segunda-feira, 30 de abril de 2018

ESPETÁCULO "TITA & NIC" COMPLETA 20 ANOS COM APRESENTAÇÃO NO CINETEATRO SÃO LUIZ DE FORTALEZA! 5/5/2018 - 20H


20 ANOS

Após duas décadas de apresentações ininterruptas, a paródia cearense do filme hollywoodiano é hoje o espetáculo com mais tempo e cartaz da região Nordeste. Completando os 20 anos, Carri Costa e o elenco farão uma apresentação comemorativa no Cineteatro São Luiz, no dia 5 de maio, ás 20h.


Apresentação
A Diversidade cultural de um povo é uma de suas maiores riquezas, e o Ceará próspero em manifestações culturais, vem construindo sua identidade calcada na movimentação popular. Nossas fronteiras estão abertas a um horizonte de possibilidades de expressão e criação. Inserido nesse contexto, há 20 anos estreamos uma comédia que viria marcar muito a história das artes cênicas em nosso estado, se tornando a comédia mais assistida a mais tempo em cartaz no nordeste do pais. TITA E NIC
 Conseguimos com essa sátira inserir a cultura do bom humor cearense no universo brasileiro tornando-nos, pois, veículo de reorganização no imaginário geral, aquela ideia da gaiatice que remonta aos literatos e aos pioneiros do humor/moleque CEARENSE. Bem como, proporcionamos o estímulo à crescente troca de fazeres e saberes cômicos em nosso país.
Criamos um ambiente de divulgação da cultura do bom humor, através de temporadas desse espetáculo nessas últimas duas décadas, apresentamos nossa vocação para a comicidade com os elementos do nosso passado e presente moleque: Quintino Cunha, Paula Ney, Castorina, Gatos Pingados, Burra Preta, Chagas dos Carneiros; do presente moleque: Chico Anysio, Tom Cavalcante, Renato Aragão, Falcão, Tiririca; do presente do indicativo moleque: Ciro Santos, Zé Modesto, Lailtinho, Augusto Bonequeiro, Adamastor Pitaco, Rossicléa e do futuro moleque: molecada nova boa fuleiragem...
Confira aqui uma das 1855 apresentações do "Tita & Nic" em 2012


Conceito
“A Sátira é a arma do povo, a mais alta expressão da dúvida, a maior ajuda da razão"
(Dário fo)
 O que nos conceitua a partir dessa sátira nos dando norte é que nossas comédias têm como características comuns, indicar os absurdos do contemporâneo. De maneira sutil e inteligente. Elas agitam através da risada e são sempre relacionadas ao Brasil atual, mesmo que estejam falando de um acontecimento mundial.
A alegria por coisas incomuns, por situações de desequilíbrio, interrupções repentinas e coisas que não coincidem, dá corda a ação. Turbulência é mais importante do que probabilidade natural, por isso não são os personagens que determinam o decorrer da situação, mas as situações intrincadas em que eles se encontram. Nós brincamos com as possibilidades, e nossos heróis populares lutam com a malícia e a vontade de sobreviver do "louco" contra a perfídia dos fatos.
Os fatos dominam o desenvolvimento dos personagens que serão implicados na situação: um puxão na alavanca aciona um mecanismo paradóxico, aumenta-o, duplica-o, coloca-o em posição inversa, acelera-o, leva-o a explosão!
Fazer um "teatro de situações" significa representar uma história, não apresenta-la. Isso significa renunciar ao "drama" de uma única pessoa surgido dos problemas particulares e individuais de sua relação com outras, e em vez disso dedicar-se aos problemas de todos os outros dentro de um drama coletivo, problemas que surgem da "situação" de um conflito dialético das relações e explodem nela. Produzimos um teatro de atores. Ao lado de diálogos entre os personagens, oferecemos uma grande liberdade de improvisação. Esta arte que todos os membros da CIA CEARENSE DE MOLECAGEM usam brilhantemente possibilita o contato espontâneo com os espectadores que, muitas vezes, reagem com palpites e comentários.

O Espetáculo
A produção hollywoodiana Titanic, ganha uma roupagem Cearense na sátira da Cia. Cearense de Molecagem contada por uma trupe de comediantes prontos para arrancar risos do público, por onde passa.
É início do século e as invenções pipocavam de cabo a rabo, eis que surge uma inafundável jangada: a Lamparina do Mucuripe. A euforia é total. Uma multidão embarca na jangada que ruma para um fatídico destino em águas fétidas. Eis que pinta o maior clima entre o humilde da 3ª classe: NIC Santoro  e a melancólica e sufocada, aristocrata da 1ª classe, TITA Lacraia. Por amor os dois só faltam se larcar. Por fim, a mocinha melosa e o galã canastrão, mesmo mortos, vivem felizes para sempre.
Seis atores se esmeram para interpretar os 2.500 personagens: figurantes anunciam o naufrágio fora do tempo, pânico adiantado, Tita, a melancólica, esnoba Nic, o pobre, que briga com o noivo rico que se conchava com a mãe vilã e interesseira que humilha o tripulante, que é o capitão, que é a domestica Zoraide, que é a emergente Ivete que morre no fim...

Serviço
DIA: 05 de maio de 2018.
HORA: 20h00.
DURAÇÃO: 70 minutos.
CLASSIFICAÇÃO: Livre.
LOCAL: 
Cineteatro São Luiz.
PREÇO: R$ 30,00 a Inteira e R$ 15,00.
Entrevistas/contato com a imprensa: Carlos Rinaldo “Carri” Costa – (85) 9 8517-2301 / 32199493


Informações
·         70 MINUTOS DE DURAÇÃO
·         Formato em palco Italiano
·         7 atores
·         1 cenário (rotunda de fundo)
·         Utilizamos 30 litros de água na encenação, jogados no palco.
·         Utilizamos 2 litros de gelo jogados no palco.

Curiosidades
·         20 anos de espetáculo em 2018
·         1855 apresentações
·         1.099.759 espectadores
·         280 metros de tecidos utilizados
·         84 peças de figurino em cena
·         57 adereços em cena
·         10 perucas
·         12 pares de sapatos
·         Temporadas fora do estado:
- João Pessoa, Sousa, Cajazeiras (PB);
- Mossoró, Aracaju (RN);
- São Paulo - Campinas – JundiaÍ – Piracicaba;
– Americana - São Carlos (SP);
- Recife (PE) - Salvador (BA) - São Luís (MA) – Salvado (BA);
- Brasília (DF) - Terezinha (PI) - Maceió (AL) Rio de Janeiro (RJ).


Ficha técnica
Texto e Direção:
Carri Costa
Cenografia/Figurino/Adereço:
Oficina de Arte
Assist.  Cenografia / Figurino
Nildenir Campos
Elenco:
Carri Costa
Solange Teixeira
Denis Lacerda
Cristiane Carvalho
Lucas Alexandre
Diego Mesquita
Roberta Wermont
Cenotécnica:
Adriano Pessoa
Operação de luz / Som:
Lucas Alexandre
Contra-Regra:
Nildenir Campos
Administração:
Socorro Amarante
Produção: 
Klistenes Bastos
Imprensa
César A. Martín
Design Gráfico:
Everardo Matos


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