Os fortalezenses estão demonstrando seu compromisso com a saúde coletiva. Em 12 dias, a Prefeitura de Fortaleza aplicou, no público prioritário, 121.760 doses da vacina contra a influenza. A Capital antecipou a campanha anual, iniciando em 20 de março, enquanto no restante do país a vacinação começou na semana posterior. Somente no dia D, realizado no último sábado (28/03), foram aplicadas aproximadamente 28 mil doses. A vacina está disponível nos 134 postos de saúde da Capital, de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 18h30. Além disso, aos finais de semana e feriados, a Prefeitura está investindo na descentralização, com mais postos abertos e em locais públicos, como shoppings. A ampliação não interfere no funcionamento dos postos de saúde que atuam exclusivamente como pontos de vacinação aos finais de semana e feriados: Maurício Mattos Dourado, no bairro Edson Queiroz, e Geraldo Madeira Sobrinho (Pio XII), no bairro São João do Tauape. “A antecipação da campanha foi uma estratégi...
Cearense sempre pede chuva, mas com elas chegam os indesejáveis mosquitos, e alguns, como o Aedes aegypti, em uma simples picada pode trazer várias doenças. Vale tudo para evitar o ataque dos insetos. A orientação primeira é evitar o acúmulo de água parada, mas feito isso, é importante também o uso de outras estratégias como mosquiteiros e repelentes.
Mas ao contrário do que o senso comum diz, o uso de repelentes requer muito cuidado. O primeiro e mais trivial dos cuidados é evitar aplicar o produto em locais com lesões na pele ou em caso de alergias a algum dos componentes.
“Os repelentes são importantes aliados contra a ação de mosquitos, porém, é preciso estar atento ao modo de aplicação presente no rótulo e aos componentes químicos do produto. E lembra que o uso exagerado do produto é prejudicial à saúde”, explica André Ramalho Guanabara, médico especialista em vida saudável.
Dentre as recomendações, há um lembrete: o produto perde o efeito conforme as horas passam, entretanto, os mais eficientes, que incluem icaridina na fórmula, oferecem uma proteção de até 10 horas. Em adultos, o recomendado é aplicar o produto no máximo três vezes por dia.
Dr. André alerta ainda sobre o uso do produto por gestantes. “Os repelentes considerados mais seguros para as grávidas são aqueles que são à base de icaridina, DEET e possuem óleos essenciais de citronela. Os de DEET são ainda melhores”, aconselha.
Em crianças, o uso de repelentes deve ser ainda mais comedido. “Em bebês até seis meses não é recomendado o uso do produto. Para proteger a criança, isole a pele dele com óleo infantil, que ajuda a evitar que o mosquito identifique o cheiro do suor do bebê. O ideal é deixar a pele oleosa. Use telas de proteção na janela e mantenha ambientes fechados” orienta Dr. André.
Ele afirma ainda que entre seis meses e dois anos ainda é aconselhável evitar, mas se houver muita necessidade é preferível os repelentes à base de termetrina, menos tóxico do que o D.E.E.T. Já nas crianças entre 2 e 7 anos o produto deve ser usado com moderação, a concentração deve ser menor que 10%.
Se a população seguir essas orientações, estará protegida dos insetos e dos possíveis efeitos nocivos que uso equivocado do repelente pode causar.

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