Sub-20: Fortaleza empata com o CSA pela segunda rodada da Copa do Nordeste 15/08/2026 17:09 Foto: Baggio Rodrigues / Fortaleza EC Na tarde deste sábado (15), o Fortaleza recebeu a equipe do CSA, no CT Ribamar Bezerra, pela segunda rodada da Copa do Nordeste Sub-20, e acabou empatando em 2 a 2. Caio Wesley e Pinna marcaram para o Tricolor de Aço. Com o resultado, o Leão do Pici chega aos dois pontos em dois jogos e decidirá sua classificação para a próxima fase da competição regional na terceira e última rodada. O próximo confronto do Clube da Garotada na Copa do Nordeste Sub-20 será diante do América-RN, no próximo sábado (22), no CT Ribamar Bezerra. A equipe comandada pelo técnico Gabriel Dutra volta a campo nesta quarta-feira (19), às 15h, diante do Quixadá, no CT Ribamar Bezerra, pela partida de volta da semifinal do Campeonato Cearense Sub-20.
Em um momento de muitas incertezas para o mercado de trabalho cearense e brasileiro, alguns profissionais têm procurado alternativas para ampliarem a renda ou até uma forma de permanecerem ativos. Uma dessas oportunidades, que vem crescendo com a crise, é a atividade de freelancer.
De acordo com a Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) de 2015, em sua mais recente publicação do relatório disponível no site do Ministério do Trabalho, o saldo negativo sobre 2014 de vagas formais é de quase 10 mil vagas. Profissionais que fazem parte dessa força de trabalho dispensada dos empregos formais estão optando pela modalidade freelancer para continuarem na ativa.
Como distinguir
Conforme o advogado sócio da CHC Advocacia, Vinicius Vilardo, muitos empregadores e trabalhadores ainda confundem freelancer, autônomo, terceirizado e trabalhador formal. Ele explica a diferença básica entre os tipos de vínculos trabalhistas e prestações de serviços.
"O que diferencia o vínculo de emprego das demais modalidades de contratação é, principalmente, a ausência de autonomia do profissional. Ou seja, ele está vinculado à vontade do empregador, tendo de aceitar prazos, serviços e horário, por exemplo, passados por quem o contrata. Nos demais tipos, o profissional pode, por exemplo, se recusar a atender determinado pedido", diferencia o especialista.
De acordo com o advogado, a ausência de autonomia também pode ser verificada por meio da frequência com a qual o freelancer presta serviços para um determinado contratante, podendo servir como um elemento caracterizador de vínculo empregatício. "Apesar de não serem estabelecidos horários de trabalho, nem prazo final para entrega de um serviço, o freelancer pode vir a ser confundido com um empregado caso não possa negar determinado pedido do contratante. Portanto, para ser freelancer, o profissional deve ter o máximo de autonomia possível", afirma Vinicius.