Curso mais concorrido é o de Matemática do campus de Fortaleza Publicada por Icaro Sousa em 30/06/2026 ― Atualizada em 30 de Junho de 2026 às 23:59 O Sistema de Seleção Unificada (Sisu) teve uma etapa inédita neste ano, com a realização do Sisu+, destinado a preencher vagas ociosas em instituições de ensino superior públicas no segundo semestre deste ano. E o Instituto Federal do Ceará (IFCE) registrou ampla procura. Ao todo, a instituição teve 37.469 inscrições para essa nova etapa do certame. O curso que mais registrou inscrições foi o de Licenciatura em Matemática do campus de Fortaleza, com 1.495 inscrições. Em seguida, vieram os cursos de Teatro de Fortaleza (1.328); Física, de Fortaleza (1.262); e Educação Física, de Juazeiro do Norte (911). Às matrículas por campi e as chamadas da lista de espera ocorrem nesta semana. Para conferir o cronograma de cada campus, acesse a página do Sisu no portal do IFCE.
Nas informações devem constar o motivo e período da paralisação, além do novo prazo para conclusão
O vereador de Fortaleza, Plácido Filho (PSDB), apresentou na Câmara Municipal o Projeto de Lei Ordinária nº 165/2019. O objetivo da matéria é obrigar que a Prefeitura de Fortaleza possa divulgar informações sobre a paralisação de obras públicas municipais. A medida visa ajudar na transparência e na prestação de contas sobre as ações executadas com o dinheiro do contribuinte.
O texto do projeto determina que, na divulgação, sejam esclarecidos os motivos da paralisação, o período da interrupção e o novo prazo para a conclusão do trabalho. O canal utilizado para veicular as informações seria o portal da Prefeitura de Fortaleza, o que não iria gerar mais custos para o órgão. Plácido acredita que a ferramenta vai dar mais controle ao cidadão para fiscalizar o que está acontecendo com o serviço pago com dinheiro público. “É comum recebermos denúncias da população sobre obras municipais que estão paradas há muito tempo. Muitas vezes, a rotina da comunidade é completamente alterada por conta disso, e quando ocorre a paralisação sem nenhuma satisfação da Prefeitura, o povo é quem mais sofre”. O parlamentar também ressalta o prejuízo que as paralisações causam aos cofres públicos, pois geralmente ocorre um aumento nos custos da construção quando a retomada acontece.
De acordo com um estudo da Confederação Nacional da Indústria (CNI) realizado em 2018, cerca de 2.797 obras públicas estavam paralisadas no Brasil, em áreas como infraestrutura, saúde e educação. O PLO nº165/209, de autoria do vereador Plácido, pretende combater essa prática nas obras municipais de Fortaleza. A matéria está em tramitação na Câmara Municipal, onde aguarda a decisão de um relator na Comissão de Constituição, Justiça e Legislação Participativa. Caso tenha parecer favorável, segue para votação no plenário da casa.
Comentários
Postar um comentário
Expresse aqui a sua opinião sobre essa notícia.