Sindicato dos Médicos solicita à COAPH e à SMS esclarecimentos sobre atrasos nos pagamentos e irregularidades nas ambulâncias de suporte avançado Ambulâncias estariam com problemas nos ventiladores mecânicos e nos sistemas de ar-condicionado, comprometendo atendimentos de maior complexidade Postado em 19/10/2026 Facebook Twitter WhatsApp Telegram Compartilhe Nesta segunda-feira (19), o Sindicato dos Médicos do Ceará encaminhou ofício ao presidente da Cooperativa de Atendimento Pré-Hospitalar (COAPH), Dr. Montezuma Feitosa, e à Secretaria Municipal de Saúde de Fortaleza (SMS), solicitando esclarecimentos acerca de atrasos nos pagamentos dos médicos e irregularidades nas ambulâncias de suporte avançado. A entidade concede o prazo de 48 horas para apresentação de cronograma das providências corretivas, com indicação dos respectivos prazos de execução. Conforme as denúncias recebidas pelo Sindicato dos Médicos, os atrasos nos pagamentos são referentes aos meses de agosto e setembro,...
Em um momento de muitas incertezas para o mercado de trabalho cearense e brasileiro, alguns profissionais têm procurado alternativas para ampliarem a renda ou até uma forma de permanecerem ativos. Uma dessas oportunidades, que vem crescendo com a crise, é a atividade de freelancer.
De acordo com a Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) de 2015, em sua mais recente publicação do relatório disponível no site do Ministério do Trabalho, o saldo negativo sobre 2014 de vagas formais é de quase 10 mil vagas. Profissionais que fazem parte dessa força de trabalho dispensada dos empregos formais estão optando pela modalidade freelancer para continuarem na ativa.
Como distinguir
Conforme o advogado sócio da CHC Advocacia, Vinicius Vilardo, muitos empregadores e trabalhadores ainda confundem freelancer, autônomo, terceirizado e trabalhador formal. Ele explica a diferença básica entre os tipos de vínculos trabalhistas e prestações de serviços.
"O que diferencia o vínculo de emprego das demais modalidades de contratação é, principalmente, a ausência de autonomia do profissional. Ou seja, ele está vinculado à vontade do empregador, tendo de aceitar prazos, serviços e horário, por exemplo, passados por quem o contrata. Nos demais tipos, o profissional pode, por exemplo, se recusar a atender determinado pedido", diferencia o especialista.
De acordo com o advogado, a ausência de autonomia também pode ser verificada por meio da frequência com a qual o freelancer presta serviços para um determinado contratante, podendo servir como um elemento caracterizador de vínculo empregatício. "Apesar de não serem estabelecidos horários de trabalho, nem prazo final para entrega de um serviço, o freelancer pode vir a ser confundido com um empregado caso não possa negar determinado pedido do contratante. Portanto, para ser freelancer, o profissional deve ter o máximo de autonomia possível", afirma Vinicius.