Brasil empata com a Austrália em Townsville Gol da Seleção foi marcado pelo atacante Rayan 1x Assessoria CBF 25/09/2026 - 09h47 Atualizado há 5 minutos O atacante Rayan marcou o gol de empate do Brasil contra a Austrália Rafael Ribeiro/ CBF O novo ciclo da Seleção Brasileira visando à Copa do Mundo de 2030 começou. Nesta sexta-feira (25), no Queensland Country Bank Stadium, em Townsville, o Brasil empatou em 1 a 1 com a Austrália. O próximo compromisso da Seleção na Super Data FIFA será na terça-feira (29), às 7h (horário de Brasília), novamente contra os australianos. O primeiro gol do Brasil neste novo ciclo foi marcado por Rayan, que entrou no segundo tempo no lugar de Estevão. O gol australiano saiu aos 22 minutos da etapa final após cobrança de falta de Irankunda, que abriu o placar da partida. Ainda buscando o melhor entrosamento entre os convocados, o Brasil estudou o adversário e viu a Austrália com maior posse de bola e dominando as ações de jogo no primeiro tempo. A pri...
O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou seguimento (julgou inviável) ao Habeas Corpus (HC) 163599, no qual a defesa do policial militar Marcílio Costa Andrade pedia a nulidade da ação penal a que responde perante a Justiça do Ceará. Ele foi denunciado com outros 44 policiais militares pela participação na “Chacina do Curió", em 2015, em Fortaleza (CE), quando 11 pessoas foram assassinadas e sete ficaram feridas.
O habeas corpus foi impetrado contra decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) que negou recurso em HC apresentado pela defesa. Entre outros pontos, a defesa alegou no STF ofensa aos princípios do juiz natural e do promotor natural em razão da criação de comissão processante nos termos da Lei 12.694/2012, que dispõe sobre o processo e o julgamento colegiado em primeiro grau de jurisdição de crimes praticados por organizações criminosas. Sustentou ainda que a denúncia oferecida pelo Ministério Público seria inepta, por ser omissa e contraditória, impossibilitando o regular exercício do direito de defesa.
O ministro Luiz Fux não verificou, no caso, situação que autorize a concessão da ordem ante a ausência de flagrante ilegalidade ou abuso de poder no ato do STJ. Em relação à alegação de ofensa aos princípios do juiz natural e do promotor natural, o relator apontou que a criação do órgão colegiado para processar e julgar os crimes em questão obedeceu às diretrizes da Lei 12.694/2012. Segundo o ministro, o juízo de origem apresentou fundamentação idônea para a constituição do colegiado, demonstrando a “temerária condução de forma singular da ação penal, em que são denunciados 45 policiais militares, entre eles alguns com elevado grau de periculosidade, com formação aparente de grupo de extermínio”. Da mesma forma, afirmou o relator, a designação de uma comissão de promotores de Justiça para atuar no caso, considerando as particularidades do processo, também não ofende o princípio do promotor natural.
O relator também rebateu o argumento de uma suposta inépcia da denúncia. Segundo ele, se a peça acusatória evidencia a realização de fato típico com prova da materialidade e indícios suficientes de autoria, de modo a possibilitar o pleno exercício da defesa, não há razão para se alegar vulneração ao artigo 41 do Código de Processo Penal. “Se a instância de origem, à luz dos fatos aduzidos, reconheceu a idoneidade da denúncia, não há que se falar em trancamento da ação penal pela via do habeas corpus”, ressaltou.
Fonte: STF
Comentários
Postar um comentário
Expresse aqui a sua opinião sobre essa notícia.