Fortaleza participa de capacitação internacional sobre Destinos Turísticos Inteligentes A capital foi selecionada pela Rede Iberoamericana de DTI e inicia processo de autodiagnóstico para aprimorar políticas públicas do setor Compartilhe: A Prefeitura de Fortaleza, por meio da Secretaria Municipal do Turismo (Setfor), participa da Capacitação Internacional da Plataforma de Gestão do Conhecimento em Destinos Turísticos Inteligentes (DTI), promovida pela Rede Iberoamericana de Destinos Turísticos Inteligentes (RIDTI). A iniciativa, financiada pelo Banco de Desenvolvimento FONPLATA, reúne cerca de 40 destinos do Brasil, Argentina, Bolívia, Paraguai e Uruguai para debater sobre transformação digital, inovação e gestão inteligente do turismo. A capacitação oferece metodologias, ferramentas e práticas que fortalecem a gestão dos destinos. Fortaleza é representada por técnicos do Observatório do Turismo, que atuam como pontos focais do Programa Fortaleza Destino Turístico Inteligente (F...
Em um momento de muitas incertezas para o mercado de trabalho cearense e brasileiro, alguns profissionais têm procurado alternativas para ampliarem a renda ou até uma forma de permanecerem ativos. Uma dessas oportunidades, que vem crescendo com a crise, é a atividade de freelancer.
De acordo com a Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) de 2015, em sua mais recente publicação do relatório disponível no site do Ministério do Trabalho, o saldo negativo sobre 2014 de vagas formais é de quase 10 mil vagas. Profissionais que fazem parte dessa força de trabalho dispensada dos empregos formais estão optando pela modalidade freelancer para continuarem na ativa.
Como distinguir
Conforme o advogado sócio da CHC Advocacia, Vinicius Vilardo, muitos empregadores e trabalhadores ainda confundem freelancer, autônomo, terceirizado e trabalhador formal. Ele explica a diferença básica entre os tipos de vínculos trabalhistas e prestações de serviços.
"O que diferencia o vínculo de emprego das demais modalidades de contratação é, principalmente, a ausência de autonomia do profissional. Ou seja, ele está vinculado à vontade do empregador, tendo de aceitar prazos, serviços e horário, por exemplo, passados por quem o contrata. Nos demais tipos, o profissional pode, por exemplo, se recusar a atender determinado pedido", diferencia o especialista.
De acordo com o advogado, a ausência de autonomia também pode ser verificada por meio da frequência com a qual o freelancer presta serviços para um determinado contratante, podendo servir como um elemento caracterizador de vínculo empregatício. "Apesar de não serem estabelecidos horários de trabalho, nem prazo final para entrega de um serviço, o freelancer pode vir a ser confundido com um empregado caso não possa negar determinado pedido do contratante. Portanto, para ser freelancer, o profissional deve ter o máximo de autonomia possível", afirma Vinicius.