O Corpo de Bombeiros Militar do Ceará manifesta profundo pesar pelo falecimento da cadela Iara, integrante da Companhia de Busca com Cães, ocorrido na madrugada desta quinta-feira (15/01), durante o deslocamento para uma operação no interior do estado do Maranhão. Iara passou a apresentar sintomas compatíveis com torção gástrica já nas proximidades do destino final da missão. Apesar dos esforços imediatos, a cadela não resistiu e veio a óbito nos braços de seu condutor, o sargento João, companheiro de jornada e de incontáveis operações. De origem inesperada e raça inicialmente desconhecida, Iara rapidamente se destacou pelo temperamento singular, pela dedicação ao trabalho e pela forte conexão com a tropa. Ao longo de sua trajetória operacional, participou de cursos fora do estado, integrou grandes operações, a exemplo da atuação em Mossoró, contribuiu diretamente para a localização de vítimas e entrou para a história da corporação ao se tornar a primeira cadela da raça Braco Ale...
A evolução dos tumores e as terapias mais assertivas para cada paciente
Assim como uma mulher nunca é igual a outra, por mais parecida que seja aos nossos olhos, o câncer de mama não é uma doença única. Com a evolução da oncologia, sabemos hoje que existem diferentes subtipos de câncer de mama que se comportam de maneiras distintas, com prognósticos e tratamentos diversos.
Dia 31 de maio, durante evento que reunirá importantes nomes da oncologia, Dr. Alberto Pereira, oncologista clínico do Instituto do Câncer do Ceará, vai falar sobre importantes temas da atualidade sobre o câncer de mama como novidades no tratamento do câncer de mama, monoterapia e terapia combinada.
Para a Dr. Alberto, “pode se dizer que a quimioterapia pode não ser o melhor tratamento para todas as pacientes, precisamos consolidar outras terapias na hora de montar o plano clínico”. Esse tema vem sendo discutido com frequência nos fóruns médicos, pois tem se percebido um real valor para as pacientes.
O mais importante no tratamento do câncer de mama hoje é a abordagem multidisciplinar e individualizada para cada paciente. Antes de programar o melhor tratamento, o oncologista deve avaliar qual é o subtipo molecular de câncer de mama daquela paciente, pois somente assim poderá saber se determinado remédio ou procedimento será eficaz em combater a doença.
O câncer de mama é a neoplasia mais comum entre as mulheres em todo mundo. Para este ano, segundo estimativa do Instituto Nacional do Câncer (INCA), serão 57.960 novos casos.
É muito importante que cada paciente converse com seu médico todas as possibilidades de tratamento e diagnóstico, isso pode ajudar a traçar a melhor terapia para a qualidade de vida da paciente e até a recuperação.