Halleluya 2026: Prefeitura de Fortaleza garante acolhimento e acessibilidade para pessoas neurodivergentes com Espaço da Calma Ambiente sensorial funciona durante todos os dias do festival, com estrutura preparada para acolher pessoas com TEA e outras neurodivergências Compartilhe: O espaço estará disponível de 22 a 26 de julho, no Condomínio Espiritual Uirapuru (CEU), funcionando durante toda a programação do festival (Foto: Kiko Silva) A Prefeitura de Fortaleza participa mais uma vez do Festival Halleluya com o Espaço da Calma, iniciativa que promove acolhimento e acessibilidade para pessoas neurodivergentes durante um dos maiores eventos católicos do país. O espaço estará disponível de 22 a 26 de julho, no Condomínio Espiritual Uirapuru (CEU), funcionando durante toda a programação do festival. Este é o segundo ano que a Prefeitura de Fortaleza oferta o Espaço da Calma no Halleluya. A iniciativa integra as ações do Plano Fortaleza Inclusiva, reforçando o compromisso da gestão ...
Em um momento de muitas incertezas para o mercado de trabalho cearense e brasileiro, alguns profissionais têm procurado alternativas para ampliarem a renda ou até uma forma de permanecerem ativos. Uma dessas oportunidades, que vem crescendo com a crise, é a atividade de freelancer.
De acordo com a Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) de 2015, em sua mais recente publicação do relatório disponível no site do Ministério do Trabalho, o saldo negativo sobre 2014 de vagas formais é de quase 10 mil vagas. Profissionais que fazem parte dessa força de trabalho dispensada dos empregos formais estão optando pela modalidade freelancer para continuarem na ativa.
Como distinguir
Conforme o advogado sócio da CHC Advocacia, Vinicius Vilardo, muitos empregadores e trabalhadores ainda confundem freelancer, autônomo, terceirizado e trabalhador formal. Ele explica a diferença básica entre os tipos de vínculos trabalhistas e prestações de serviços.
"O que diferencia o vínculo de emprego das demais modalidades de contratação é, principalmente, a ausência de autonomia do profissional. Ou seja, ele está vinculado à vontade do empregador, tendo de aceitar prazos, serviços e horário, por exemplo, passados por quem o contrata. Nos demais tipos, o profissional pode, por exemplo, se recusar a atender determinado pedido", diferencia o especialista.
De acordo com o advogado, a ausência de autonomia também pode ser verificada por meio da frequência com a qual o freelancer presta serviços para um determinado contratante, podendo servir como um elemento caracterizador de vínculo empregatício. "Apesar de não serem estabelecidos horários de trabalho, nem prazo final para entrega de um serviço, o freelancer pode vir a ser confundido com um empregado caso não possa negar determinado pedido do contratante. Portanto, para ser freelancer, o profissional deve ter o máximo de autonomia possível", afirma Vinicius.