Parlamentares e autoridades reconhecem contribuições de agraciados com a Medalha Plenário 13 de Maio Por Pedro Emmanuel Goes 22/05/2026 21:46 | Atualizado há 3 horas Compartilhe esta notícia: - Foto Alex Costa A Medalha Plenário 13 de Maio foi entregue pela Assembleia Legislativa do Estado do Ceará (Alece), na noite desta sexta-feira (22/05), a grandes personalidades que prestaram relevantes serviços à sociedade cearense. A sessão solene ocorreu no Auditório João Frederico Ferreira Gomes, localizado no Edifício Deputado José Euclides Ferreira Gomes (Anexo II da Alece). Nesta edição, foram homenageados o desembargador Abelardo Benevides Moraes; o senador Camilo Santana; o governador do Ceará, Elmano de Freitas; o engenheiro e ex-deputado estadual Eudoro Santana; o empresário do setor hoteleiro, Manoel Linhares; o médico e ex-prefeito de Juazeiro do Norte, Raimundo Macêdo; e a jornalista e escritora Socorro Acioli. Parlamentares e diversas autoridades prestigiaram o evento ...
COTIDIANO
"Nesta quinta-feira, dia 12, transcorreu os 63 anos da morte do beato José Lourenço líder da comunidade do Caldeirão, no município de Crato. Ele faleceu vítima de peste bubônica no dia 12 de fevereiro de 1946 após ver a destruição do seu projeto e tentar reativá-lo sem sucesso em Exu (PE). O Caldeirão da Santa Cruz do Desterro era uma fazenda na Serra do Araripe, mais precisamente no Distrito de Santa Fé, onde padre Cícero abrigou o beato.
José Lourenço começou a reunir seguidores e desenvolver um trabalho baseado na oração e no trabalho em que toda produção do lugar era repartida numa espécie de comunidade igualitária. Veio a rejeição dos poderosos enxergando a atitude como comunista e passaram a combater. O beato era antipatizado pelos coronéis, talvez porque seu estilo comunitário incomodava e, para eles, se tornava um “mau exemplo, semelhante ao de Canudos (BA).
Com a morte de Padre Cícero, as hostilidades recrudesceram e até aumentaram contra o beato e sua gente. Em 1936 a fazenda foi evacuada pelas autoridades policiais, inclusive com o uso de bombardeio aéreo redundando na morte de centenas de pessoas. O beato conseguiu escapar com vida, só falecendo em 1946, no Estado do Pernambuco. O seu corpo foi trazido para Juazeiro e sepultado no cemitério do Socorro. Conta-se que o túmulo é lavado com perfumes e só pode pisar no mesmo com os pés descalços."
Fonte:Texto reproduzido do Site Miséria
"Nesta quinta-feira, dia 12, transcorreu os 63 anos da morte do beato José Lourenço líder da comunidade do Caldeirão, no município de Crato. Ele faleceu vítima de peste bubônica no dia 12 de fevereiro de 1946 após ver a destruição do seu projeto e tentar reativá-lo sem sucesso em Exu (PE). O Caldeirão da Santa Cruz do Desterro era uma fazenda na Serra do Araripe, mais precisamente no Distrito de Santa Fé, onde padre Cícero abrigou o beato.
José Lourenço começou a reunir seguidores e desenvolver um trabalho baseado na oração e no trabalho em que toda produção do lugar era repartida numa espécie de comunidade igualitária. Veio a rejeição dos poderosos enxergando a atitude como comunista e passaram a combater. O beato era antipatizado pelos coronéis, talvez porque seu estilo comunitário incomodava e, para eles, se tornava um “mau exemplo, semelhante ao de Canudos (BA).
Com a morte de Padre Cícero, as hostilidades recrudesceram e até aumentaram contra o beato e sua gente. Em 1936 a fazenda foi evacuada pelas autoridades policiais, inclusive com o uso de bombardeio aéreo redundando na morte de centenas de pessoas. O beato conseguiu escapar com vida, só falecendo em 1946, no Estado do Pernambuco. O seu corpo foi trazido para Juazeiro e sepultado no cemitério do Socorro. Conta-se que o túmulo é lavado com perfumes e só pode pisar no mesmo com os pés descalços."
Fonte:Texto reproduzido do Site Miséria
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