segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Festival Internacional Sete Sois Sete Luas acontece de 12 a 26 de novembro, em Fortaleza e Aquiraz com ações formativas, música e artes visuais; Marcos Lessa é uma das atrações


Festival Internacional Sete Sois Sete Luas (FSSSL), em sua 9ª edição no Brasil, será realizado em Fortaleza e Aquiraz, de 10 a 26 de novembro, com programação gratuita.  O evento, que é uma realização da Imaginário – Centro de Pesquisa e Difusão da Arte, com co-realização da Secretaria de Cultura de Aquiraz, conta com o patrocínio da Secretaria d Cultura do Estado do CearáFresenius Kabi3 CoraçõesEletra e com o apoio cultural da AcalEngenhocaHotel Santuário das ÁguiasQuitandas das Artes.
A programação em Fortaleza vai de 12 a 18 de novembro, de 8h às 18h, inicia com um dos artistas urbanos mais conhecidos do mundo:  o italiano Zed1, que fará uma intervenção artística urbana no Bairro Rodolfo Teófilo (Rua Padre Cícero , 400),  com temática ambiental, em muro cedido pela empresa ACAL e tem sequência de 22 a 26 de novembro com o Acidum Project. A ideia é fazer uma interação artística que possibilite a integração do artista internacional Zed 1 e o projeto cearense Acidum, em diálogo sobre a temática ambiental.
Como parte da ação, 50 voluntários da empresa se disponibilizaram para visitar jovens moradores do Bairro Rodolfo Teófilo, a fim de trabalhar a educação ambiental através da conscientização do direcionamento correto do lixo. Também serão distribuídas 2000 mudas em parceria com a SEUMA, para arborização do bairro.
A ação também prevê palestras de educação ambiental para crianças, nas escolas do entorno da lagoa do Porangabussu.
 Já em Aquiraz, as ações formativas nas linguagens musical e arte visual abrem programação na primeira capital do Ceará, no Centro Cultural Tapera das Artes (Rua Antônio Gomes dos Santos, S/N – Centro, Aquiraz). O multi-instrumentista italiano Mário Incudine, ministra workshop de violão para alunos de projetos musicais, incluindo os da Tapera das Artes, de 15 a 17 de novembro, de 14h às 18h.  Fernando França, artista cearense, também realiza workshop em artes visuais para alunos de luteria, de 20 a 24 de novembro, de 8h às e 13h às 17h.
No dia 18 de novembro, acontecem os espetáculos musicais, começando às 17h com o pocket show de artistas de Aquiraz. Seguindo a programação no Teatro da Tapera das Artes, tem o Grupo Catavento (Tapera das Artes – CE) com participação especial da cantora Juliana Lima (SP).
Marcos Lessa também se apresenta no festival com sua banda e convida a cantora Mel Mattos. E, encerrando, Mário Incudine (IT) traz toda sua essência musical que promete encantar a plateia. 
Todas as atividades do Festival Sete Sois Sete Luas são gratuitas.

Histórico do Festival no Ceará 
O projeto resulta, artisticamente, na troca de saberes e conhecimento estético, na democratização do acesso às diferentes camadas da população; na difusão da cultura de diferentes povos e regiões, na fruição entre artistas e plateia, além de proporcionar para as crianças e adolescentes de projetos sociais convidados Oficinas Formativas Internacionais de Música e Artes Plásticas, o que é chamado de Eclipse Criativo, proporcionando aos alunos de música o acesso às diversidades culturais.
A permanência do Estado do Ceará nessa Rede de Festivais, promovido pelo Centro de Pesquisa e Difusão da Arte – Imaginário, em parceria com a Tapera das Artes, estabelece significativos avanços no diálogo internacional para nosso país, através da difusão e promoção do Ceará em outros países, expõe e deflagra uma total sintonia e abertura para investimentos na área Cultural.
Em cada ano, a realização do Festival no Ceará, materializou o sentido de “pertencimento” da comunidade e o valor representativo do Ceará em escala nacional e internacional. Foram ações contínuas planejadas para benefício da cidade, em conexão com as diretrizes universais, que fazem desse intercâmbio um fortalecimento de identidades e propagação de ações culturais com grande participação de todos.
Vários artistas plásticos cearenses como Vando Figueiredo, Zé de Olavo, Marjorie e Carlos Macedo, Weaver Lima, Claudio Cesar, Sergio Heller, vivenciaram novos mercados culturais e exportaram seus trabalhos para outros países em virtude da Rede Sete Sóis Sete Luas. Neste ano de 2017 Lorena Nunes também foi convidada a participar artisticamente nos palcos internacionais do Festival

