sexta-feira, 14 de julho de 2017

O Mi – 13º Festival Música da Ibiapaba abraça as sonoridades contemporâneas e promove uma programação ampla e democrática para todos os públicos

O Mi – 13º Festival Música da Ibiapaba abraça as sonoridades contemporâneas e promove uma programação ampla e democrática para todos os públicos

De 22 a 29 de julho, Viçosa do Ceará vive e respira música, com uma série de atividades de formação para jovens e veteranos instrumentistas, além de shows de grandes artistas da nossa música


O Festival Música da Ibiapaba chega à 13ª edição cheio de novidades, mas sem abrir mão do pioneirismo de promover a formação cultural de músicos e instrumentistas, além de uma programação artística inspiradora e acessível para todos os públicos. Considerado uma referência no calendário cultural do Estado e uma das principais ações de interiorização da política cultural, o “Mi”, como está sendo chamado, acontece de 22 a 29 de julho e se aproxima das sonoridades contemporâneas, como forma de apresentar a multipluralidadade de sons e ritmos do Ceará e de todo o Brasil.

Realizado pelo Governo do Estado do Ceará, por meio da Secult e do Instituto Dragão do Mar, em parceria com a Secretaria da Educação, o “Mi” traz nesta edição mais diversidade em toda a sua programação. Durante oito dias, Viçosa do Ceará vai receber uma série de atividades de formação para jovens e veteranos músicos, no total de 30 oficinas e workshops, ministrados por um time de professores de diversas partes do País, como Aparecida Silvino (CE), Heriberto Porto (CE), Gilvando Pereira (PB), Miquéias dos Santos (CE) e Misael da Hora (RJ). Com 800 inscrições recebidas, o evento oferece 600 vagas para as oficinas, 400 destinando-se a estudante da rede pública estadual e 200 ao público em geral como uma oportunidade única para a troca de ideias, experiência e saberes, em que o talento e o conhecimento se misturam a enorme vontade de aprender.
O secretário da cultura do Estado, Fabiano dos Santos Piúba, comenta o novo momento do evento. “A identidade do festival é a formação. O Festival Música da Ibiapaba traz em sua gênese a formação. Essa identidade se mantém e se renova, mas estamos buscando novas dimensões, estabelecendo conexões do Festival com a música em suas vertentes erudita, popular e contemporânea e de como isso se traduz em sua programação. Estamos falando de um festival que existe desde 2004 e que precisa passar por uma ressignificação, seja no seu conceito, na sua programação artística e na conexão com outros setores das artes, da economia da cultura, do turismo, da artesania, da gastronomia e com o próprio patrimônio cultural da cidade de Viçosa do Ceará e da região da Ibiapaba”, diz.
O secretário da cultura do Estado, Fabiano dos Santos Piúba, comenta o novo momento do evento. “A identidade do festival é a formação. O Festival Música da Ibiapaba traz em sua gênese a formação. Essa identidade se mantém e se renova, mas estamos buscando novas dimensões, estabelecendo conexões do Festival com a música em suas vertentes erudita, popular e contemporânea e de como isso se traduz em sua programação. Estamos falando de um festival que existe desde 2004 e que precisa passar por uma ressignificação, seja no seu conceito, na sua programação artística e na conexão com outros setores das artes, da economia da cultura, do turismo, da artesania, da gastronomia e com o próprio patrimônio cultural da cidade de Viçosa do Ceará e da região da Ibiapaba”, diz.O secretário da cultura do Estado, Fabiano dos Santos Piúba, comenta o novo momento do evento. “A identidade do festival é a formação. O Festival Música da Ibiapaba traz em sua gênese a formação. Essa identidade se mantém e se renova, mas estamos buscando novas dimensões, estabelecendo conexões do Festival com a música em suas vertentes erudita, popular e contemporânea e de como isso se traduz em sua programação. Estamos falando de um festival que existe desde 2004 e que precisa passar por uma ressignificação, seja no seu conceito, na sua programação artística e na conexão com outros setores das artes, da economia da cultura, do turismo, da artesania, da gastronomia e com o próprio patrimônio cultural da cidade de Viçosa do Ceará e da região da Ibiapaba”, diz.O secretário da cultura do Estado, Fabiano dos Santos Piúba, comenta o novo momento do evento. “A identidade do festival é a formação. O Festival Música da Ibiapaba traz em sua gênese a formação. Essa identidade se mantém e se renova, mas estamos buscando novas dimensões, estabelecendo conexões do Festival com a música em suas vertentes erudita, popular e contemporânea e de como isso se traduz em sua programação. Estamos falando de um festival que existe desde 2004 e que precisa passar por uma ressignificação, seja no seu conceito, na sua programação artística e na conexão com outros setores das artes, da economia da cultura, do turismo, da artesania, da gastronomia e com o próprio patrimônio cultural da cidade de Viçosa do Ceará e da região da Ibiapaba”, diz.O secretário da cultura do Estado, Fabiano dos Santos Piúba, comenta o novo momento do evento. “A identidade do festival é a formação. O Festival Música da Ibiapaba traz em sua gênese a formação. Essa identidade se mantém e se renova, mas estamos buscando novas dimensões, estabelecendo conexões do Festival com a música em suas vertentes erudita, popular e contemporânea e de como isso se traduz em sua programação. Estamos falando de um festival que existe desde 2004 e que precisa passar por uma ressignificação, seja no seu conceito, na sua programação artística e na conexão com outros setores das artes, da economia da cultura, do turismo, da artesania, da gastronomia e com o próprio patrimônio cultural da cidade de Viçosa do Ceará e da região da Ibiapaba”, diz.

