Neste domingo (15) de carnaval, o Rio de Janeiro terá 56 blocos oficiais espalhados por todas as regiões da cidade. Entre eles, o Cordão do Boitatá, Simpatia é Quase Amor e Bangalafumenga. A cidade espera receber 6,8 milhões de foliões apenas nos blocos de rua. São 462 blocos autorizados a desfilar no carnaval pela Empresa Municipal de Turismo do Rio (Riotur). Veja a programação completa dos blocos para hoje (15) 7h - Bloco Areia - Av. Delfim Moreira, 1034 - Leblon 9h – Bloco Bangalafumenga - Av. Infante Dom Henrique, 75 – Glória 9h – Bloco - É tudo ou nada - Rua do Lavradio, 75 - 10h - Cordão do Boitatá - Largo do Paço (Praça XV) - Centro 14h – Simpatia é Quase Amor - Rua Teixeira de Melo, 37 - Ipanema - G.R.B.C. Vermelho&Branco da Z-10 9h - G.R.B.C. Vermelho&Branco DA Z-10 Endereço: R. Alexandre Rosa, 1 – Cacuia 13h - Bloco Loco Toca Raulll- Praça Tiradentes, Centro 13h - Agytoê - Endereço: Praça Cardeal Câma...
COTIDIANO
"Nesta quinta-feira, dia 12, transcorreu os 63 anos da morte do beato José Lourenço líder da comunidade do Caldeirão, no município de Crato. Ele faleceu vítima de peste bubônica no dia 12 de fevereiro de 1946 após ver a destruição do seu projeto e tentar reativá-lo sem sucesso em Exu (PE). O Caldeirão da Santa Cruz do Desterro era uma fazenda na Serra do Araripe, mais precisamente no Distrito de Santa Fé, onde padre Cícero abrigou o beato.
José Lourenço começou a reunir seguidores e desenvolver um trabalho baseado na oração e no trabalho em que toda produção do lugar era repartida numa espécie de comunidade igualitária. Veio a rejeição dos poderosos enxergando a atitude como comunista e passaram a combater. O beato era antipatizado pelos coronéis, talvez porque seu estilo comunitário incomodava e, para eles, se tornava um “mau exemplo, semelhante ao de Canudos (BA).
Com a morte de Padre Cícero, as hostilidades recrudesceram e até aumentaram contra o beato e sua gente. Em 1936 a fazenda foi evacuada pelas autoridades policiais, inclusive com o uso de bombardeio aéreo redundando na morte de centenas de pessoas. O beato conseguiu escapar com vida, só falecendo em 1946, no Estado do Pernambuco. O seu corpo foi trazido para Juazeiro e sepultado no cemitério do Socorro. Conta-se que o túmulo é lavado com perfumes e só pode pisar no mesmo com os pés descalços."
Fonte:Texto reproduzido do Site Miséria
"Nesta quinta-feira, dia 12, transcorreu os 63 anos da morte do beato José Lourenço líder da comunidade do Caldeirão, no município de Crato. Ele faleceu vítima de peste bubônica no dia 12 de fevereiro de 1946 após ver a destruição do seu projeto e tentar reativá-lo sem sucesso em Exu (PE). O Caldeirão da Santa Cruz do Desterro era uma fazenda na Serra do Araripe, mais precisamente no Distrito de Santa Fé, onde padre Cícero abrigou o beato.
José Lourenço começou a reunir seguidores e desenvolver um trabalho baseado na oração e no trabalho em que toda produção do lugar era repartida numa espécie de comunidade igualitária. Veio a rejeição dos poderosos enxergando a atitude como comunista e passaram a combater. O beato era antipatizado pelos coronéis, talvez porque seu estilo comunitário incomodava e, para eles, se tornava um “mau exemplo, semelhante ao de Canudos (BA).
Com a morte de Padre Cícero, as hostilidades recrudesceram e até aumentaram contra o beato e sua gente. Em 1936 a fazenda foi evacuada pelas autoridades policiais, inclusive com o uso de bombardeio aéreo redundando na morte de centenas de pessoas. O beato conseguiu escapar com vida, só falecendo em 1946, no Estado do Pernambuco. O seu corpo foi trazido para Juazeiro e sepultado no cemitério do Socorro. Conta-se que o túmulo é lavado com perfumes e só pode pisar no mesmo com os pés descalços."
Fonte:Texto reproduzido do Site Miséria
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