Os fortalezenses estão demonstrando seu compromisso com a saúde coletiva. Em 12 dias, a Prefeitura de Fortaleza aplicou, no público prioritário, 121.760 doses da vacina contra a influenza. A Capital antecipou a campanha anual, iniciando em 20 de março, enquanto no restante do país a vacinação começou na semana posterior. Somente no dia D, realizado no último sábado (28/03), foram aplicadas aproximadamente 28 mil doses. A vacina está disponível nos 134 postos de saúde da Capital, de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 18h30. Além disso, aos finais de semana e feriados, a Prefeitura está investindo na descentralização, com mais postos abertos e em locais públicos, como shoppings. A ampliação não interfere no funcionamento dos postos de saúde que atuam exclusivamente como pontos de vacinação aos finais de semana e feriados: Maurício Mattos Dourado, no bairro Edson Queiroz, e Geraldo Madeira Sobrinho (Pio XII), no bairro São João do Tauape. “A antecipação da campanha foi uma estratégi...
POLÍTICA
"Construtoras que têm contratos com a Prefeitura de Fortaleza foram as maiores doadoras da campanha à reeleição da petista Luizianne Lins. Vitoriosa já no primeiro turno, a candidata recebeu boa parte dos R$ 4,7 milhões declarados à Justiça Eleitoral vários dias depois do término da campanha. Encabeça a lista de doadores a Construtora Beta, com R$ 900 mil doados de uma só vez em 23 de outubro, 18 dias após confirmada a vitória da petista. Em seguida vêm: EIT, com R$ 419 mil; Trana, com R$ 400 mil; Engexata, com R$ 350 mil; G & F, com R$ 300 mil; e PB Construções, com R$ 200 mil. Estas quatro últimas também só doaram dias depois de 30 de outubro, quando terminou a campanha eleitoral. Luizianne foi a candidata que mais arrecadou, quase cinco vezes mais do que gastou em sua vitória em 2004, quando declarou ter gasto nos dois turnos R$ 1 milhão -na ocasião, a quase totalidade das doações foi feita por pessoas físicas. Com a segunda maior arrecadação aparece a senadora Patrícia Saboya (PDT), com R$ 4,2 milhões (quase a metade doada por uma só empresa, a Bracol Indústria de Couros, que deu R$ 2 milhões), mas que acabou em terceiro lugar, e em seguida aparece Moroni Torgan (DEM), com R$ 969 mil. Das doações feitas a Moroni, quase um terço, R$ 300 mil, foi do empresário Beto Studart, que, apesar de tucano, não apoiou a candidatura defendida pelo partido, a de Patrícia. Entre os maiores doadores de Luizianne, a única empresa que não é construtora é a Grendene, com R$ 290 mil. Outras empreiteiras também aparecem com valores menores, como a Fujita (R$ 100 mil) e a Fujicon (mais R$ 100 mil). As duas empresas são do mesmo grupo familiar, que inclusive cedeu uma casa numa área nobre da cidade para Luizianne montar um de seus principais comitês de campanha.
Consórcios
Todas as empreiteiras que doaram à campanha de Luizianne possuem, sozinhas ou em consórcios, grandes contratos com a gestão municipal, como o consórcio Beta/ Engexata, que venceu, no começo do ano, licitação de R$ 26,9 milhões para obras de habitação. A Engexata, em outro consórcio, também aparece com mais um projeto habitacional, no Conjunto Maravilha, de R$ 26,4 milhões, licitado em abril do ano passado.
Fonte: Texto reproduzido do Blog Eliomar de Lima,com informações da Folha de São Paulo
"Construtoras que têm contratos com a Prefeitura de Fortaleza foram as maiores doadoras da campanha à reeleição da petista Luizianne Lins. Vitoriosa já no primeiro turno, a candidata recebeu boa parte dos R$ 4,7 milhões declarados à Justiça Eleitoral vários dias depois do término da campanha. Encabeça a lista de doadores a Construtora Beta, com R$ 900 mil doados de uma só vez em 23 de outubro, 18 dias após confirmada a vitória da petista. Em seguida vêm: EIT, com R$ 419 mil; Trana, com R$ 400 mil; Engexata, com R$ 350 mil; G & F, com R$ 300 mil; e PB Construções, com R$ 200 mil. Estas quatro últimas também só doaram dias depois de 30 de outubro, quando terminou a campanha eleitoral. Luizianne foi a candidata que mais arrecadou, quase cinco vezes mais do que gastou em sua vitória em 2004, quando declarou ter gasto nos dois turnos R$ 1 milhão -na ocasião, a quase totalidade das doações foi feita por pessoas físicas. Com a segunda maior arrecadação aparece a senadora Patrícia Saboya (PDT), com R$ 4,2 milhões (quase a metade doada por uma só empresa, a Bracol Indústria de Couros, que deu R$ 2 milhões), mas que acabou em terceiro lugar, e em seguida aparece Moroni Torgan (DEM), com R$ 969 mil. Das doações feitas a Moroni, quase um terço, R$ 300 mil, foi do empresário Beto Studart, que, apesar de tucano, não apoiou a candidatura defendida pelo partido, a de Patrícia. Entre os maiores doadores de Luizianne, a única empresa que não é construtora é a Grendene, com R$ 290 mil. Outras empreiteiras também aparecem com valores menores, como a Fujita (R$ 100 mil) e a Fujicon (mais R$ 100 mil). As duas empresas são do mesmo grupo familiar, que inclusive cedeu uma casa numa área nobre da cidade para Luizianne montar um de seus principais comitês de campanha.
Consórcios
Todas as empreiteiras que doaram à campanha de Luizianne possuem, sozinhas ou em consórcios, grandes contratos com a gestão municipal, como o consórcio Beta/ Engexata, que venceu, no começo do ano, licitação de R$ 26,9 milhões para obras de habitação. A Engexata, em outro consórcio, também aparece com mais um projeto habitacional, no Conjunto Maravilha, de R$ 26,4 milhões, licitado em abril do ano passado.
Fonte: Texto reproduzido do Blog Eliomar de Lima,com informações da Folha de São Paulo
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