quinta-feira, 29 de março de 2018

Deputada Gorete Pereira destaca convênio de R$ 153 milhões para saneamento em Maracanaú


A articulação da presidente estadual do PR, deputada federal Gorete Pereira junto ao Governo do Estado possibilitou a liberação de R$ 153 milhões para investimentos na rede de esgotamento sanitário e abastecimento de água em Maracanaú. Na noite desta quarta-feira (28/03), o governador Camilo Santana, o presidente da Cagece, Neurisangelo de Freitas, o prefeito Firmo Camurça, e o secretário de Infraestrura de Maracanaú,  Carlos Eduardo Borges Evangelista, assinaram contrato permitindo que a Cagece realize melhorias e redimensionamento das redes coletoras de esgoto e de água no município. Os recursos são oriundos de financiamento do Estado junto ao Banco do Nordeste (BNB).
“A obra é um dos maiores sonhos que Maracanaú tem e fundamental para a população. É uma obra social que vai assegurar saúde para os maracanauenses, pois saneamento é saúde Como deputada federal me sentia muito incomodada em andar nos bairros Jereissati 1 e 2, Novo Maracanaú e Centro, onde tem rede de saneamento da Cagece, e ver a população sofrendo, ilhada em dias de chuva, obrigada a conviver com água empossada”, ressaltou a deputada e presidente estadual do PR, que acompanhou a solenidade de assinatura do convênio.
Durante a assinatura do convênio, o governador agradeceu o esforço da deputada na concretização do acordo entre o Estado e a Prefeitura de Maracanaú, que resultou na assinatura do convênio. “Quero agradecer a Gorete pela determinação e empenho para a concretização desse momento. Ela não me deixou em paz enquanto não conseguiu acabar com o litigo e possibilitar a assinatura do convênio”.
 Também agradecido estava o prefeito de Maracanaú. “Estou feliz com este momento. Pedimos que a Gorete intercedesse e foi o que aconteceu. Agora teremos a oportunidade de reconstruir a rede sanitária, que é um bem para a cidade”, ressaltou Firmo Camurça.
LITIGIO
Com uma população de 223 mil habitantes, Maracanaú tem apenas 45% de rede coletora e 99% de cobertura de abastecimento de água, atendendo cerca de 100 mil pessoas. O baixo índice deve-se ao processo de judicialização envolvendo a Cagece, a Prefeitura e a empresa Águas de Maracanaú que impedia o Município de receber recursos federais e estaduais para saneamento básico. O problema começou em 2004 quando o Município privatizou o serviço e o Governo questionou a decisão na Justiça.
O litigio durou 13 anos e terminou em 2017 devido a intervenção da deputada federal que conseguiu o distrato envolvendo a empresa Águas de Maracanaú e a Cagece. A partir de então, iniciaram-se tratativas técnicas entre a Prefeitura e o Governo, que resultaram na elaboração de plano de investimento que previa investimento para saneamento a curto, médio e longo prazo.

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