Brasil sofre virada da Turquia e é vice-campeão da Liga das Nações Seleção feminina tropeça pela quinta vez em finais da competição Agência Brasil Publicado em 26/07/2026 - 13:39 Rio de Janeiro © Divulgação/Volleyball World Versão em áudio Seleção brasileira feminina de vôlei adiou o sonho do título inédito na Liga das Nações. Neste domingo (26), em Macau (China), as brasileiras perderam a final de virada para a Turquia, por 3 sets a 1 (parciais de 25/23. 23/25, 24/26 e 21/25) e amargaram o quinto vice-campeonato no torneio. O jogo reeditou o embate pelo bronze olímpico nos Jogos de Paris, vencido pelas brasileiras. Hoje, no entanto, a Turquia levou a melhor, contando com o talento da oposta Melissa Vargas. A cubana naturalizada turca acertou 33 ataques e conduziu o time ao bicampeonato – o primeiro ouro foi em 2023 – e, de quebra, ganhou o prêmio de melhor jogadora da Liga das Nações. A medalha de bronze da Liga ficou com a Itália - derrotada pelo Brasil no sábado (26) -,...
O ministro Marco Aurélio, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou medida liminar na qual a defesa de Erismar Mariz de Oliveira, acusado de integrar grupo criminoso que assaltava bancos e carros-fortes no Ceará, pedia a revogação de sua prisão preventiva. A decisão do relator foi proferida no Habeas Corpus (HC) 164583.
Oliveira foi preso em flagrante em agosto deste ano, junto com outros envolvidos, pela suposta prática dos crimes de integrar organização criminosa, receptação, posse de substância explosiva, uso de documento falso e posse de arma de fogo de uso restrito. Em seguida, o juízo da 3ª Vara de Morada Nova (CE) converteu a prisão em preventiva, com fundamento na necessidade de garantia da ordem pública e da instrução processual, fazendo referência à gravidade concreta dos delitos.
Habeas corpus buscando a revogação da custódia cautelar foi negado pelo Tribunal de Justiça do Estado do Ceará (TJ-CE) e, em seguida, ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou liminar em habeas lá impetrado com o mesmo objetivo. No Supremo, a defesa pediu a revogação da prisão ou sua substituição por medidas cautelares alternativas, alegando que os fundamentos utilizados para impor a custódia seriam genéricos.
Decisão
Segundo o relator, o juízo de primeira instância, ao converter a prisão em flagrante em preventiva, mencionou a apreensão de apetrechos para furar pneu, 33 quilos de emulsão explosiva e uma pistola calibre .40 com carregador e ainda apontou suposta participação do investigado em organização criminosa. Esses fatos, para o ministro Marco Aurélio, atestam a necessidade da custódia em razão da periculosidade sinalizada nos autos. O ministro entendeu que a prisão preventiva, no caso, revela-se “razoável e conveniente”, atendendo aos requisitos da legislação.
Fonte: STF
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