sexta-feira, 9 de março de 2018

Programação Neurolinguística é ferramenta necessária para quem procura colocação no mercado

A economia finalmente retoma o oxigênio e aqueles que perderam emprego, finalmente podem vislumbrar com uma recolocação no mercado de trabalho. Porém, esse mercado exige cada vez mais qualificação e uma das ferramentas que pode contribuir para que o profissional se destaque entre os demais concorrentes é a Programação Neurolinguística (PNL).

A PNL é uma tecnologia que ajuda o indivíduo observar melhor os fatos que passam despercebidos no dia a dia. Ela dá ferramentas para que se possa acessar o inconsciente – onde estão retidas 95% das informações que assimilamos ao longo da vida – e transformar experiências passadas em conhecimentos para controlar os estados emocionais – alegria, raiva, tristeza, etc - a qualquer momento.

Dentre as habilidades que a PNL pode contribuir para os candidatos às vagas, são: usar frases e palavras estratégicas; colocar-se em uma postura de liderança; potencializar experiências positivas; melhorar a autoconfiança; aperfeiçoar as habilidades em comunicação, como tom de voz e linguagem corporal; dentre outras coisas. 

“O nosso cérebro é um órgão muito poderoso, por onde registramos tudo o que vemos, ouvimos, sentimos e até mesmo aquilo que nem notamos que prestamos atenção. É como uma esponja, que absorve tudo que está ao seu redor”, explica George Pinto, um dos nove trainers de Programação Neurolinguística do Brasil, formado pela The Society of NLP™ (USA) com Richard Bandler (criador da PNL).


Esse trabalho de autoconhecimento feito por meio da PNL ou também pela hipnose vai além das técnicas, é um processo que deve ser utilizado de forma prática no contexto diário. Está completamente relacionado com resultados no âmbito pessoal quanto profissional. São mudanças de hábitos e atitudes para se chegar exatamente onde se deseja.

“A PNL vai ajudar o indivíduo a ser, acima de tudo, um líder de si mesmo. Isso só é possível com estudos e técnicas de autoconhecimento”, finaliza George Pinto.

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