Cobrir a boca ao tossir e usar máscara são ações que contribuem para reduzir a propagação de vírus respiratórios Com o início da quadra chuvosa no Ceará, período que compreende os meses de fevereiro a maio, a incidência de viroses respiratórias começa a aumentar. Entre os sintomas mais frequentes, estão febre, dor de garganta, coriza, tosse e dor de cabeça. A Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa) orienta sobre a prevenção e quando buscar atendimento . De acordo com o médico e secretário executivo de Vigilância em Saúde da Sesa, Antônio Silva Lima Neto (Tanta), os vírus que costumam circular com mais frequência nessa época são o da influenza, causador da gripe; o sincicial respiratório (VSR), que causa bronquiolite e pneumonia; e o SARS-CoV-2, causador da covid-19. “Nesse momento, a gente observa um aumento da circulação do vírus de influenza e nos preocupa, sobretudo, os pacientes que a gente chama de grupos de risco, que são, principalmente, as crianç...
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"A chuva pode ter contribuido para aumentar preços de frutas e verduras no mercado cearense, mas sem dúvida, também trouxe esperança para o homem do campo e da cidade. Com os açudes cheios, o abastecimento d'água está garantido pelos próximos três anos e a situação pode melhorar ainda mais.A Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh) monitora 128 reservatórios. Hoje, eles estão com mais de 84,25% da capacidade de armazenamento.Segundo a Cogerh, este ano, 78 açudes sangraram, o que garante o abastecimento de água em todo o Estado pelo menos por três anos. As bacias hidrográficas de Parnaíba (98,01%), do litoral (97,00%), de Acaraú (96,67%) e do alto jaguaribe (96,32%) são as que tem os açudes com maior volume d'água, o que é considerado bom para a agricultura. Principalmente porque o Estado está quase chegando ao recorde de 2004, quando os açudes atingiram 86% da capacidade.Na região metropolitana de Fortaleza, a situação também é boa, principalmente nos açudes: Acarape do meio (99,81%); Pacajus (94,67%); Gavião(89,73%); e Aracoiaba (86,59%). O menor volume de água é no açude Pacoti (53,31%). Mas a Cogerh ainda espera reverter essa situação.De janeiro até hoje, de acordo com a Funceme, choveu 26% a mais do que a média histórica, 964 milímetros em todo o Ceará, o que explica o bom abastecimento dos açudes."
Fonte:TV Verdes Mares
"A chuva pode ter contribuido para aumentar preços de frutas e verduras no mercado cearense, mas sem dúvida, também trouxe esperança para o homem do campo e da cidade. Com os açudes cheios, o abastecimento d'água está garantido pelos próximos três anos e a situação pode melhorar ainda mais.A Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh) monitora 128 reservatórios. Hoje, eles estão com mais de 84,25% da capacidade de armazenamento.Segundo a Cogerh, este ano, 78 açudes sangraram, o que garante o abastecimento de água em todo o Estado pelo menos por três anos. As bacias hidrográficas de Parnaíba (98,01%), do litoral (97,00%), de Acaraú (96,67%) e do alto jaguaribe (96,32%) são as que tem os açudes com maior volume d'água, o que é considerado bom para a agricultura. Principalmente porque o Estado está quase chegando ao recorde de 2004, quando os açudes atingiram 86% da capacidade.Na região metropolitana de Fortaleza, a situação também é boa, principalmente nos açudes: Acarape do meio (99,81%); Pacajus (94,67%); Gavião(89,73%); e Aracoiaba (86,59%). O menor volume de água é no açude Pacoti (53,31%). Mas a Cogerh ainda espera reverter essa situação.De janeiro até hoje, de acordo com a Funceme, choveu 26% a mais do que a média histórica, 964 milímetros em todo o Ceará, o que explica o bom abastecimento dos açudes."
Fonte:TV Verdes Mares
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