Sobre os Artistas Convidados da 9ª Edição do Festival Sete Sois Sete Luas - 2017
ARTES VISUAL E URNANA
ZED1 (IT)
Marco Burresi é um artista de rua italiano que é mais conhecido no mundo da arte como Zed1. Nascido em 1977 em Florença Toscana, a ZED1 começou a pintar paredes há cerca de 20 anos e é mais conhecida por seus murais de humanos com cabeça de ovo e criaturas curiosas que têm paredes ornamentadas de Amsterdã para Nova York.
O artista versátil consegue passar com facilidade desde a parede até a tela, desde o design gráfico até às principais marcas de roupas. Seu trabalho se destaca com uma interpretação única e provocativa de formas e paladar de cores encantadora e às vezes melancólica. Com o uso sábio da técnica de pulverização, dada uma experiência bem fundamentada, o ZED1 é capaz de obter tons harmoniosos como se fossem aquarelas, sua técnica pode ser repentina, espirrada, inacabada, bem como precisamente atenta aos detalhes. Seus personagens são encontrados para ter fios de cabelo perfeitamente definidos e textura decorativa em suas roupas. O portfólio recente de Marco é povoado por fantoches, duendes, palhaços e personagens imaginários que podem ser comparados aos de um conto de fadas; melancolia e reflexão são os mestres da atmosfera que ele pinta.
As obras de arte da Zed1 podem ser caracterizadas por uma boa dose de humor, um estilo muito singular e pessoal, suas figuras reconhecíveis, o uso da cor e o olho dele para detalhes. Por suas obras, ele diz que eles são um suco de suas experiências. Ele também gosta de desafiar e ele cria uma interação com o público. Através de um desenvolvimento constante e variado da técnica, seu estilo evolui de acordo com seu trabalho como escritor, o que o leva a pintar trens, paredes e superfícies de todos os tipos. Seguindo sua predileção por imagens, ele consegue criar um mundo de fantoches humanoides que, em sua ilimitada esterilidade, interagem com o mundo ao seu redor, evoluindo tanto no espaço quanto no tempo (como na recente "Segunda Pele"). Zed1 se move, através de uma bela dança de formas e cores, num surrealismo pós-moderno que, mesmo em seus traços mais irracionais, se refere a uma consciência clara, às vezes melancólica, às vezes extraordinariamente irônica.
Os números de Zed1 ganham vida porque cada um deles possui suas próprias caracterizações. Estes são aprimorados pela precisão pura e detalhes elaborados. Seus personagens são uma marionetes humanas, nas quais você pode encontrar detalhes como Bosch e Tim Burton. Ele não tem ídolos, mas ele respeita muitos artistas como Os Gemeos, Dome, Interesni Kazki e Blu.
Suas obras decoram paredes de todos os lugares que viajou como Itália, Bélgica, Holanda, Romênia, Espanha, Reino Unido, Noruega, Brasil ...

ACIDUM PROJECT (CE)
O Acidum é um projeto de coletivo nascido na cidade de Fortaleza-Ce, que vem realizando trabalhos referentes à Arte Urbana. Criado pelo artista Robézio (a.k.a AC/D1) em 2006. O projeto Acidum já realizou diversas proposta de ações e interações coletivas com outros artistas pelo Brasil, tendo fechado uma primeira fase de 5 anos de experiências com mais uma ação no suporte de uma publicação (livro/obra) intitulado de “Entregue às Moscas” em outubro de 2011 . Hoje as ações do Acidum seguem encabeçadas pelo casal Terezadequinta e Robézio, assumindo vários trânsitos e facetas de atuação. Além de ações colaborativas entre si e com outros artistas em projetos diversos. Seja com murais, design, fotografia, graffiti, Lambe-Lambe, Tatuagem, Stickers, Stencils, projetos áudio visuais ou exposições o coletivo deixa uma de suas marcas principais que é o experimentalismo e sua matriz de inspiração na arte urbana.
Em estruturas acessíveis ou inabitadas, o Acidum baseia fundamentalmente seu fazer 
artístico, subvertendo as noções de espaços reconhecidos como áreas estéreis, tanto no âmbito museológico como no baldio. Mencionando nestes espaços, possibilidades poéticas de atuação, seja pela arquitetura ou explorando o próprio peso simbólico que tais lugares carregam em seus campos de visualização e trânsito, criando micro-universos numa relação entre Obra-espaço-observador. As ações e construções criativas do Acidum têm como característica marcante seu repertório de seres obscuros, propagandas insanas, lendas urbanas, grafias desordenadas, cenários entorpecedores, elaborados a partir de um processo ritual de criação e produção.

