O governo de São Paulo descartou o segundo caso suspeito de ebola, que estava sob investigação na capital paulista. Internada na quarta-feira (10), a paciente, uma brasileira de 31 anos, era acompanhada no Instituto de Infectologia Emílio Ribas. Os exames que afastaram a suspeita foram realizados pelo Instituto Adolfo Lutz. A paciente está em tratamento para gastroenterocolite aguda. Ela havia viajado recentemente para a República Democrática do Congo (RDC), permanece internada e teve evolução clínica favorável. “Um resultado negativo em amostra coletada antes de 72 horas do início dos sintomas não é suficiente para afastar a infecção. Nessa situação, o protocolo prevê uma nova coleta após esse período. As duas amostras apresentaram resultado negativo, atendendo ao critério laboratorial para o descarte do caso”, explicou Adriana Bugno, diretora-geral do Instituto Adolfo Lutz, em nota à imprensa. O primeiro caso suspeito, de um homem de 37 anos que também viajou para a RDC, ...
COTIDIANO
"Nesta quinta-feira, dia 12, transcorreu os 63 anos da morte do beato José Lourenço líder da comunidade do Caldeirão, no município de Crato. Ele faleceu vítima de peste bubônica no dia 12 de fevereiro de 1946 após ver a destruição do seu projeto e tentar reativá-lo sem sucesso em Exu (PE). O Caldeirão da Santa Cruz do Desterro era uma fazenda na Serra do Araripe, mais precisamente no Distrito de Santa Fé, onde padre Cícero abrigou o beato.
José Lourenço começou a reunir seguidores e desenvolver um trabalho baseado na oração e no trabalho em que toda produção do lugar era repartida numa espécie de comunidade igualitária. Veio a rejeição dos poderosos enxergando a atitude como comunista e passaram a combater. O beato era antipatizado pelos coronéis, talvez porque seu estilo comunitário incomodava e, para eles, se tornava um “mau exemplo, semelhante ao de Canudos (BA).
Com a morte de Padre Cícero, as hostilidades recrudesceram e até aumentaram contra o beato e sua gente. Em 1936 a fazenda foi evacuada pelas autoridades policiais, inclusive com o uso de bombardeio aéreo redundando na morte de centenas de pessoas. O beato conseguiu escapar com vida, só falecendo em 1946, no Estado do Pernambuco. O seu corpo foi trazido para Juazeiro e sepultado no cemitério do Socorro. Conta-se que o túmulo é lavado com perfumes e só pode pisar no mesmo com os pés descalços."
Fonte:Texto reproduzido do Site Miséria
"Nesta quinta-feira, dia 12, transcorreu os 63 anos da morte do beato José Lourenço líder da comunidade do Caldeirão, no município de Crato. Ele faleceu vítima de peste bubônica no dia 12 de fevereiro de 1946 após ver a destruição do seu projeto e tentar reativá-lo sem sucesso em Exu (PE). O Caldeirão da Santa Cruz do Desterro era uma fazenda na Serra do Araripe, mais precisamente no Distrito de Santa Fé, onde padre Cícero abrigou o beato.
José Lourenço começou a reunir seguidores e desenvolver um trabalho baseado na oração e no trabalho em que toda produção do lugar era repartida numa espécie de comunidade igualitária. Veio a rejeição dos poderosos enxergando a atitude como comunista e passaram a combater. O beato era antipatizado pelos coronéis, talvez porque seu estilo comunitário incomodava e, para eles, se tornava um “mau exemplo, semelhante ao de Canudos (BA).
Com a morte de Padre Cícero, as hostilidades recrudesceram e até aumentaram contra o beato e sua gente. Em 1936 a fazenda foi evacuada pelas autoridades policiais, inclusive com o uso de bombardeio aéreo redundando na morte de centenas de pessoas. O beato conseguiu escapar com vida, só falecendo em 1946, no Estado do Pernambuco. O seu corpo foi trazido para Juazeiro e sepultado no cemitério do Socorro. Conta-se que o túmulo é lavado com perfumes e só pode pisar no mesmo com os pés descalços."
Fonte:Texto reproduzido do Site Miséria
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