Ciclo Carnavalesco movimenta mais de 227 mil turistas em Fortaleza Dados do Observatório do Turismo apontam impacto econômico de R$ 1,15 bilhão na economia da capital no período de pré-Carnaval e Carnaval Compartilhe: A capital cearense vem consolidando um novo posicionamento como destino carnavalesco. Esse avanço é resultado de um trabalho contínuo de promoção e de uma combinação de fatores que tornam a experiência cada vez mais atrativa: uma programação cultural diversificada e descentralizada, aliada aos atrativos já consagrados da cidade, como praias, gastronomia, lazer e vida urbana (Foto: Marcelo Obana) Fortaleza terá uma movimentação turística intensa ao longo do Ciclo Carnavalesco de 2026. De acordo com dados do Observatório do Turismo da Secretaria Municipal do Turismo de Fortaleza (Setfor), são esperados cerca de 227.140 turistas durante o período de pré-Carnaval e Carnaval, entre os dias 16 de janeiro e 17 de fevereiro. O número representa um crescimento de 13,6% ...
Agenda cultural - Museu de Arte Sobrado Dr. José Lourenço recebe a 2ª Edição da Exposição - Fórum: Artes Descoloniais
Em cartaz, no Museu de Arte Sobrado Dr José Lourenço, equipamento da Secretaria da Cultura do Estado do Ceará, a Exposição/Fórum "Artes Descoloniais, em sua 2ª edição, traz como proposta unir teoria e prática, permitindo aos participantes uma experiência diferenciada sob determinada temática, a partir de diversos e interdisciplinares pontos de vista a respeito.
"Considerando os dez anos do Museu, que desde o princípio é um contínuo ambiente de reflexão, discussão e debate, faz-se necessário que a temática seja urgente e precisa: Arte Descolonial. Foi pensando nisso que o Museu de Arte Sobrado Dr. José Lourenço convidou artistas, pesquisadores e demais membros cooperadores dos Mundos das Artes a criar/pensar a respeito desta nomeação", destaca Natália Maranhão, Coordenadora do espaço e produtora da exposição.
Para além de um período histórico, inscrito na cronologia linear da História da Arte, entendemos que Arte Descolonial é uma prática, um ato político, uma perspectiva expandida para o artista do tempo presente, onde a memória é instrumento de luta e resistência, portanto, de praticar permanentemente a descolonização do pensamento, ressalta a Curadora Conceitual do Evento, Carolina Ruoso.
Sobre Arte Descolonial
Criar a partir de uma prática Descolonial do pensamento será problematizar a herança colonial? Será partir de uma compreensão que considera diversos centros de consciência e questiona uma perspectiva atropo/eurocêntrica? Nesta edição da Exposição/Fórum, o Sobrado Dr José Lourenço reúne trabalhos acadêmicos, experiências de professores de artes, criação artística, entre outras ações e produções acadêmicas que possam contribuir com a noção de Arte Descolonial.
Em que momentos do século XX podemos imaginar que tais elaborações apareceram em diferentes momentos e contextos nos mundos das artes? Podemos imaginar para o século XIX? E em que medida a partir de referências da Museologias Social, Crítica e Subalterna podemos pensar em uma escrita da História da Arte Descolonial em diálogo nos museus? Como os mundos das artes e do patrimônio cultural dialogam entre zonas de contato construindo protagonismos descoloniais? Nas curadorias e suas metodologias como podemos imaginar que a dimensão participativa elabora práticas subalternas de construção das narrativas sobre as artes? Nas escolas, quais temas? quais artistas? Como as práticas de criação possibilitam a construção dos sujeitos atuantes no mundo contemporâneo? É preciso ou necessário pensar na nomeação Arte Descolonial? Manifestar a Arte Descolonial para quê e para quem? Existe uma Arte Descolonial? Arte Descolonial, quem pratica? Onde encontramos? Como experimentamos? São muitas as perguntas, são muitas as possibilidades de conversa, e nos utilizamos de todos estes itens para esta 2ª Edição, para tanto, dialogamos, pensamos e criamos juntos.
:: Maiores informações pelo site:
https://sobrado3107.wixsite.co
:. Serviço:
Em cartaz de 9 a 30 de Setembro/2017