sexta-feira, 23 de junho de 2017

Vivo apoia o Dia da Música e promove vários shows no Nordeste

Com patrocínio da Vivo e da Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura, a terceira edição do Dia da Música acontece no dia 24 de junho de 2017 e contará com 10 palcos na região nordeste do país. Serão mais de 50 shows gratuitos distribuídos entre Fortaleza, Natal, Salvador, Alagoas, João Pessoa, Teresina e Recife.

Em Fortaleza (CE), o Banana Records, selo voltado à música experimental, leva à orla da Praia de Iracema o noise sensível e lírico de Vitor Colares; a elogiada banda carioca Ventre, agraciada com o Prêmio de Incentivo à Circulação da Música RJ; a combinação instrumental de guitarras e sintetizadores do Astronauta Marinho; e a Casa de Velho, que une artes cênicas à música, que passa pela MPB, rock e jazz.

No Centro Cultural DoSol, em Natal (RN), tem noite promovida pela PWR Records, coletivo dedicado à divulgar o trabalho de mulheres na música. A banda Tertuliê abre a noite com seus melódicos experimentalismos. Depois, é a vez do duo instrumental pernambucano Maquiladora, e do pós-hardcore do Concílio de Trento. Para fechar, Chico de Barro com letras e vocais delicados que passeiam do emo à bossa-nova. Além dos shows, o palco realiza oficinas de instrumentos e a famosa jam das minas, incentivando a plateia a participar de sessões de improvisação com as artistas convidadas.

A capital baiana terá dois palcos apoiados pelo Dia da Música. No Rio Vermelho, o Sê-lo Netlabel, especializado em música experimental, promove uma noite sotero-carioca. Começa pelo grupo SeSenão, de Salvador, que faz uma música eletrônica vanguardista e irreverente; segue com o guitarrista e produtor carioca Bartolo,que já tocou com a Orquestra Imperial e outras figuras do Rio de Janeiro, mostrando seu trabalho de composição e improvisação com sintetizadores modulares. Outro representante do Rio é o grupo de improviso livre Biu. A noite termina com o trio baiano de art-rock Laia Gaiatta, com uma inusitada formação de guitarra, sintetizadores, percussão e fagote.
Ainda em Salvador, o Jam Music & Bar coloca o bairro de Cajazeiras no circuito cultural da cidade. O palco recebe o hip hop politizado do WWL Rap, que mostra o álbum #TinhaQueSerPreto; Don Rud, com seus riffs dançante; a Lúpulla, que equilibra o peso da guitarra com a leveza das letras; o rap do grupo Opanijé, que incorpora instrumentos percussivos, berimbaus e cânticos de candomblé para exaltar a ancestralidade africana; o power trio Ronco, de blues-rock; e a desbocada banda de rock Foda-se CIA ILTDA.

Seis shows bem diversos levantam o Centro Cultural Espaço Mundo, em João Pessoa (PB). Vai do rock pesado do Hazamat, passa pela Parahyba Ska Jazz Foundation, segue com a nova psicodelia nordestina da banda-fôrra, chega no reggae abrasileirado do Pedecoco, muda para o instrumental cheio de fuzz do Augustine Azul e termina com o rock-samba-soul do Vieira.

Em Maceió (AL), o Pub Fiction reúne três representantes da cena alagoana: a cumbia eletrônica do Marinado, o punk rock do Ximbra, as canções folk-MPB de Yo Soy Toño, além da banda pernambucana Projeto Sal, que faz um rock-canção com sintetizadores, guitarras cruas e beats eletrônicos.

Em Teresina (PI), o palco M.AR.THE - Mostra de Arte de Teresina ocupará o Espaço Cultural Noé Mendes, na UFPI, com sete shows, começando pelo metal direto e reto da banda OBTUS, seguido do stoner instrumental do VULGO GARBUS, o blues rock da CIDADE ESTÉRIL e o rock experimental ensurdecedor da maquinas. Depois, o clima muda com o reggae político e poético do FullReggae, o eletrônico pop/ trip-hop do Rieg e o Bravo fechando a noite com seus sintetizadores e rimas que vão do dub ao ragga de forma despretensiosa.

Com sua prolífica vida cultural, Recife (PE) tem três palcos apoiados no Dia da Música 2017. No Recife Antigo, o Rock na Calçada abre com um dos destaques da programação: Thiago Elniño, de Volta Redonda (RJ), faz hip hop com sonoridade afrolatina, vinda tanto da música jamaicana como dos batuques do candomblé. A atração seguinte é Bakamarte, que junta o forró tão característico de sua Campina Grande (PB) com o rock alternativo. Completam o palco duas bandas que trazem diferentes expressões do hardcore: a Ornot, de Natal (RN), e a local Saga HC. O hardcore, por sinal, também está presente no palco União Fest, com as bandas IcarusEmpire HCRetrieve Incerto HC. Na zona norte da cidade, o Nascedouro aposta nas manifestações culturais pernambucanas. O primeiro a subir ao palco é o cantor vctr, que transita entre a MPB e o rock. A Ilíada 1, banda formada em 2005, vem na sequência, com um rock pop de ares oitentistas. Para fechar, tanto a La Prece como a Café Tinto colocam o público para dançar com brasilidades e suíngue.

Circuito não apoiado
O palco Dubliners Irish Pub, em Salvador, que ano passado fez parte do circuito apoiado, apresentará quatro artistas que vão da música eletrônica ao rock instrumental. São três bandas da cidade: Aurata, Astralplane, Soft Porn e uma de Brasília: Tertulia na lua.

As ruas do Recife Antigo serão tomadas por mais três palcos, além do apoiado Rock na Calçada, com uma extensa programação cheia de sons regionais, experimentais, metal, jazz e indie rock: o Cubo8 Festival,Burburinho (Palco Cena Recife) na Rua Tomazina; e na Vigário Tenório, o palco Fusão Cena 8.

Vivo incentiva a cultura
O Dia da Música conta com o patrocínio da Vivo pelo terceiro ano consecutivo e é um dos destaques entre os projetos incentivados pela operadora. No ano passado, o projeto foi vencedor do Prêmio Vivo Música que Transforma. A Vivo protagoniza e apoia iniciativas pautadas na formação musical para jovens, na democratização do acesso à música e ao teatro, com ingresso solidário ou de baixo custo e também em iniciativas que utilizam mecanismos digitais como ferramenta para o desenvolvimento cultural e social.

Veja a programação completa em: www.diadamusica.com.br
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