O preço de uma caneta esferográfica de uma determinada marca pode variar até 276% dependendo da papelaria onde ela for comprada na cidade de São Paulo. Isso é o que revelou uma pesquisa realizada pelo Procon-SP no mês de dezembro e divulgada nesta sexta-feira (2). Segundo a pesquisa, em uma papelaria na zona norte da capital paulista uma caneta esferográfica pode ser encontrada por R$ 1,30. No entanto, se esta mesma caneta for adquirida em um estabelecimento no centro da cidade, o consumidor já pagará mais caro por ela: R$ 4,90. Essa diferença de preço em um mesmo produto escolar foi observada também em outras cidades do estado. Em Presidente Prudente, por exemplo, um mesmo marca-texto pode custar entre R$ 1,95 ou R$ 4,20. Em Ribeirão Preto, também no interior paulista, o preço de um apontador pode variar 196%, custando entre R$ 3,20 ou R$ 9,50. O Procon informa que, embora a diferença no preço da caneta ou do marca-texto sejam razoavelmente baixas, ela pode acabar fazendo difere...
ECONOMIA
"Ainda celebrando o êxito de suas pesquisas, que culminaram com a descoberta de um novo óleo ecológico já em uso em transformadores de energia elétrica, o cientista cearense Osvaldo Carioca está agora dedicado a um trabalho para o qual foi convidado pela MPX, do empresário Eike Batista, que construirá, na área de influência do Porto do Pecém, uma usina hidrelétrica, movida a carvão mineral, para a produção de 720 megawatts — mais da metade do que consome todo o Ceará. Carioca e sua equipe produzirão microalgas em piscinas que ocuparão150 dos 300 hectares do terreno, já adquirido pela MPX, no qual se instalará a termelétrica. Será replicada, aqui, a experiência de Israel, cuja termelétrica de Telaviv, igualmente movida a carvão mineral, usa microalgas para absorver, durante o dia, todo o CO2 que sai pela chaminé da usina. “Isso também será feito aqui, mas com uma boa vantagem ecológica: as microalgas, que se alimentam de CO2, vão produzir um óleo que se transformará em biodiesel. Este é o ´plus´ do projeto da termelétrica projetada por Eike Batista”, explica Osvaldo Carioca. Ele diz que o carvão mineral é o mais poluente das fontes de energia, mas salienta que a tecnologia disponível hoje, utilizada na Europa — a Alemanha e Portugal são exemplos — “é moderna e reduz ao mínimo a emissão de CO2; o uso de microalgas é a última novidade tecnológica”."
Fonte: Blog do Egídio Serpa
"Ainda celebrando o êxito de suas pesquisas, que culminaram com a descoberta de um novo óleo ecológico já em uso em transformadores de energia elétrica, o cientista cearense Osvaldo Carioca está agora dedicado a um trabalho para o qual foi convidado pela MPX, do empresário Eike Batista, que construirá, na área de influência do Porto do Pecém, uma usina hidrelétrica, movida a carvão mineral, para a produção de 720 megawatts — mais da metade do que consome todo o Ceará. Carioca e sua equipe produzirão microalgas em piscinas que ocuparão150 dos 300 hectares do terreno, já adquirido pela MPX, no qual se instalará a termelétrica. Será replicada, aqui, a experiência de Israel, cuja termelétrica de Telaviv, igualmente movida a carvão mineral, usa microalgas para absorver, durante o dia, todo o CO2 que sai pela chaminé da usina. “Isso também será feito aqui, mas com uma boa vantagem ecológica: as microalgas, que se alimentam de CO2, vão produzir um óleo que se transformará em biodiesel. Este é o ´plus´ do projeto da termelétrica projetada por Eike Batista”, explica Osvaldo Carioca. Ele diz que o carvão mineral é o mais poluente das fontes de energia, mas salienta que a tecnologia disponível hoje, utilizada na Europa — a Alemanha e Portugal são exemplos — “é moderna e reduz ao mínimo a emissão de CO2; o uso de microalgas é a última novidade tecnológica”."
Fonte: Blog do Egídio Serpa
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