orientação de Marco Antonio Gonçalves. Seu doutorado foi realizado no Programa de Pós-Graduação em Serviço Social da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) em 2005, sob orientação da antropóloga Myriam Moraes Lins de Barros. Em 2007 terminou um estágio de pós-doutoramento em Antropologia na Universidade de São Paulo (USP), sob a supervisão do Prof. Dr. Kabengele Munanga. Foi Bolsista de Desenvolvimento Científico e Tecnológico Regional (DCR) B (FUNCAP / CNPQ) na Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira - UNILAB, foi Professor Visitante Estrangeiro na UNILAB. É quadro efetivo (Professor Adjunto A) do Instituto de Humanidades e Letras - IHL/UNILAB, Coordenador de Políticas Afirmativas da Pró-Reitoria de Políticas Afirmativas e Estudantis (PROPAE/UNILAB), Pesquisador Associado do Centro de Lógica, Epistemologia e História da Ciência (CLE/UNICAMP); Pesquisador da Casa das Áfricas (Instituto cultural, de formação e de estudos sobre sociedades africanas) e membro fundador do SSIM - Southern Spaces in Mouvement. Em seu currículo os termos mais frequentes na contextualização da produção científica, tecnológica e artístico-cultural são Antropologia, Sociologia e Serviço Social, atuando principalmente nos seguintes temas: antropologia das populações afro-brasileiras, estudos africanos, ritual e seus simbolismos, políticas públicas, migração, relações internacionais.


► Claúdia Pires da Costa
Licenciada em Pedagogia e Especialista em Arte-Educação, a bailarina Cláudia Pires tem uma trajetória marcada pela passagem por diferentes companhias de dança da cidade bem como pela atuação na docência em dança nos diversos espaços formativos de Fortaleza. Concluiu pelo Instituto Dragão do Mar, através do Colégio de Dança do Ceará, o curso de Professor de Dança. Dirigiu o equipamento cultural Vila das Artes, escola de formação em artes da Prefeitura de Fortaleza, entre 2013 e 2016. Integrou o Conselho Municipal de Educação nos anos de 2013, 2014 e 2016 onde presidiu a Câmara de Ensino Fundamental. No ano de 2016 atuou como Conselheira no Conselho Municipal de Cultura de Fortaleza. Integrou a Câmara Setorial de Dança no Ministério da Cultura, onde também fez parte de bancas de seleção de prêmios nacionais. Criou e presidiu a Associação dos Bailarinos, Coreógrafos e Professores de Dança do Ceará (PRODANÇA) de 2003 a 2005. Representou a dança na Comissão de Análises de Projetos da Secretaria da Cultura do Estado do Ceará, onde também prestou serviços à Comissão Estadual de Incentivo à Cultura, ao Festival de Dança do Litoral Oeste, colaborando ainda como selecionadora de editais de fomento às artes. De 2003 à 2010 foi curadora e diretora artística do programa Circuladança da Bienal Internacional de Dança do Ceará. Coordena no Colégio 7 de Setembro os núcleos de dança, teatro e música. De 2009 à 2012 coordenou, em 20 escolas municipais, o Programa Dançando na Escola, realizado a partir de uma parceria entre Secretaria Municipal de Cultura de Fortaleza, através da Vila das Artes, e Secretaria Municipal de Educação.


► Émerson Deo Cardoso
Diretor e roteirista de cinema, realizou, em 2004, Level Orange, seu primeiro curta-metragem em película 16mm como exercício de mestrado em Belas Artes na Universidade de Ohio, Estados Unidos. Em 2013, após realizar documentários ligados à questões étnico-raciais e ambientais, volta à ficção com o curta Cappuccino com Canela, que foi homenageado com uma mostra especial no 13º Nóia: Festival Brasileiro de Cinema Universitário. Em 2016, lançou seu sexto curta-metragem de ficção, Do Lado de Cá, inscrito em diversos festivais nacionais e internacionais. No momento, Déo Cardoso está em pré-produção para seu primeiro filme de longa-metragem A Moça do Baobá, a ser lançado no final de 2017.


