O Ferroviário Atlético Clube entrou em campo pela primeira partida da semifinal diante do Fortaleza , no Estádio Presidente Vargas , contando com duas ausências: Lucas Black e Thalisson. O Tubarão da Barra iniciou a partida de forma equilibrada. Aos 12 minutos da primeira etapa, em cobrança de escanteio, a equipe adversária abriu o placar. Após o gol, a equipe coral conseguiu se reorganizar e passou a criar boas oportunidades. A primeira grande chance veio aos 15 minutos, com João Neto finalizando de fora da área e exigindo grande defesa do goleiro adversário. Aos 21 minutos, em bela jogada individual pela direita, Yair Mena também obrigou o arqueiro a trabalhar novamente. Aos 25 minutos, Ramires fez excelente jogada pelo meio, saiu cara a cara com o goleiro, que realizou mais uma importante defesa. A primeira etapa foi encerrada com o placar de 1 a 0 para o Fortaleza. Na segunda etapa, o confronto voltou equilibrado, com as duas equipes buscando o gol. Ao...
No vizinho - Lei do Piauí que obrigava instalação de bloqueadores de celular nos presídios é inconstitucional
Na sessão extraordinária da manhã desta quarta-feira (1º), em decisão unânime, o Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) julgou procedente a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI 5585) e declarou inconstitucional a Lei 6.844/2016, do Piauí, que obriga concessionária de telecomunicações a instalar, em 180 dias, tecnologia que permita a realização de bloqueio de sinal de celular e internet em penitenciárias estaduais.
A ação foi ajuizada pela Associação Nacional das Operadoras Celulares (ACEL), que alegou que o Estado não pode transferir para as empresas a obrigação de zelar pela segurança pública e sustentou que a norma estadual invade a competência privativa da União para legislar sobre telecomunicações, conforme prevê o artigo 21 (inciso XI), da Constituição Federal, e também sobre telecomunicações, radiodifusão e informática, constante no artigo 22, inciso IV.
O Plenário acompanhou o voto do relator, ministro Edson Fachin, que citou precedentes do STF de diversas ações ajuizadas pela ACEL contra leis estaduais de mesma natureza e que foram julgadas inconstitucionais, como nos estados de Mato Grosso do Sul, Paraná, Bahia, Santa Catarina e Mato Grosso. Prevaleceu entendimento de que os entes federados não podem legislar sobre matéria referente a telecomunicações, sendo esta uma competência privativa da União.
Fonte: STF
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