Enem 2026: candidatos vivem expectativa sobre o tema da redação Mais de 5 milhões de estudantes fazem primeira prova no domingo Daniella Almeida - Repórter da Agência Brasil Publicado em 07/11/2026 - 09:31 Brasília © Angelo Miguel/MEC Versão em áudio Cinco milhões de inscritos confirmados no Exame Nacional do Ensino Médio de 2026 vivem a expectativa sobre qual será o tema da prova de redação no primeiro dia de provas. Os eixos abordados nas últimas edições do Enem foram diversos: cidadania e direitos sociais, meio ambiente e sustentabilidade, saúde pública e mental, grupos vulneráveis e desigualdades, trabalho e economia, tecnologia e mídia. A resposta virá a partir de 13h30 deste domingo (8), no horário de Brasília, quando soar o sino de início do exame em salas de aplicação em mais de 1,7 mil municípios brasileiros. Diante dos cadernos de provas, os candidatos poderão folheá-los até a última página e ler o comando da questão dissertativa. Os partic...
POLÍTICA
"O senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) afirmou nesta quarta-feira (26) à noite, no plenário, que a Petrobras estaria “com sérios problemas de caixa” tendo, inclusive, recorrido a empréstimo na Caixa Econômica Federal de R$ 2.022.700, em Cédula de Crédito Bancário.
De acordo com relatório trimestral apresentado pela empresa à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a contratação foi feita em 31 de outubro e tem como objetivo “reforçar o capital de giro" da companhia.
Diante dessas informações, o parlamentar apresentou requerimento de convites ao presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, e à presidente da Caixa, Maria Fernanda Ramos Coelho, para que prestem esclarecimentos sobre esse assunto na reunião da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), que se realiza amanhã, pela manhã.
Segundo Jereissati, as condições negociadas pela Petrobras com a CEF foram as seguintes: prazo de 180 dias para pagamento do valor principal e encargos com amortização única ao fim do prazo; taxa de juros de 104% do CDI Over; incidência do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) e, por último, amortização e liquidação do empréstimo tomado.
O senador afirmou que tem informações de fornecedores da Petrobras que bancos privados teriam negado empréstimos à empresa, o que a levou a solicitar o “socorro financeiro” na Caixa. Jereissati acrescentou que esses fornecedores informaram que não têm recebido, em dia, os pagamentos de serviços prestados à empresa.
Diante das colocações do parlamentar tucano, o líder do PSB, Renato Casagrande (ES), telefonou de imediato para Gabrielli a fim de se inteirar sobre o que foi dito. De acordo com Casagrande, o presidente da Petrobras respondeu que o empréstimo contraído na Caixa Econômica e em outros bancos nacionais foram feitos porque o mercado brasileiro “tem funcionado com mais normalidade neste período de crise mundial”.
Gabrielli disse ainda, segundo o líder do PSB, que nenhuma empresa pública ou privada vive sem crédito e, como o sistema financeiro diminuiu a oferta de crédito depois da crise, a Petrobras buscou o aporte de recursos no banco público.'
Fonte:Texto reproduzido do Portal Verdes Mares,com informações da Agência Brasil
"O senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) afirmou nesta quarta-feira (26) à noite, no plenário, que a Petrobras estaria “com sérios problemas de caixa” tendo, inclusive, recorrido a empréstimo na Caixa Econômica Federal de R$ 2.022.700, em Cédula de Crédito Bancário.
De acordo com relatório trimestral apresentado pela empresa à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a contratação foi feita em 31 de outubro e tem como objetivo “reforçar o capital de giro" da companhia.
Diante dessas informações, o parlamentar apresentou requerimento de convites ao presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, e à presidente da Caixa, Maria Fernanda Ramos Coelho, para que prestem esclarecimentos sobre esse assunto na reunião da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), que se realiza amanhã, pela manhã.
Segundo Jereissati, as condições negociadas pela Petrobras com a CEF foram as seguintes: prazo de 180 dias para pagamento do valor principal e encargos com amortização única ao fim do prazo; taxa de juros de 104% do CDI Over; incidência do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) e, por último, amortização e liquidação do empréstimo tomado.
O senador afirmou que tem informações de fornecedores da Petrobras que bancos privados teriam negado empréstimos à empresa, o que a levou a solicitar o “socorro financeiro” na Caixa. Jereissati acrescentou que esses fornecedores informaram que não têm recebido, em dia, os pagamentos de serviços prestados à empresa.
Diante das colocações do parlamentar tucano, o líder do PSB, Renato Casagrande (ES), telefonou de imediato para Gabrielli a fim de se inteirar sobre o que foi dito. De acordo com Casagrande, o presidente da Petrobras respondeu que o empréstimo contraído na Caixa Econômica e em outros bancos nacionais foram feitos porque o mercado brasileiro “tem funcionado com mais normalidade neste período de crise mundial”.
Gabrielli disse ainda, segundo o líder do PSB, que nenhuma empresa pública ou privada vive sem crédito e, como o sistema financeiro diminuiu a oferta de crédito depois da crise, a Petrobras buscou o aporte de recursos no banco público.'
Fonte:Texto reproduzido do Portal Verdes Mares,com informações da Agência Brasil
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