quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

TJA traz programação gratuita especial, nesta sexta, 17/2, em alusão ao aniversário do Theatro 

A cada dia 17, o Theatro José de Alencar (TJA), equipamento da Secretaria da Cultura do Estado do Ceará (Secult), traz uma programação especial gratuita, em alusão à data de seu aniversário. Nesta sexta-feira, 17/2, o TJA recebe muita música e espetáculos teatrais, com apresentações de vários grupos e artistas cearenses, a partir de 16h. O cantor e compositor Pedro Frota apresenta suas mais novas canções, seguido por um show solo do pianista Thiago Almeida e pela apresentação de dois espetáculos cênicos: Anatomia das Coisas Encalhadas, com Silvia Moura, e  "Os Miseráveis:O Olho da Máquina", do Grupo Formosura de Teatro.

A programação tem início às 16h, na calçada do TJA, com o show do cantor e compositor Pedro Frota. Inspirado nos ensinamentos do multi-instrumentista Hermeto Pascal, Pedro está lançando composições próprias, resultado de processos criativos intimistas. O trabalho do artista tem direção musical do pianista Thiago Almeida, que se apresenta em seguida, às 17h, no foyer do Theatro.

O pianista Thiago Almeida, um dos mais inovadores artistas da cena cearense, nacionalmente admirado entre os músicos, apresenta um espetáculo diferente. No show “Piano Solo Adubo e Florestas”, o artista convida o público para conferir composições feitas na hora, improvisadas de acordo com a atmosfera, o momento, a energia do público e a sensibilidade deste pianista, a partir do livro “Retrato do Artista quando Coisa”, do poeta Manoel de Barros.

Já às 18h, acontece a tradicional Hora do Ângelus, com a participação de alunos da Escola de Canto Maninha Motta. Às 18h15, a bailarina e coreógrafa cearense Sílvia Moura apresenta o espetáculo Anatomia das Coisas Encalhadas, um solo que traz à tona uma reflexão acerca das relações pessoais com aquilo que se guarda ou se descarta. 

Por fim, o Grupo Formosura de Teatro apresenta o espetáculo "Os Miseráveis:O Olho da Máquina", às 19h30.  Baseado no romance de Victor Hugo, o espetáculo é o resultado de pesquisa do grupo sobre o boneco geminado em parceira com o bonequeiro Duda Paiva, na III edição do Laboratório de Pesquisa Teatral da Porto Iracema das Artes. Em cena, três atores e três músicos constroem a metáfora cênica para mostrar o inferno das desigualdades sociais com bonecos geminados, que é uma técnica de manipulação onde a interação ator/personagem/boneco acontece de forma singular.
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