quarta-feira, 12 de julho de 2017

Começam em Fortaleza as gravações do Filme “Bate Coração”, novo longa da Estação Luz Filmes


Trazer uma visão bem-humorada para um tema de grande relevância social e cujos números têm demonstrado crescimento, mas ainda abaixo do ideal. A comédia de costumes "Bate Coração", novo projeto em longa-metragem da Estação Luz Filmes, com direção de Glauber Filho e distribuição da Downtown Filmes, trata com seriedade o enredo onde o ponto central da trama gira em torno de um transplante de coração. E, com isso, a produção abre espaço para um saudável debate com leveza a respeito da conscientização ​para a doação de órgãos ​como forma de melhorar a realidade dos transplantes no País​ e salvar vidas. As gravações do filme começaram nesta segunda-feira (10), com locações em Fortaleza, e seguem até o dia 20 de agosto.

​As filmagens de "Bate Coração" irão envolver ao longo desse período cerca de 300 pessoas diretamente e mais de 1.000 indiretamente, proporcionando à ​capital cearense uma visibilidade nacional e um período de bastante movimentação, ​com locações sendo feitas em tanto espaços fechados (apartamentos particulares e estabelecimentos comerciais) ​quanto em espaços públicos (praças e ruas).​ "Trouxemos a experiência de mais de uma década de produções da Estação Luz Filmes para produzir um filme de grande qualidade técnica, mas também com uma narrativa contemporânea e consciente do papel de todos em um tema que pode fazer a diferença na vida de muitas pessoas", explica Sidney Girão, diretor da Estação Luz Filmes.


​"Bate Coração" retrata de forma leve e engraçada questões pertinentes à sociedade atual, como o próprio transplante e ​a ​doação d​e órgãos, a dignidade e o respeito às diversidades, os valores de cada cidadão em meio à carreira e a vida de trabalho agitada de hoje em dia. A previsão de estreia do filme é durante o primeiro semestre de 2018. “O Ministério da Saúde divulgou que o número de doadores efetivos de órgãos bateu recorde e chegou a quase 3 mil em 2016, com uma alta de 13% só nos transplantes de coração, com 357 procedimentos. O Brasil está evoluindo bastante, mas ainda há muita gente que morre nas filas de espera, enquanto inúmeras famílias barram o procedimento ou pelo sofrimento gerado no momento ou pelo desconhecimento da vontade da vítima em doar seus órgãos”, afirma Girão.
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