FERNANDO FRANÇA (CE)
Fernando França é desenhista e pintor, mestre em literatura brasileira pela Universidade Federal do Ceará (UFC). Já participou de várias exposições e mostras coletivas, inclusive, na França e em Portugal. Entre os prêmios conquistados, está o 6º Prêmio CDL de Artes Plásticas (Fortaleza) e o 1º prêmio em pintura no III e no II Festival Universitário da Cultura, Museu de Arte da Universidade Federal do Ceará. Nos tempos de estudante de Letras da UFC, Fernando iniciou-se nas artes visuais, através de participação em mostras de festivais universitários no MAUC, como desenhista de histórias em quadrinhos.
HISTÓRICO
- Salão Sobral 2001, 1999, 1998 – Menção Honrosa (Sobral/CE Brasil);
- Salão de Abril, 2015, 2000, 1999, 1996, 1993 (Fortaleza/CE);
- 6° Prêmio CDL de Artes Plásticas (Fortaleza/CE);
- Concurso “Nossa Terra Nossa Arte” (Fortaleza/ Ceará) – 3° Prêmio;
- Salão Norman Rockwell do Desenho e da Gravura, IBEU Art Gallery, 1999, 1998, 1995 (Fortaleza/CE);
- I Bienal Multicultural do Maranhão Brasil 500 (São Luís/MA, 1999), “Mundo da Arte”;
- Espaço Cultural dos Correios (Rio de Janeiro/RJ), “São Francisco Andarilho”;
- Galeria Ofício (Natal/RN, 1997), Artist’s 97;
- Salão Nobre do Instituto Superior Técnico (Lisboa – Portugal), “Brasil a Cores”;
- Central do Brasil (Paris – França, 1997);
- Concurso Talento 97, 96, 93 (Fortaleza/CE), “Nalusofonia”;
- Palácio D. Manuel (Évora – Portugal, 1996);
- II Exposição Internacional de Artes Plásticas (Vendas Novas – Portugal, 1996);
- Galerie Friedenau (Berlim – Alemanha, 1996),
- Hotel Humbolt Muehle (Berlim – Alemanha, 1996), “Cores e Nomes”;
- I Mostra de Artes Plásticas da Assembleia Legislativa do Estado do Ceará (Fortaleza/CE, 1995);
- 1° prêmio em pintura no III e no II Festival Universitário da Cultura, Museu de Arte da Universidade Federal do Ceará – MAUC – (Fortaleza/CE, 1994, 1993) e 2° prêmio na primeira edição do respectivo Festival;
- Concurso Produto Final - 2° prêmio em pintura (Fortaleza/CE, 1991);
- Unifor Plástica (Fortaleza/CE, 1991, 1990);

MÚSICA
MÁRIO INCUDINE (IT)
Mario Incudine ( Enna , 2 de junho de 1981 ) é um cantor , ator teatral e multi instrumentista italiano. Sua primeira experiência artística é a participação no filme de Antonio Maddeo Vò Vò , filmado na Sicília no início da década de 1990 .
Então, ele se juntou à empresa de teatro Friends of the Theatre, com quem ele começou a se dirigir para os teatros da Itália , obtendo inúmeros prêmios como ator e autor de trilhas sonoras. Com a tampa e sinos de Luigi Pirandello , Mario ganhou o Anvil Award Finale 2004 Viterbo como o melhor show e melhor empresa, recebendo elogios da crítica pela originalidade da música.
Em 1996, ele fundou o grupo Janniscuru, com Franco Barbarino. Com o grupo em 2002, gravou o cd Un Natali di paci , que recolhe canções de Natal da tradição siciliana, e depois começa a tocar em várias localidades como cantor e músico (bandolim , bandolim , janor ).
Em 1999, ele fundou o trio Petri c'addumanu ("as pedras que se iluminam"), com o qual ele publica o álbum em forma de música , produzido pela cidade de Enna .
Em 2003, realizou um projeto solo com a criação do álbum Terra (raízes no futuro) produzido pela Região da Sicília , Departamento de Educação Pública e Patrimônio Cultural. Mario Incudine participa de inúmeros programas de TV em Rai 2 , Network 4 e Antenna Sicilia, também  faz parte do prestigiado grupo de música siciliano Taberna Mylaensis com quem jogou em turnê em Ulanna , IstambulMilão .
Em 2009, ele ganhou o 10º Festival da nova música siciliana e participou, no ano seguinte, da 11ª edição , ganhando o prêmio da crítica. Em 2011, é autor de música e intérprete do show de teatro Curri l'Aria, junto com as atrizes Elisa Di Dio e Nadia Trovato.
Em 2013, ele percebeu o videoclipe Li Culura escrito e dirigido por Davide Vigore. 

