Duas pessoas morrem em queda de asa-delta em São Conrado, no Rio Vítimas foram socorridas pelos bombeiros, mas não resistiram Vitor Abdala - Repórter da Agência Brasil Publicado em 02/11/2026 - 14:18 Rio de Janeiro © Reprodução/ Vídeo Versão em áudio Duas pessoas morreram nesta segunda-feira (2), depois que uma asa-delta caiu na praia de São Conrado, na zona sul da cidade do Rio de Janeiro. O Corpo de Bombeiros informou que foi acionado para o socorro das vítimas, mas não deu detalhes de como ocorreu o acidente. Os dois foram levados para o Hospital Municipal Miguel Couto, em estado grave com parada cardiorrespiratória. Um deles chegou a ser transportado com a ajuda de um helicóptero. De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, no entanto, apesar de todos os esforços da equipe médica, as vítimas não resistiram. A identificação delas não foi divulgada. A praia de São Conrado funciona como uma pista de pouso para as asas-deltas que partem do alto da Pedra Bonita.
Nas informações devem constar o motivo e período da paralisação, além do novo prazo para conclusão
O vereador de Fortaleza, Plácido Filho (PSDB), apresentou na Câmara Municipal o Projeto de Lei Ordinária nº 165/2019. O objetivo da matéria é obrigar que a Prefeitura de Fortaleza possa divulgar informações sobre a paralisação de obras públicas municipais. A medida visa ajudar na transparência e na prestação de contas sobre as ações executadas com o dinheiro do contribuinte.
O texto do projeto determina que, na divulgação, sejam esclarecidos os motivos da paralisação, o período da interrupção e o novo prazo para a conclusão do trabalho. O canal utilizado para veicular as informações seria o portal da Prefeitura de Fortaleza, o que não iria gerar mais custos para o órgão. Plácido acredita que a ferramenta vai dar mais controle ao cidadão para fiscalizar o que está acontecendo com o serviço pago com dinheiro público. “É comum recebermos denúncias da população sobre obras municipais que estão paradas há muito tempo. Muitas vezes, a rotina da comunidade é completamente alterada por conta disso, e quando ocorre a paralisação sem nenhuma satisfação da Prefeitura, o povo é quem mais sofre”. O parlamentar também ressalta o prejuízo que as paralisações causam aos cofres públicos, pois geralmente ocorre um aumento nos custos da construção quando a retomada acontece.
De acordo com um estudo da Confederação Nacional da Indústria (CNI) realizado em 2018, cerca de 2.797 obras públicas estavam paralisadas no Brasil, em áreas como infraestrutura, saúde e educação. O PLO nº165/209, de autoria do vereador Plácido, pretende combater essa prática nas obras municipais de Fortaleza. A matéria está em tramitação na Câmara Municipal, onde aguarda a decisão de um relator na Comissão de Constituição, Justiça e Legislação Participativa. Caso tenha parecer favorável, segue para votação no plenário da casa.
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