"O Brasil não cabe no quintal de ninguém”, diz Lula em discurso na ONU Presidente defendeu a soberania dos países Pedro Peduzzi e Paula Laboissière - Repórteres da Agência Brasil Publicado em 22/09/2026 - 12:10 Brasília © REUTERS/BRENDAN MCDERMID/ Proibido reprodução Versão em áudio O presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a defender a soberania dos países, citando especificamente os cenários da América Latina e do Brasil, onde, segundo o presidente, há tentativas de influência estrangeira sobre processos políticos nacionais. Lula disse que a região da América Latina e do Caribe convive com pressões decorrentes da proximidade com grandes potências. “Na América Latina e Caribe, a proximidade geográfica com a maior potência militar do mundo é inescapável, sobretudo no contexto do recrudescimento de tentações hegemônicas. O Brasil não cabe no quintal de ninguém”, afirmou durante discurso na cerimônia de abertura da 81ª Assembleia Geral da ONU, nesta terça-feira (22) em Nova Yo...
INTERIOR
"Os moradores de Nova Jaguaribara, no interior do Ceará, estão preocupados com freqüentes tremores de terra que afetam a região. Estudiosos tentam descobrir as causas dos abalos que assustam a população. Sismógrafos, aparelhos que detectam movimentação de terra, foram instalados na cidade. Só neste ano, 17 abalos já foram registrados e um deles atingiu 2,3 graus na escala Richter, que vai até 9 graus. Segundo Joaquim Ferreira, coordenador do laboratório sismológico da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), os tremores podem ter influência do maior açude no Ceará, inaugurado há cinco anos no local. “O próprio peso da água e a pressão da água pode provocar os sismos que são sentidos pela população”, explica. Com os tremores de terra, aumentou também o trabalho de monitoramento da barragem do açude. Pelo menos três vezes por semana, técnicos e engenheiros fazem vistorias para verificar se houve algum abalo na estrutura da parede, que suporta quase sete trilhões de litros d'água. Mais de 300 aparelhos capazes de detectar abalos na estrutura foram instalados nas paredes do açude. “Até agora, a barragem não teve danos”, afirma o engenheiro Lairton de Aquino. Quem sofre são os moradores mais próximos da barragem. “Só não saímos porque não tem para onde”, diz a dona de casa Francisca Rosa Almeida. Ela já chegou a dormir fora de casa quando a terra tremeu. Alguns moradores já pensam até mesmo em se mudar da cidade. "
Fonte: TV Globo e Portal G1
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