JULIANA LIMA (SP)
Natural de Santo André, ABC Paulisita, possui 6 CDs lançados. Artista promissora, com 20 anos de carreira e assina mais de 350 composições. Aos 10 anos em 1993 ingressou no conservatório M.O. Maia em Santo André onde estudou órgão popular. Em 1997, aos 14 anos, gravou o primeiro álbum intitulado "Procuro um amor".
Em 2002 ingressou no grupo vocal "Madrigal", onde desenvolveu e aprimorou técnicas vocais. Aos 18 anos gravou seu segundo CD: "Raios de Sol". Em 2004, gravou seu terceiro trabalho, "Tudo e mais".
Formou-se em Musicoterapia, em 2006, pela Faculdade Paulista de Artes. Ainda em 2006, passou a frequentar o Clube Caiubí (clube de compositores), projeto que contou com o apoio de Zé Rodrix, Ricardo Soares e Tavito. Junto com Rita Maria e outros compositores, ajudou a fundar as “Terças Autorais", (encontro de compositores em Santo André) no mesmo ano.
Em 2007, a cantora lançou o quarto CD, "O Dom". Esse trabalho caracterizou-se pela mistura de ritmos da música brasileira, baião, balada, samba e bossa nova, definindo assim as diversas influências recebidas pela artista desde a infância. A produção do álbum foi divida com Roger Carrer, produtor musical com experiência internacional e que já trabalhou com artistas como Belchior e Beto Barbosa.
Em 2009 é lançado o curta-metragem "Ópera de Arame", produzido pela Escola Livre de Cinema e Vídeo, em Santo André. A trilha sonora do filme conta com a música "Mesmo sem te ver", de autoria da cantora.
Em 2013 Juliana Lima lança o quinto álbum "Aquariana", produzido por Thiago Varzé, que vem se destacando no cenário da música popular brasileira, tendo trabalhado com artistas como Max Viana, Marcelo Mariano e Pedro Mariano.
 Em 2014 Juliana Lima se torna especialista em Gestão de Projetos Culturais pelo Celacc - USP (Universidade do Estado de São Paulo), grava o seu primeiro DVD e faz sua primeira turnê internacional na Argentina, passando pelas cidades de Buenos Aires e La Plata.
 Em 2015 realizou um projeto de financiamento coletivo através do Catarse e lançou o seu primeiro DVD. Em 2015 formou-se também em Produção Musical na EM&T (Escola de Música e Tecnologia).
 Entre novembro de 2015 e fevereiro de 2016 realizou a primeira Turnê na Europa, passando por cidades como Dublin,   Madrid,  Milão e Lisboa cantando um repertório autoral, além de muito samba e bossa nova.
Em 2017 completa 20 anos de carreira, lança o primeiro CD do Trio Beijo de Moça, seu projeto de Trio de forró pé de serra, e prepara-se para disponibilizar seus primeiros CDs nas plataformas digitais para o seu público. 

MARCOS LESSA (CE)
No final de 2013, o Brasil conheceu um novo cantor. Mais tarimbado do que sua juventude faz parecer à primeira vista. Tão técnico e consciente quanto contagiante e carismático. Uma voz cujo timbre, de tão belo e pessoal, só permite comparações com o afinco, o esmero e o respeito com que esse artista se dedica a sua profissão, seu talento, seu ser e fazer. Seu dom.
Marcos Lessa surgiu para o grande público através do programa “The Voice Brasil” e logo conquistou crítica e espectadores, demarcando claramente sua diferença. Em vez de agudos rascantes, repetições de tendências, ingredientes mesmos de uma mesma receita, a opção pela concisão. Pela elegância. Pelo estilo. Pelas notas certas, espontâneas, naturais. Múltiplas. Brasileiras.
As virtudes que o fizeram, em pouco tempo de carreira, conquistar as plateias de Fortaleza e angariar o respeito de instrumentistas, compositores, jornalistas, produtores, ouvintes, foram imediatamente reconhecidas em todo o País. Bastaram poucos minutos para que a cena musical nacional (re)conhecesse um de seus novos integrantes e lhe desse as boas-vindas. Tal qual Irene no céu, Marcos Lessa, com seu chapéu e seu sorriso e sua coragem desprovida de vaidades ou cerimônias, pôde entrar sem pedir licença. Foi acolhido por cada um que se viu surpreso e tocado pelo grave da voz de um Brasil oculto, berço de infindáveis surpresas musicais, que novamente deposita sobre um jovem artista bênçãos, alegrias e expectativas.


