A Polícia Militar do Ceará (PMCE), por meio da 2ª Companhia do 18º Batalhão Policial Militar (2ª Cia/ 18º BPM), prendeu um homem de 23 anos por tráfico de drogas na tarde dessa sexta-feira (6), no bairro Pici, em Fortaleza. Na ação, os policiais militares apreenderam 470 gramas de maconha. A ocorrência foi registrada durante patrulhamento de equipes de motopatrulhamento pela Rua dos Monarcas. Ao entrarem na via, os policiais observaram um indivíduo que estava na garupa de uma motocicleta de transporte por aplicativo e que, ao perceber a presença da equipe, apresentou atitude suspeita, levando a mão por baixo da blusa como se estivesse segurando algum objeto. Diante da fundada suspeita, foi realizada a abordagem. Durante a busca pessoal, os policiais militares encontraram em posse do suspeito 470 gramas de maconha. O homem recebeu voz de prisão no local. O suspeito foi conduzido ao 32º Distrito Policial, onde foi autuado por tráfico de drogas. Assessoria de Comunicação da PMCE
POLÍTICA
"O senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) afirmou nesta quarta-feira (26) à noite, no plenário, que a Petrobras estaria “com sérios problemas de caixa” tendo, inclusive, recorrido a empréstimo na Caixa Econômica Federal de R$ 2.022.700, em Cédula de Crédito Bancário.
De acordo com relatório trimestral apresentado pela empresa à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a contratação foi feita em 31 de outubro e tem como objetivo “reforçar o capital de giro" da companhia.
Diante dessas informações, o parlamentar apresentou requerimento de convites ao presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, e à presidente da Caixa, Maria Fernanda Ramos Coelho, para que prestem esclarecimentos sobre esse assunto na reunião da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), que se realiza amanhã, pela manhã.
Segundo Jereissati, as condições negociadas pela Petrobras com a CEF foram as seguintes: prazo de 180 dias para pagamento do valor principal e encargos com amortização única ao fim do prazo; taxa de juros de 104% do CDI Over; incidência do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) e, por último, amortização e liquidação do empréstimo tomado.
O senador afirmou que tem informações de fornecedores da Petrobras que bancos privados teriam negado empréstimos à empresa, o que a levou a solicitar o “socorro financeiro” na Caixa. Jereissati acrescentou que esses fornecedores informaram que não têm recebido, em dia, os pagamentos de serviços prestados à empresa.
Diante das colocações do parlamentar tucano, o líder do PSB, Renato Casagrande (ES), telefonou de imediato para Gabrielli a fim de se inteirar sobre o que foi dito. De acordo com Casagrande, o presidente da Petrobras respondeu que o empréstimo contraído na Caixa Econômica e em outros bancos nacionais foram feitos porque o mercado brasileiro “tem funcionado com mais normalidade neste período de crise mundial”.
Gabrielli disse ainda, segundo o líder do PSB, que nenhuma empresa pública ou privada vive sem crédito e, como o sistema financeiro diminuiu a oferta de crédito depois da crise, a Petrobras buscou o aporte de recursos no banco público.'
Fonte:Texto reproduzido do Portal Verdes Mares,com informações da Agência Brasil
"O senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) afirmou nesta quarta-feira (26) à noite, no plenário, que a Petrobras estaria “com sérios problemas de caixa” tendo, inclusive, recorrido a empréstimo na Caixa Econômica Federal de R$ 2.022.700, em Cédula de Crédito Bancário.
De acordo com relatório trimestral apresentado pela empresa à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a contratação foi feita em 31 de outubro e tem como objetivo “reforçar o capital de giro" da companhia.
Diante dessas informações, o parlamentar apresentou requerimento de convites ao presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, e à presidente da Caixa, Maria Fernanda Ramos Coelho, para que prestem esclarecimentos sobre esse assunto na reunião da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), que se realiza amanhã, pela manhã.
Segundo Jereissati, as condições negociadas pela Petrobras com a CEF foram as seguintes: prazo de 180 dias para pagamento do valor principal e encargos com amortização única ao fim do prazo; taxa de juros de 104% do CDI Over; incidência do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) e, por último, amortização e liquidação do empréstimo tomado.
O senador afirmou que tem informações de fornecedores da Petrobras que bancos privados teriam negado empréstimos à empresa, o que a levou a solicitar o “socorro financeiro” na Caixa. Jereissati acrescentou que esses fornecedores informaram que não têm recebido, em dia, os pagamentos de serviços prestados à empresa.
Diante das colocações do parlamentar tucano, o líder do PSB, Renato Casagrande (ES), telefonou de imediato para Gabrielli a fim de se inteirar sobre o que foi dito. De acordo com Casagrande, o presidente da Petrobras respondeu que o empréstimo contraído na Caixa Econômica e em outros bancos nacionais foram feitos porque o mercado brasileiro “tem funcionado com mais normalidade neste período de crise mundial”.
Gabrielli disse ainda, segundo o líder do PSB, que nenhuma empresa pública ou privada vive sem crédito e, como o sistema financeiro diminuiu a oferta de crédito depois da crise, a Petrobras buscou o aporte de recursos no banco público.'
Fonte:Texto reproduzido do Portal Verdes Mares,com informações da Agência Brasil
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