segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Sindjorce se solidariza com Jornalistas demitidos no SVM e coloca assessoria jurídica à disposição

A diretoria do Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado do Ceará (Sindjorce) se solidariza com os colegas demitidos nesta segunda-feira (13/11) no Sistema Verdes Mares (SVM). Informações dão conta de que entre 7 e 10 jornalistas tenham sido dispensados sem justa causa da Rádio Verdes Mares e TV Diário. O caso acontece somente três dias depois de passar a vigorar a Lei 13.467/2017, que desde sábado (11/11) trouxe profundas transformações na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), destruindo garantias históricas da Classe Trabalhadora do país.
Procurado, o Departamento Pessoal do SVM se negou a informar a quantidade e os nomes dos demitidos. O Sindjorce solicitou mediação para o caso da dispensa em massa dos trabalhadores, a fim de reduzir o número de dispensas e negociar condições menos prejudiciais aos jornalistas. O que também foi negado pela empresa.
A facilitação do processo de demissão é uma das principais mudanças da contrarreforma. Em novo artigo, ficam autorizas dispensas coletivas sem negociação com sindicatos.
O Sindicato tentou incluir nas Convenções Coletivas de Trabalho – tanto de mídia impressa como de mídia eletrônica – novas cláusulas que preservassem direitos que seriam atingidos com a Reforma Trabalhista. Uma delas a que institui comissões para tratar de demissões coletivas.
A principal orientação do Sindjorce para os profissionais afetados é de não assinem nenhum documento sem passar pela assessoria jurídica da entidade laboral. O Sindicato solicita que o jornalista afetado ligue para (85) 3272.2966 (em horário comercial) ou envie mensagem pelo celular/Whatsapp (85) 98970.8634, pelo e-mail sindjorce@sindjorce.org.br ou pela fan page da entidade (facebook.com/sindjorce). Desta forma, a organização sindical poderá prestar todo apoio e orientação necessários ao profissional.
Por fim, o Sindicato repudia a forma como as empresas de comunicação do Ceará tratam seus profissionais, que são desvalorizados, precarizados e atacados. Ao mesmo tempo, denuncia que os donos da mídia foram patrocinadores e são também os primeiros a usufruir do receituário do golpe trabalhista.
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