MEL MATTOS (CE)
Mel Mattos nasceu em Fortaleza e começou cedo na música, com forte influência de sua família que é extremamente musical, com destaque para a irmã Juliane Torres, que conseguiu visibilidade nacional no concurso Fama, da Rede Globo, em 2001.
Formada em Estilismo e Moda pela Universidade Federal do Ceará (UFC), a cantora abriu mão da profissão para se dedicar integralmente à música. Mas mesmo assim, a ligação  forte com a estética está presente em tudo que Mel faz, principalmente em seu mais recente trabalho, o Démodé?!.
Em suas primeiras experiências musicais numa banda de baile, onde experimentou vários estilos como pop, axé, samba e MPB, a essência da música brasileira já pulsava nas veias de Mel, definindo assim, sua trajetória no estilo que ia seguir. Hoje já é reconhecida no cenário musical como a voz feminina da MPB.
E não é que já são mais de vinte de anos de carreira?! Mel já tem 2 trabalhos autorais, O Retratista (2010) e Démodé?! (2016), cantou na noite de Fortaleza e São Paulo, participou de uma  banda de samba que  lhe trouxe seus primeiros contatos com grandes públicos, cantou em micaretas, casas de shows e carnavais, chegando a uma média de 80 shows por ano. Também teve uma banda pop chamada “As Bilutetéias”, que tocava o rock dos anos 80.
Tornou-se conhecida nacionalmente por ficar entre as oito finalistas do reality show Pop Star’s, no SBT, em 2003. Esta experiência proporcionou o amadurecimento da cantora, onde teve audições, aula de canto, dança, além de ser preparada artisticamente para a suas apresentações e workshops com Samuel Rosa, Daniela Mercury, Fernanda Abreu e Emmerson Nogueira.
O primeiro trabalho autoral de Mel (O Retratista), contou com participações memoráveis do saudoso Dominguinhos, de Waldonys, acordeonista de Marisa Monte, Manassés, entre outros. “O Retratista”, na região, serviu de referência para peças teatrais infantis, palestras, além de notas, capas em jornais locais e nacionais como, por exemplo, o Jornal do Brasil. Segundo o Jornal do Brasil, na coluna da Heloísa Tolipan, Mel Mattos é uma das apostas da MPB.
Tem também dois projetos paralelos: “Mel com Samba”, onde canta clássicos do samba em todos os seus estilos e  “Mel do Brasil”, com formações diferentes que viajam pela essência da música brasileira, cantando desde  Caetano a Reginaldo Rossi, com arranjos próprios e interpretações ora irônicas, ora dramáticas.
Mel abriu vários shows nacionais dentre eles Marcelo Jeneci, Vanderlee, Hyldon, Tunai, Dalto e outros.


SERVIÇO:
XIX FESTVAL INTERNACIONAL SETE SOIS SETE LUAS (12 A 26/11)
*FORTALEZA l AÇÕES FORMATIVAS l ARTE URBANA*

ZED1 
12 a 18 de novembro
ACIDUM PROJECT
22 a 26 de novembro
8h às 18h -  Ações formativas de arte urbana e educação ambiental com jovens moradores do Bairro Rodolfo Teófilo
8h às 18h - Intervenção artística com temática ambiental

AQUIRAZ l ESPETÁCULOS MUSICAIS
18 de novembro
PALCO EXTERNO
17h- Pocket show  
TEATRO TAPERA DAS ARTES
18h30– Grupo Catavento (Tapera das Artes – CE),
com participação especial Juliana Lima (SP)
19h30 – Marcos Lessa (CE) e banda, com participação especial de Mel Mattos (CE)
20h30 – Mário Incudine (IT)

AÇÕES FORMATIVAS
Local: Centro Cultural Tapera das Artes
15 a 17 de novembro
14h às 18h – Ação formativa em violão com Mario Incudine para alunos de projetos musicais
20 a 24  de novembro
08h as 12h e 13:00h às 17h – Ação formativa em artes visuais com Fernando França para alunos para alunos da Luteria.
*ACESSO GRATUITO

Informações:
Endereço: Centro Cultural e Teatro Tapera das Artes  l  R. Antônio Gomes dos Santos, s/n - Centro, Aquiraz - CE, 61700-000
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