*O LUXO QUE SE MOVE EM SILÊNCIO* _Por que os investidores mais sofisticados não erram e quase nunca aparecem_ _Por Sacha Myrna - CEO X Metros Quadrados_ Durante muito tempo, o mercado imobiliário de luxo no Brasil foi tratado como uma extensão do desejo: metragens amplas, vistas privilegiadas, acabamentos exuberantes e endereços que impressionam à primeira leitura. Ainda é assim na superfície. Mas, por trás das decisões realmente inteligentes, o luxo deixou de ser impulso e passou a ser estratégia patrimonial. Hoje, o investidor que opera no topo do mercado, não pergunta apenas quanto custa o metro quadrado. Ele quer entender por que aquele ativo continuará sendo desejado quando o ciclo econômico mudar — porque os ciclos sempre mudam. Nos últimos anos, mesmo com inflação persistente, juros elevados e incertezas macroeconômicas, alguns ativos imobiliários de alto padrão seguiram performando com estabilidade. Dados de transações registradas em capitais como São Paulo, Recife e Fort...
O ministro Marco Aurélio, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou medida liminar na qual a defesa de Erismar Mariz de Oliveira, acusado de integrar grupo criminoso que assaltava bancos e carros-fortes no Ceará, pedia a revogação de sua prisão preventiva. A decisão do relator foi proferida no Habeas Corpus (HC) 164583.
Oliveira foi preso em flagrante em agosto deste ano, junto com outros envolvidos, pela suposta prática dos crimes de integrar organização criminosa, receptação, posse de substância explosiva, uso de documento falso e posse de arma de fogo de uso restrito. Em seguida, o juízo da 3ª Vara de Morada Nova (CE) converteu a prisão em preventiva, com fundamento na necessidade de garantia da ordem pública e da instrução processual, fazendo referência à gravidade concreta dos delitos.
Habeas corpus buscando a revogação da custódia cautelar foi negado pelo Tribunal de Justiça do Estado do Ceará (TJ-CE) e, em seguida, ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou liminar em habeas lá impetrado com o mesmo objetivo. No Supremo, a defesa pediu a revogação da prisão ou sua substituição por medidas cautelares alternativas, alegando que os fundamentos utilizados para impor a custódia seriam genéricos.
Decisão
Segundo o relator, o juízo de primeira instância, ao converter a prisão em flagrante em preventiva, mencionou a apreensão de apetrechos para furar pneu, 33 quilos de emulsão explosiva e uma pistola calibre .40 com carregador e ainda apontou suposta participação do investigado em organização criminosa. Esses fatos, para o ministro Marco Aurélio, atestam a necessidade da custódia em razão da periculosidade sinalizada nos autos. O ministro entendeu que a prisão preventiva, no caso, revela-se “razoável e conveniente”, atendendo aos requisitos da legislação.
Fonte: STF
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