sábado, 3 de fevereiro de 2018

Carnaval - “Doença do beijo”: mais de dois milhões de infectados por ano no Brasil

A mononucleose é mais comum do que se imagina e se potencializa, principalmente, no período do carnaval
Uma doença que pouca gente dá a devida importância, mas que tem um risco a saúde elevado. Esta é a mononucleose, a popular “doença do beijo”. Transmitida através da saliva, ela é, segundo o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), componente da família do vírus da herpes. São notificados mais de dois milhões de infecções por ano e o quadro se torna mais frequente justamente neste período do ano, o Carnaval.
Nas festividades, além de curtir a música, confraternizar com os amigos e dançar bastante, a paquera faz parte da diversão carnavalesca. É muito comum que os solteiros troquem beijos, muitas vezes com pessoas, até então, desconhecidas, e esse é o fator que potencializa o número de casos.
O vírus causador da Mononucleose Infecciosa, o Epstein-Barr, é transmitido diretamente através de fluidos, principalmente a saliva. "Além dessa forma de transmissão, apesar de ser bem raro, devido o baixo tempo de vida do vírus quando exposto a condições naturais, a doença pode ser transmitida também pela exposição a tosses e espirros, bem como no compartilhamento de talheres e demais objetos do tipo, como copos e colheres e garfos mal lavados", detalha o Dr. João Paulo Bastos, médico otorrinolaringologista e presidente da Cooperativa dos Otorrinolaringologista do Ceará (Coorlece).


Conforme o médico, a infecção do vírus se dá da seguinte forma: ele invade as células que revestem a garganta, principalmente, e o nariz, em alguns casos, afetando os linfócitos B (glóbulos brancos responsáveis pela produção de anticorpos). A mononucleose provoca sintomas como febre alta, dor e inflamação da garganta. Embora a mononucleose não tenha um tratamento específico, tem cura e desaparece após uma ou duas semanas. "O tratamento recomendado inclui repouso, ingestão de líquidos e uso de remédios para aliviar os sintomas. Contudo, depois de ser contaminado pela primeira vez, o corpo produz anticorpos específicos para se defender da doença.” completou o Dr. João Paulo.

Coorlece

Visando assegurar o exercício qualificado da medicina, proteger profissionais contra medidas abusivas e propiciar a entrada de novos médicos num mercado de trabalho com condições mais favoráveis, a Cooperativa dos Otorrinolaringologistas do Ceará (Coorlece), a maior cooperadora deste segmento no Brasil, viabiliza, há 18 anos, a união entre a classe médica de otorrinolaringologia em todo o estado.

Aplicativo

A Cooperativa de Otorrinolaringologia do Estado do Ceará (Coorlece) disponibiliza o aplicativo “Otorrino Já”, uma maneira muito mais fácil e funcional de marcar uma consulta com otorrinolaringologistas. Você pode selecionar qual médico mais próximo de sua residência e marcar sua consulta imediatamente. O aplicativo está disponível para as plataformas iOS (https://goo.gl/qqadTy) e Android (https://goo.gl/SYoCbw)
Serviço
Aplicativo OtorrinoJÁ
Marque sua consulta de imediato em poucos cliques. Baixe o App e encontre o médico mais perto de você. iOS: https://goo.gl/qqadTy | Android: https://goo.gl/SYoCbw
Coorlece - Cooperativa de Otorrinolaringologia do Estado do Ceará
Fone: (85) 3264.9729
Horário de funcionamento: segunda à sexta, de 8h às 17h

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