Segundo a coordenadora de artes e diversidade cultural da Secult, Valéria Cordeiro, um aspecto importante do “Mi” em 2017 é a introdução de discussões voltadas para a experiência e a inserção no mercado. “Além do talento, de ter uma formação estruturada, como o músico pode entrar no mercado, de que outras formas? Vamos discutir as várias possibilidades de inserção desse músico, trazendo inclusive o diálogo dos mestres da cultura com os profissionais que atuam no mercado e que estarão no festival”, diz. As políticas públicas de cultura voltadas para a música também entram na programação do festival, com o Encontro Estadual de Regentes de Bandas e o Encontro Setorial da Música, que deve reunir o fórum estadual e os representantes das entidades ligadas ao setor.

Paulo Linhares, presidente do Instituto Dragão do Mar, lembra que, com o novo formato, o Festival amplia seu alcance. “As experiências estéticas, que vão desde a música erudita, passando pela instrumental, às raízes populares, essa fusão de experiências, fundamental para a formação, ganha agora também uma potência de difusão”, explica.Paulo Linhares, presidente do Instituto Dragão do Mar, lembra que, com o novo formato, o Festival amplia seu alcance. “As experiências estéticas, que vão desde a música erudita, passando pela instrumental, às raízes populares, essa fusão de experiências, fundamental para a formação, ganha agora também uma potência de difusão”, explica.Paulo Linhares, presidente do Instituto Dragão do Mar, lembra que, com o novo formato, o Festival amplia seu alcance. “As experiências estéticas, que vão desde a música erudita, passando pela instrumental, às raízes populares, essa fusão de experiências, fundamental para a formação, ganha agora também uma potência de difusão”, explica.



Programação artística

Contemplando os tons abordados pelo evento, a programação artística do Mi reflete esse mix do erudito com o contemporâneo, passando ainda pela música popular. Durante todos os dias do evento, Viçosa do Ceará recebe atrações que traduzem bem o que temos de melhor, entre jovens e experientes artistas, locais e nacionais, que transmitem emoção e muita personalidade em suas belas melodias.

