sábado, 27 de maio de 2017

Educação disruptiva trabalha um novo conceito de  ensino-aprendizagem


O mundo vive uma era totalmente tecnológica. É inimaginável supor a vida sem internet, wifi, computador. Com tudo isso, o volume de informações está cada vez maior. Sem contar que informação é um produto perecível, o que é novidade pela manhã, já virou notícia “velha” à tarde.

Para acompanhar tudo isso, sem o risco de se tornar obsoleta, a educação teve de se reinventar. Criando, dessa forma, um novo conceito, chamado de “educação disruptiva”. Aplicada ao ensino para adultos, a andragogia deve-se tornar, por consequência, Andragogia disruptiva.

A educação disruptiva é personalizada, customizada e adaptativa. “Você aprende somente aquilo de que necessita, porque o que já sabe é detectado. Você aprende pelas metodologias que trazem os melhores resultados, porque suas habilidades cognitivas são capturadas. Você faz um programa e suas avaliações só terminam quando domina totalmente o tema, não havendo conhecimento ou nota mínima, somente o aprendizado completo. O aprendizado não cessa quando você recebe o conhecimento, mas somente depois de aplicá-lo a um negócio com sucesso”, explica o presidente da Saint Paul Escola de Negócios, professor José Claudio Securato.

Muitas salas de aula de hoje ainda insistem no formato onde a atuação do professor se sobrepõe ao protagonismo de quem quer aprender. Escolas e universidades, ao que parece, estão no rol das grandes corporações lentas demais para inovar. Essa é a vantagem da educação disruptiva, como a implantada na Saint Paul Escola de Negócios, o aluno é a peça chave, tornando o ensino ágil, rápido e pronto para aproveitar as oportunidades.
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