Bia Zaneratto analisa empate com a Argentina Para a atacante, faltou efetividade por parte da equipe brasileira para sair com a vitória 1x Assessoria CBF 14/10/2026 - 01h28 Atualizado há 1 dia Bia Zaneratto abriu o placar da partida nesta terça Luciana Vermell/CBF A Seleção Brasileira empatou por 2 a 2 com a Argentina, na noite desta terça-feira (13), na Arena de Pernambuco, em São Lourenço da Mata (PE). Bia Zaneratto e Gio Garbelini marcaram para a Amarelinha, que chegou a abrir dois gols de vantagem, mas viu as adversárias buscarem a igualdade. Após a partida, a camisa 16 avaliou o desempenho da equipe e apontou a falta de aproveitamento nas finalizações como um dos fatores para o resultado. “Eu acredito que faltou efetividade. Criamos muitas situações de gol, mas não fomos felizes nas finalizações. O estilo do Brasil é ser muito ofensivo e agressivo na marcação e no ataque, então estamos sempre muito expostas e qualquer vacilo nosso podemos acabar perdendo”, disse. “Acho que o...
A presidente da Aprece, Adriana Pinheiro, participará, na próxima terça-feira, 30 de abril, de uma reunião com os presidentes das entidades municipalistas nordestinas. O encontro, que acontecerá na sede da Associação dos Municípios Alagoanos (AMA), irá definir medidas estratégicas capazes de garantir junto ao governo federal soluções imediatas para amenizar os efeitos da seca na região.
As ações foram decididas na última sexta-feira (19), durante a reunião do conselho político da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), que aconteceu em Canela (RS), e da qual a presidente da Aprece também participou representando os interesses dos municípios cearenses. A idéia inicial da reunião em Canela foi analisar a pauta política da Confederação e discutir os temas a serem abordados na XVI Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, que é o maior evento municipalista da América Latina está pré-agendado para a primeira quinzena de julho.
Paralelo a isso, os representantes do Nordeste manifestaram a preocupação acerca da gravidade da seca. Durante o encontro da CNM, os representantes relataram que, apesar da série de anúncios, os municípios, e não o governo federal, pagam pela água para matar a sede do povo e que os recursos são insuficientes para combater a situação emergencial. “Embora muitos governos estaduais estejam colaborando como podem, precisamos de ações concretas e urgentes em nível federal”, frisou Adriana Pinheiro, ressaltando que a doação de retroescavadeiras e motoniveladoras, apesar de importante, não resolve o grande problema enfrentado em todo o Nordeste, que é a falta d’água.
A solução, que passa pela desburocratização e o repasse direto de recursos aos municípios, vem sendo articulada pelos prefeitos nordestinos é um movimento organizado para discutir propostas e soluções e pressionar a bancada federal dos estados do Nordeste, cobrando ações imediatas. Os municípios decidiram, portanto, se unir em bloco para reivindicar ações que solucionem o problema. Após esse encontro do dia 30, uma manifestação nacional deve acontecer no dia 13 de maio.
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