Cristiano Pinho abre a programação do Festival, com sua guitarra, retornando ao cenário de Viçosa, sua cidade Natal, seguido da apresentação do Spok Quinteto, diretamente de Pernambuco. Conectando patrimônio e cultura, o emocionante show de Amaro Freitas Trio, dentro da Igreja da Matriz de Nossa Senhora. O bandolinista e compositor Hamilton de Holanda também é uma das atrações confirmadas do Festival, assim como Daniel Ganjaman, que promete fazer um show cheio de swing e recheado de participações especiais.

A banda Por um Trio e os músicos Marcio Resende, Miquéias dos Santos e Thiago Almeida levam para os palcos do Mi o que há de melhor na música instrumental cearense, em uma animada Jam com alunos das oficinas formativas. Já o Projeto Rivera, Casa de Velho, Procurando Kalu e Flor Amorosa, que traduzem tão bem o espírito transformador, criativo e ousado do cenário atual da música independente no Ceará, também vão se apresentar no Festival. Além disso, a programação artística do Mi busca valorizar a música e a cultura local, a partir de shows de grupos da região de Ibiapaba e Mestres da Cultura. Música de qualidade para todos os gostos e estilos.


Curadoria

Para abraçar todos os timbres e vibrações do eixo formativo, o “Mi” buscou um trio experiente que soma expertises e experiências e que reverbera por todo o evento: Alfredo Barros (PE), Amilson Godoy (SP) e Daniel Ganjaman (SP). A escolha dos três curadores também é um reflexo do novo posicionamento do Festival, cada vez mais aberto para todos os tipos de sons e ritmos.

O professor e maestro da Orquestra Sinfônica da Universidade Estadual do Ceará (OSUECE), Alfredo Barros, acompanha de perto o cenário da formação musical no Estado, especialmente a erudita, mas conjuga esse trabalho com um olhar também voltado para as tradições populares.

Já o maestro Amilson Godoy traz consigo a experiência da música popular brasileira com o tratamento elaborado da música erudita. Tendo participado do grupo Bossa Jazz Trio, na década de 1960, e criado o Grupo Medusa, um dos ícones do instrumental brasileiro, ele é o regente da Orquestra Sinfônica Arte Viva. Surgida em 1996, a orquestra leva a diversas cidades releituras da música popular brasileira, em parceria com grandes artistas nacionais.

O músico, arranjador e produtor Daniel Ganjaman é um dos formuladores da música contemporânea brasileira. É ele o responsável pela produção de alguns dos melhores discos dos últimos anos, de artistas como Criolo, Céu, Sabotage, BaianaSystem, entre outros.

Patrono

A genialidade, o talento e o legado do maestro Alberto Nepomuceno serviram de inspiração para toda a programação do 13º Mi. Não por acaso, este grande artista cearense foi escolhido como o patrono do evento este ano. Compositor, organista, pianista e regente, Nepomuceno soube com ninguém trazer elementos da cultura popular para a música erudita, aproximando-a cada vez mais das pessoas. E é justamente esse o legado que a Festival Música na Ibiapaba já vem deixando ao longo de 13 edições.

Mi Gastronomia e Produtos da Serra

A programação de Gastronomia foi pensada para contar as histórias da Serra Grande por meio das tradições e riquezas culturais, em suas mais diferentes formas. Surgindo como uma atração à parte do já renomado Festival, o Mi Gastronomia e Produtos da Serra vai buscar nas várias cidades da região, como Ipu, Tianguá e Ubajara, representantes da gastronomia e do artesanato local, que refletem tão bem o modo de viver, de entender a terra e dela tirar a matéria prima para viver. Assim, o evento vai levar os saberes, os produtos e as tantas histórias de sua população que, tão gentilmente, costuma compartilhar com todos aqueles que visitam a região. São licores, peças em cerâmica, doces caseiros, cachaças, a famosa peta, bolos, cestos, mel, entre outros. No Mi Gastronomia e Produtos da Serra, tem um pouco de tudo de melhor na Serra Grande e como cenário de tantas delícias e de tanta riqueza cultural.


SERVIÇO:
Festival Música da Ibiapaba (Mi)
Período: 22 a 29 de julho
Local: Viçosa do Ceará



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