*Cartórios de Protesto completam 23 anos de atividades no Ceará com mais de 17 mil convênios firmados* _Atuação do IEPTB-CE rendeu homenagem na Assembleia Legislativa: Presidente Samuel Araripe recebe das mãos do deputado estadual Pedro Matos o certificado_ Entre pessoas físicas, jurídicas e órgãos públicos, o Instituto de Estudos e Protesto de Títulos do Brasil (IEPTB-CE) chega aos 23 anos de atuação com mais de 17 mil convênios firmados. Em números, a atuação local dos cartórios de protesto representa quase *R$ 1 bilhão* devolvido aos credores por meio de *1,5 milhão de títulos recuperados* entre os anos de 2010 e 2024. Em reconhecimento ao trabalho desses tabeliães, a Assembleia Legislativa do Estado do Ceará promoveu uma sessão solene na tarde da última segunda-feira (9) para homenagear a categoria, tendo como autor do requerimento o deputado estadual Pedro Matos. Para o presidente do IEPTB-CE, Samuel Araripe, esses números não são meras estatísticas. “Eles repre...
A evolução dos tumores e as terapias mais assertivas para cada paciente
Assim como uma mulher nunca é igual a outra, por mais parecida que seja aos nossos olhos, o câncer de mama não é uma doença única. Com a evolução da oncologia, sabemos hoje que existem diferentes subtipos de câncer de mama que se comportam de maneiras distintas, com prognósticos e tratamentos diversos.
Dia 31 de maio, durante evento que reunirá importantes nomes da oncologia, Dr. Alberto Pereira, oncologista clínico do Instituto do Câncer do Ceará, vai falar sobre importantes temas da atualidade sobre o câncer de mama como novidades no tratamento do câncer de mama, monoterapia e terapia combinada.
Para a Dr. Alberto, “pode se dizer que a quimioterapia pode não ser o melhor tratamento para todas as pacientes, precisamos consolidar outras terapias na hora de montar o plano clínico”. Esse tema vem sendo discutido com frequência nos fóruns médicos, pois tem se percebido um real valor para as pacientes.
O mais importante no tratamento do câncer de mama hoje é a abordagem multidisciplinar e individualizada para cada paciente. Antes de programar o melhor tratamento, o oncologista deve avaliar qual é o subtipo molecular de câncer de mama daquela paciente, pois somente assim poderá saber se determinado remédio ou procedimento será eficaz em combater a doença.
O câncer de mama é a neoplasia mais comum entre as mulheres em todo mundo. Para este ano, segundo estimativa do Instituto Nacional do Câncer (INCA), serão 57.960 novos casos.
É muito importante que cada paciente converse com seu médico todas as possibilidades de tratamento e diagnóstico, isso pode ajudar a traçar a melhor terapia para a qualidade de vida da paciente e até a recuperação.