O torcedor do Cruzeiro presente no Mineirão no último sábado (10) viveu emoções distintas. Primeiro, a empolgação pela contratação do meia Gerson, que foi apresentado com festa aos mais de 35 mil presentes no estádio. Depois, a frustração pela derrota por 2 a 1 para o Pouso Alegre, pela rodada de abertura do Campeonato Mineiro. Gerson foi ao gramado acompanhado de familiares e de Pedro Loureiro, principal acionista da Sociedade Anônima do Futebol (SAF) do Cruzeiro. O meia vestiu a camisa 97, alusiva ao ano da conquista da última Libertadores pela Raposa (1997). O contrato assinado pelo atleta de 28 anos, que veio do Zenit, da Rússia, e foi multicampeão pelo Flamengo, vale até 2030. O clube não divulgou valores, mas trata a negociação como "histórica para o futebol brasileiro". Com a bola rolando, porém, o Pouso Alegre precisou de apenas quatro minutos para estragar a festa celeste, com Alexandre. Na etapa final, aos dez, o também meia Gabriel Tota ampliou para o time visita...
Nas informações devem constar o motivo e período da paralisação, além do novo prazo para conclusão
O vereador de Fortaleza, Plácido Filho (PSDB), apresentou na Câmara Municipal o Projeto de Lei Ordinária nº 165/2019. O objetivo da matéria é obrigar que a Prefeitura de Fortaleza possa divulgar informações sobre a paralisação de obras públicas municipais. A medida visa ajudar na transparência e na prestação de contas sobre as ações executadas com o dinheiro do contribuinte.
O texto do projeto determina que, na divulgação, sejam esclarecidos os motivos da paralisação, o período da interrupção e o novo prazo para a conclusão do trabalho. O canal utilizado para veicular as informações seria o portal da Prefeitura de Fortaleza, o que não iria gerar mais custos para o órgão. Plácido acredita que a ferramenta vai dar mais controle ao cidadão para fiscalizar o que está acontecendo com o serviço pago com dinheiro público. “É comum recebermos denúncias da população sobre obras municipais que estão paradas há muito tempo. Muitas vezes, a rotina da comunidade é completamente alterada por conta disso, e quando ocorre a paralisação sem nenhuma satisfação da Prefeitura, o povo é quem mais sofre”. O parlamentar também ressalta o prejuízo que as paralisações causam aos cofres públicos, pois geralmente ocorre um aumento nos custos da construção quando a retomada acontece.
De acordo com um estudo da Confederação Nacional da Indústria (CNI) realizado em 2018, cerca de 2.797 obras públicas estavam paralisadas no Brasil, em áreas como infraestrutura, saúde e educação. O PLO nº165/209, de autoria do vereador Plácido, pretende combater essa prática nas obras municipais de Fortaleza. A matéria está em tramitação na Câmara Municipal, onde aguarda a decisão de um relator na Comissão de Constituição, Justiça e Legislação Participativa. Caso tenha parecer favorável, segue para votação no plenário da casa.
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