sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Churchill é a dica do Cinema de Arte no Cinépolis do Rio Mar Fortaleza

SHOPPING RIOMAR

CHURCHLL,
de Jonathan Teplitzky

O HISTORIADOR ALEX VON TUNZELMAN FAZ REVELAÇÕES SOBRE A PERSONALIDADE DE WINSTON CHURCHILL NA VIBRANTE RECONSTITUIÇÃO HISTÓRICA DAS 96 HORAS QUE ANTECEDERAM A INVASÃO DA NORMANDIA PELOS ALIADOS

450 A
Brian Cox como Winston Churchill

MAIS DO QUE UM FILME DE GUERRA
Graeme Tuckett, Stuff/Reino Unido

ESTAMOS ENTRETIDOS E NOS INTERESSAMOS POR UM DOS MAIORES E MAIS IMPORTANTES EVENTOS DA HISTÓRIA MODERNA
Joseph Gamp, Metro/Reino Unido

Estreia, nesta 5ª feira, 05, no Cinema de Arte do Cinépolis RioMar Papicu, o drama de guerraCHURCHILL, terceiro trabalho do australiano Jonathan Teplitzky, conhecido por filmes como Entrando na Linha (2003), Burning Man (2011) e Uma Longa Viagem (2013). Rodado na Escócia com o modesto orçamento de US$ 10 milhões, condensa as 96 horas que antecederam a invasão da Normandia pelos Aliados e faz um perfil histórico e psicológico de Winston Churchill (1874-1965), em obra de estreia do historiador britânico Alex von Tunzelman, autor dos 16 capítulos da minissérie Médici: Masters of Florence(2016), inédita no Brasil.

ENREDO
Inglaterra, Junho de 1944: as forças Aliadas, um enorme exército, aguardam, no sul da Grã-Bretanha, a ordem para desembarcar nas praias da Normandia, França, reduto nazista, a ser liberada por Winston Churchill (Cox), Primeiro Ministro inglês. Mas ele hesita e reflete, porque, em 1915, levou ao massacre de milhares de soldados em Gallipoli, Turquia, o que, mesmo com o apoio de sua mulher, Clementine (Richardson), o levou à depressão. Além disso, está em choque com políticos aliados: o general dos EUA, Dwight D. Eisenhower (Slattery) e o britânico Marshall Bernard Law Montgomery (Wadham).

CINEMA DE Arte/CINÉPOLIS RIOMAR FORTALEZA – SALA 10
DE SEGUNDA A SEXTA-FEIRA – 19h30
SÁBADOS E DOMINGOS – 14h

A PALAVRA DE JONATHAN

A PERDA DE VIDAS [NA INVASÃO DE NORMANDIA] ERA MUITO MENOR DO QUE ELES ESPERAVAM. EU ACHO QUE UM PONTO DE VISTA CONSERVADOR É QUE A HISTÓRIA É PRETO E BRANCO, QUE HÁ UMA VISÃO CORRETA E UMA VISÃO ERRADA. MINHA VISÃO É QUE A HISTÓRIA É UMA SÉRIE DE PONTOS DE VISTA. A HISTÓRIA É UMA CIÊNCIA MUITO INEXATA. EU ACHO QUE VOCÊ PODE INTERPRETAR O FILME COMO UMA ALEGORIA PARA ENVELHECER E VER OS ERROS COMETIDOS QUANDO VOCÊ ERA JOVEM. VOCÊ NÃO QUER COMETER ESSES ERROS NOVAMENTE
Jonathan Teplitzky, cineasta
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A OPINIÃO DA CRÍTICA ESTRANGEIRA

EM ÚLTIMA ANÁLISE, ENTÃO, O FILME É SOBRE A DIFERENÇA ENTRE O HOMEM E O ÍCONE. O HOMEM QUE TESTEMUNHAMOS EM CLOSE-UP, GRITANDO COM SUA SECRETÁRIA HELEN (ELLA PURNELL) E SUBORDINADOS COM SALIVA QUE VOA DE SUA BOCA. O ÍCONE É APRESENTADO EM CENAS REFLEXIVAS, UMA FIGURA IMEDIATAMENTE RECONHECÍVEL COM UM CHAPÉU E UMA BENGALA MOSTRADOS EM SILHUETA CONTRA O CÉU OU UMA JANELA
Jonathan Pile, Empire/EUA

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CHURCHILL. REINO UNIDO/ESCÓCIA, 2017. Direção: JONATHAN TEPLITZKY. Com Brian Cox,  Miranda Richardson, Julian Wadham e John Slattery. 105 minutos. 14 anos
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