Prorrogação da votação teve baixa procura e frustração de eleitores Muitos encontraram seções fechadas após as 17h Mariana Tokarnia e Rafael Cardoso - Repórteres da Agência Brasil Publicado em 25/10/2026 - 21:38 Rio de Janeiro © Rafael Cardoso/Agência Brasil Versão em áudio Após a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) pela prorrogação das votações até as 19h , quem não tinha conseguido votar, viu na medida a possibilidade de garantir o voto. Mas, muitos acabaram dando de cara com portões fechados. Para os eleitores isso causou confusão e frustração. Houve mesários que só ficaram sabendo da medida após o fechamento das seções e quando já não era mais possível reabrir a votação. Quase uma hora depois da determinação de prorrogar o horário de votação, veio a orientação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) da que a decisão de prorrogação até as 19h, no horário de Brasília, serviria apenas para as seções que ainda não tinham encerrado a votação. A Agência Brasil ...
Especialista alerta para o uso do cinto de segurança, atenção aos sintomas e autorização médica.
No trânsito todo cuidado é pouco e quando se trata de trânsito e gravidez, a atenção precisa ser redobrada. No Código de Trânsito Brasileiro (CTB) não consta a proibição da gestante dirigir, mas é necessário que a mulher converse com seu médico e tenha o bom senso na hora de assumir a direção do veículo.
Segundo a última pesquisa do Canadian Medical Association Journal, as grávidas possuem 42% mais chance de envolvimento em acidentes graves de trânsito. Para o advogado especialista em trânsito, Rodrigo Nóbrega, esse número é refletido por diversos fatores. "A gestante precisa estar atenta para os sintomas e sempre pensar na sua segurança e na do bebê. Sintomas como náuseas, tonturas e sonolência podem vir a causar um acidente." ,afirma o especialista.
Além do bom senso na hora de dirigir grávida, é preciso que a gestante utilize o cinto de segurança. Apesar de muitas mulheres ignorarem o cinto na gravidez por conta do desconforto ou medo de machucar o bebê, o especialista Rodrigo Nóbrega ressalta que o seu uso é obrigatório e imprescindível. ''Ele deve ser usado da mesma forma, sendo do tipo de três pontos, mas que a faixa sub-abdominal fique mais baixa e ajustada quanto possível e a faixa diagonal deve cruzar o meio do ombro, passando entre as mamas. Nunca sobre o útero.'' Além disso, Rodrigo reforça também a importância da autorização médica para dirigir. ''Apesar de todo cuidado e atenção com os sintomas, no uso do cinto de segurança, na posição do banco, é imprescindível que a gestante converse com seu obstetra antes de enfrentar o trânsito.", conclui.
Para a obstetra Gabriela Alcântara, não existe uma contraindicação em em relação a direção, porém o recomendado é que a gestante só dirija até o 8º mês. “Depois disso a barriga fica maior, fica muito próxima ao volante e o cansaço aumenta. A mulher pode ficar mais desatenta e se tiver alguma colisão há um risco maior de um deslocamento de placenta.” afirma a médica.
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