Nota da Secretaria da Segurança Publica sobre o caso da estudante de 22 anos encontrada morta em condomínio em Fortaleza: A Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social do Ceará (SSPDS-CE) informa que a Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE) vem realizando uma série de diligências relacionadas às investigações sobre a morte da estudante Isabelle Caracristi, de 22 anos, registrada no último domingo (13), no bairro Aldeota - Área Integrada de Segurança Pública 8 (AIS 8) de Fortaleza. A PCCE já colheu o depoimento de quatro pessoas e outras quatro oitivas estão agendadas. Imagens de câmeras passam por análises. Uma equipe da Perícia Criminal da Perícia Forense do Estado do Ceará (Pefoce) foi acionada, na noite do dia 13 de setembro, para o atendimento da ocorrência relacionada à morte da estudante. Conforme as informações obtidas durante o atendimento, o óbito ocorreu na mesma data, por volta de 20h40. Durante os exames realizados, foram observadas lesões no corpo da vítima, comp...
POLÍTICA
"O senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) afirmou nesta quarta-feira (26) à noite, no plenário, que a Petrobras estaria “com sérios problemas de caixa” tendo, inclusive, recorrido a empréstimo na Caixa Econômica Federal de R$ 2.022.700, em Cédula de Crédito Bancário.
De acordo com relatório trimestral apresentado pela empresa à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a contratação foi feita em 31 de outubro e tem como objetivo “reforçar o capital de giro" da companhia.
Diante dessas informações, o parlamentar apresentou requerimento de convites ao presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, e à presidente da Caixa, Maria Fernanda Ramos Coelho, para que prestem esclarecimentos sobre esse assunto na reunião da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), que se realiza amanhã, pela manhã.
Segundo Jereissati, as condições negociadas pela Petrobras com a CEF foram as seguintes: prazo de 180 dias para pagamento do valor principal e encargos com amortização única ao fim do prazo; taxa de juros de 104% do CDI Over; incidência do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) e, por último, amortização e liquidação do empréstimo tomado.
O senador afirmou que tem informações de fornecedores da Petrobras que bancos privados teriam negado empréstimos à empresa, o que a levou a solicitar o “socorro financeiro” na Caixa. Jereissati acrescentou que esses fornecedores informaram que não têm recebido, em dia, os pagamentos de serviços prestados à empresa.
Diante das colocações do parlamentar tucano, o líder do PSB, Renato Casagrande (ES), telefonou de imediato para Gabrielli a fim de se inteirar sobre o que foi dito. De acordo com Casagrande, o presidente da Petrobras respondeu que o empréstimo contraído na Caixa Econômica e em outros bancos nacionais foram feitos porque o mercado brasileiro “tem funcionado com mais normalidade neste período de crise mundial”.
Gabrielli disse ainda, segundo o líder do PSB, que nenhuma empresa pública ou privada vive sem crédito e, como o sistema financeiro diminuiu a oferta de crédito depois da crise, a Petrobras buscou o aporte de recursos no banco público.'
Fonte:Texto reproduzido do Portal Verdes Mares,com informações da Agência Brasil
"O senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) afirmou nesta quarta-feira (26) à noite, no plenário, que a Petrobras estaria “com sérios problemas de caixa” tendo, inclusive, recorrido a empréstimo na Caixa Econômica Federal de R$ 2.022.700, em Cédula de Crédito Bancário.
De acordo com relatório trimestral apresentado pela empresa à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a contratação foi feita em 31 de outubro e tem como objetivo “reforçar o capital de giro" da companhia.
Diante dessas informações, o parlamentar apresentou requerimento de convites ao presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, e à presidente da Caixa, Maria Fernanda Ramos Coelho, para que prestem esclarecimentos sobre esse assunto na reunião da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), que se realiza amanhã, pela manhã.
Segundo Jereissati, as condições negociadas pela Petrobras com a CEF foram as seguintes: prazo de 180 dias para pagamento do valor principal e encargos com amortização única ao fim do prazo; taxa de juros de 104% do CDI Over; incidência do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) e, por último, amortização e liquidação do empréstimo tomado.
O senador afirmou que tem informações de fornecedores da Petrobras que bancos privados teriam negado empréstimos à empresa, o que a levou a solicitar o “socorro financeiro” na Caixa. Jereissati acrescentou que esses fornecedores informaram que não têm recebido, em dia, os pagamentos de serviços prestados à empresa.
Diante das colocações do parlamentar tucano, o líder do PSB, Renato Casagrande (ES), telefonou de imediato para Gabrielli a fim de se inteirar sobre o que foi dito. De acordo com Casagrande, o presidente da Petrobras respondeu que o empréstimo contraído na Caixa Econômica e em outros bancos nacionais foram feitos porque o mercado brasileiro “tem funcionado com mais normalidade neste período de crise mundial”.
Gabrielli disse ainda, segundo o líder do PSB, que nenhuma empresa pública ou privada vive sem crédito e, como o sistema financeiro diminuiu a oferta de crédito depois da crise, a Petrobras buscou o aporte de recursos no banco público.'
Fonte:Texto reproduzido do Portal Verdes Mares,com informações da Agência Brasil
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