Preso há 30 anos, Marcinho VP permanece em presídio federal fora do RJ Extinção de penas levou Justiça rediscutir manutenção da prisão Douglas Corrêa - Repórter da Agência Brasil Publicado em 21/09/2026 - 08:01 Rio de Janeiro © Reuters/Jose Lucena/Proibida reprodução Versão em áudio Marcinho VP , um dos líderes do Comando Vermelho , permanece recluso em presídio federal fora do Rio. A confirmação unânime da 8ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça ocorreu após serem extintas, em abril, penas que ele cumpria. No entanto, dois mandados de prisão preventiva expedidos pela Justiça estadual permanecem em vigor. Diante desse cenário, o Ministério Público do Rio de Janeiro requereu a manutenção cautelar no sistema federal até a conclusão do procedimento que decidirá definitivamente sobre a medida. O traficante completou, em 2026, 30 anos detido. Atualmente, está no presídio federal de Campo Grande, em Mato Grosso do Sul. Memória Processado e condenado por tráfico de drogas e homicídio...
A evolução dos tumores e as terapias mais assertivas para cada paciente
Assim como uma mulher nunca é igual a outra, por mais parecida que seja aos nossos olhos, o câncer de mama não é uma doença única. Com a evolução da oncologia, sabemos hoje que existem diferentes subtipos de câncer de mama que se comportam de maneiras distintas, com prognósticos e tratamentos diversos.
Dia 31 de maio, durante evento que reunirá importantes nomes da oncologia, Dr. Alberto Pereira, oncologista clínico do Instituto do Câncer do Ceará, vai falar sobre importantes temas da atualidade sobre o câncer de mama como novidades no tratamento do câncer de mama, monoterapia e terapia combinada.
Para a Dr. Alberto, “pode se dizer que a quimioterapia pode não ser o melhor tratamento para todas as pacientes, precisamos consolidar outras terapias na hora de montar o plano clínico”. Esse tema vem sendo discutido com frequência nos fóruns médicos, pois tem se percebido um real valor para as pacientes.
O mais importante no tratamento do câncer de mama hoje é a abordagem multidisciplinar e individualizada para cada paciente. Antes de programar o melhor tratamento, o oncologista deve avaliar qual é o subtipo molecular de câncer de mama daquela paciente, pois somente assim poderá saber se determinado remédio ou procedimento será eficaz em combater a doença.
O câncer de mama é a neoplasia mais comum entre as mulheres em todo mundo. Para este ano, segundo estimativa do Instituto Nacional do Câncer (INCA), serão 57.960 novos casos.
É muito importante que cada paciente converse com seu médico todas as possibilidades de tratamento e diagnóstico, isso pode ajudar a traçar a melhor terapia para a qualidade de vida da paciente e até a recuperação.