Dia 3/11,Fortaleza recebe imagem réplica oficial de Nossa Senhora de Fátima doada pelo Santuário de Fátima, em Portugal, ao Santuário do Crato 30/10/2026 08:47 A imagem percorrerá cidades do Ceará antes de chegar definitivamente ao Cariri, onde será entronizada na Capelinha das Aparições. Em Fortaleza, a programação acontece nos dias 3 e 4 de novembro, com momentos abertos à participação dos fiéis. Foto da imagem réplica oficial de Nossa Senhora de Fátima. Foto: Diocese do Crato. Fortaleza será a porta de entrada no Brasil de uma imagem réplica oficial de Nossa Senhora de Fátima, doada pelo Santuário de Fátima, em Portugal, ao Santuário de Nossa Senhora de Fátima, na Diocese de Crato. A chegada está prevista para o dia 3 de novembro, dando início a uma peregrinação por diferentes cidades cearenses até sua instalação definitiva no Cariri. A doação representa um importante gesto de comunhão entre os dois santuários. O Santuário de Nossa Senhora de Fátima do Crato foi reconhecido ...
COTIDIANO
"Nesta quinta-feira, dia 12, transcorreu os 63 anos da morte do beato José Lourenço líder da comunidade do Caldeirão, no município de Crato. Ele faleceu vítima de peste bubônica no dia 12 de fevereiro de 1946 após ver a destruição do seu projeto e tentar reativá-lo sem sucesso em Exu (PE). O Caldeirão da Santa Cruz do Desterro era uma fazenda na Serra do Araripe, mais precisamente no Distrito de Santa Fé, onde padre Cícero abrigou o beato.
José Lourenço começou a reunir seguidores e desenvolver um trabalho baseado na oração e no trabalho em que toda produção do lugar era repartida numa espécie de comunidade igualitária. Veio a rejeição dos poderosos enxergando a atitude como comunista e passaram a combater. O beato era antipatizado pelos coronéis, talvez porque seu estilo comunitário incomodava e, para eles, se tornava um “mau exemplo, semelhante ao de Canudos (BA).
Com a morte de Padre Cícero, as hostilidades recrudesceram e até aumentaram contra o beato e sua gente. Em 1936 a fazenda foi evacuada pelas autoridades policiais, inclusive com o uso de bombardeio aéreo redundando na morte de centenas de pessoas. O beato conseguiu escapar com vida, só falecendo em 1946, no Estado do Pernambuco. O seu corpo foi trazido para Juazeiro e sepultado no cemitério do Socorro. Conta-se que o túmulo é lavado com perfumes e só pode pisar no mesmo com os pés descalços."
Fonte:Texto reproduzido do Site Miséria
"Nesta quinta-feira, dia 12, transcorreu os 63 anos da morte do beato José Lourenço líder da comunidade do Caldeirão, no município de Crato. Ele faleceu vítima de peste bubônica no dia 12 de fevereiro de 1946 após ver a destruição do seu projeto e tentar reativá-lo sem sucesso em Exu (PE). O Caldeirão da Santa Cruz do Desterro era uma fazenda na Serra do Araripe, mais precisamente no Distrito de Santa Fé, onde padre Cícero abrigou o beato.
José Lourenço começou a reunir seguidores e desenvolver um trabalho baseado na oração e no trabalho em que toda produção do lugar era repartida numa espécie de comunidade igualitária. Veio a rejeição dos poderosos enxergando a atitude como comunista e passaram a combater. O beato era antipatizado pelos coronéis, talvez porque seu estilo comunitário incomodava e, para eles, se tornava um “mau exemplo, semelhante ao de Canudos (BA).
Com a morte de Padre Cícero, as hostilidades recrudesceram e até aumentaram contra o beato e sua gente. Em 1936 a fazenda foi evacuada pelas autoridades policiais, inclusive com o uso de bombardeio aéreo redundando na morte de centenas de pessoas. O beato conseguiu escapar com vida, só falecendo em 1946, no Estado do Pernambuco. O seu corpo foi trazido para Juazeiro e sepultado no cemitério do Socorro. Conta-se que o túmulo é lavado com perfumes e só pode pisar no mesmo com os pés descalços."
Fonte:Texto reproduzido do Site Miséria
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