Cerrado brasileiro perdeu 13,9 milhões de hectares de margens de rios Área desmatada equivale ao território do estado do Acre Fabíola Sinimbú - Repórter da Agência Brasil Publicado em 08/10/2026 - 07:07 Brasília © Palê Zuppani/ICMbio Versão em áudio O bioma Cerrado perdeu 13,9 milhões de hectares de vegetação nativa, localizadas em até 500 metros de rios e outros cursos de água, entre os anos de 1985 e 2025. Equivalente ao estado do Amapá em tamanho, a área representa mais de um quarto, 26,9%, de toda a cobertura verde convertida em outros usos no período. Os dados são de um recorte sobre o Cerrado divulgado nesta quinta-feira (8), da Coleção 11 do MapBiomas de mapas anuais de cobertura e uso da terra no Brasil. De acordo com Bárbara Costa, analista de pesquisa do IPAM e integrante da equipe Cerrado do MapBiomas, a redução dessa cobertura pode afetar a qualidade e a disponibilidade da água e deixar a paisagem mais vulnerável a eventos climáticos extremos, como secas e chuvas int...
O Projeto SuperAção procura trabalhar o comportamento dos estudantes com atividades que vão além das disciplinas escolares.
Em busca de ir além das competições de resultados em vestibulares, o Master criou o SuperAção, projeto que objetiva trabalhar obstáculos comportamentais, melhorando o rendimento escolar e otimizando os pontos fortes de cada aluno.
Segundo a equipe docente que dá suporte ao SuperAção, o projeto ajuda estudantes com problemas de retenção de informações, falta de afinidade pelos estudos, baixa autoestima, dificuldade de adaptação, alto índice de dispersão e até ansiedade, que, segundo o relatório da Organização Mundial de Saúde (OMS) de 2014, é a principal causa de doença entre jovens de 10 a 19 anos. Nas aulas que fazem parte da ação, os estudantes aprendem como estudar cada disciplina para obter melhores resultados, desenvolvendo raciocínio lógico e tendo acesso, inclusive, a aulas de retórica, para se expressarem melhor.
“Na época da criação do projeto, nossa preocupação foi exatamente dar uma atenção àqueles alunos que não acreditam em si mesmo. As escolas competitivas geralmente olham apenas para os estudantes com mais resultados nos vestibulares, e nós quisemos destacar os alunos que são, muitas vezes, esquecidos nessas instituições. No SuperAção, nós não focamos em nota, mas sim no comportamento, que reflete diretamente no rendimento escolar do aluno”, explica Assis Brito, professor responsável pelo projeto. Com a eficácia da iniciativa, não é raro que os alunos do projeto estejam entre os 10 primeiros lugares da sala no quesito nota, finaliza.
O programa funciona em semanas alternadas, por 2h, durante os respectivos contraturnos dos participantes. E qualquer aluno pode participar.
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