► Emyle Pompeu de Barros Daltro
Doutora em Arte contemporânea pela Universidade de Brasília (UnB), investiga modos de conexão entre diferentes materialidades/socialidades e as possibilidades de movimento, composição e aprendizagem que surgem com essas relações, acompanhadas em proposições artísticas e educacionais. É mestra em Estudos de Cultura Contemporânea pela Universidade Federal de Mato Grosso. Possui formação e atuação artística em Dança, é docente e coordenadora dos cursos de Licenciatura e Bacharelado em Dança da Universidade Federal do Ceará. Coordena o projeto de extensão Africanidades e interculturalidade crítica na formação em Dança e o projeto de pesquisa Arte, decolonialidade e invenção (ICA-UFC). Integra o Fórum de Educadores em Arte do Ceará e o Fórum de Dança do Ceará.


► Francisco Rubéns Lopes dos Santos
É artista, professor e pesquisador em dança formado pelo Curso Técnico em Dança do Ceará. Dançou na Cia dos Pés Grandes, na Cia de Dança Janne Ruth e na Decidedly Jazz Danceworks (Calgary/Canadá). Atualmente é diretor da Cia Anagrama (Fortaleza) e também graduando de Licenciatura em Dança na Universidade Federal do Ceará. Na área social Rubéns constrói o Movimento de Juventude Negra Kalunga e o Coletivo CREWolos. Sua pesquisa em dança trata das Práticas Negras e de como o corpo ancestral resiste as técnicas de dança. Nessa linha de pesquisa Rubéns estuda os gêneros Jazz, Dança Contemporânea e Ragga/Dancehall, bem como algumas danças ancestrais.


► Manuel do Carmo Casqueiro
Nasceu em Bissau, na ex-colônia portuguesa da Guiné, hoje República da Guiné-Bissau. Estudou no Liceu Honório Barreto, atualmente Kwame N´Krumah. É formado em Ciências Políticas e Administrativas pela Universidade de Luanda. Foi Instrutor militar das Milícias Populares ligadas à Organização da Defesa Popular (ODP) e membro do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA). Trabalhou como Assessor Técnico no Ministério da Planificação e Coordenação Econômica da República Popular de Angola. Dois anos após a Independência, por questões político-ideológicas exilou-se no Brasil. Publicou os livros “Muzungu Pululu – Homem Branco Transparente” e “A Lança de Nzambi”. Tem participações em revistas eletrônicas e em Coletâneas de Contos. Realiza palestras em Universidades e Colégios. É membro da Associação Cearense de Escritores, Acadêmico Honorário da Academia de Letras dos Municípios do Estado do Ceará, Sócio Honorário da Casa de Cultura Poeta Juvenal Galeno, fundador e presidente da Academia Afrocearense de Letras e ganhador do Prêmio Sankofa das Comunidades Quilombolas de Caucaia-CE. Mantém a nacionalidade guineense.


► Patrícia Pereira de Matos
Pedagoga que, com seu canto, encanta contando histórias de seus ancestrais. Especialista de Planejamento e Gestão Educacional, assessora pedagógica da Coordenadoria de Igualdade Racial de Fortaleza. Escritora de Literatura Infanto-Juvenil e pesquisadora do Núcleo de Africanidades Cearenses – NACE/UFC.


► Sandra Haydée Petit
Professora da Faculdade de Educação da Universidade Federal do Ceará. Tem experiência na área de Educação, com ênfase na Educação Popular e nas relações étnico-raciais (negros e índios), hoje dedicada essencialmente aos temas: sociopoética, cosmovisão africana educação afrodescendente, pretagogia. É coordenadora do NACE- Núcleo das Africanidades Cearenses. Falta confirmar se é só este texto mesmo - está confirmada a presença.


► Trindade Gomes Nanque
Filho de Paulo Gomes Nanque e Maria Ca. É estudante de Letras – Língua portuguesa da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (UNILAB). É percursionista e dançarino. Veio de uma família de músicos tradicionais, aprendeu a tocar e dançar com sete anos de idade com seus pais, irmão e irmãs. A primeira fase da iniciação em música e dança foi realizada com seu avô que foi seu mestre. Começou a conhecer os segredos do DJEMBÉ na aldeia de Biombo, onde foi educado, lá aprendia histórias e músicas. Com 12 anos de idade, tornou-se membro do Ballet Netos de Amizade e com 14 anos passou pelo Ballet Netos de Kansala. Com 16 anos integrou o Ballet Netos de Bandim e por último, integrou o Ballet Nacional da Guiné Bissau. É vencedor do Carnaval Nacional no ano de 2007 e 2009.
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