Maria Clara Pacheco é campeã da 3ª etapa do Grand Prix, em Paris Para avançar à final, braisileira derrotou atual vice-campeã olímpica Agência Brasil Publicado em 10/10/2026 - 21:33 Rio de Janeiro © CBTKD/Divulgação Versão em áudio Campeã mundial de taekwondo, a brasileira Maria Clara Pacheco venceu neste sábado (10) a terceira etapa do Grand Prix Series 2026, em Paris. Número 1 do mundo, a atleta paulista derrotou a jordaniana Fadia Khirfan (3ª no ranking) na final da categoria até 57 quilos por 2 rounds a 0 (2 a 0 (14-3 e 16-5). Maria Clara já vencera as etapas anteriores do Grand Prix: foi campeã em junho, em Roma (Itália) e três meses depois em Muju (Coreia do Sul). Para chegar à decisão do ouro, a brasileira enfileirou vitórias. Estreou com vitória nas oitavas de final contra a Kanelya Carabin por 2 rounds a 0. Depois repetiu o placar contra a vice-campeã olímpica em Paris 2024, a iraniana Nahid Kiyanichandeh. Na semifinal, Maria Clara não teve dificuldades para derrotar a c...
Fortaleza é uma das sete cidades do Brasil com risco hídrico. É o que aponta o estudo realizado pelo Word Resources Institute (WRI). A informação consta no Atlas Aqueduct da instituição.
Para minimizar os efeitos da escassez hídrica na Capital cearense, a adoção de políticas públicas voltadas à preservação dos recursos, conscientização da população sobre o uso racional da água e pensar em dessalinização são algumas das medidas. De acordo com o Marlos de Souza, secretário da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), Fortaleza pode aprender com o exemplo australiano.
“A resposta para o estresse hídrico não passa apenas por bons reservatórios, como o Castanhão, mas também pela conscientização da população, além de políticas públicas que reduzam a perda de água no sistema de abastecimento”, afirma o especialista que é um dos congressistas do Seminário Água Innovation 2019.
Segundo ele, é preciso ir além e realizar investimentos e conceder incentivos financeiros para que todo o sistema se adeque. “Na Austrália, o consumo caiu de 250 litros de água por habitante/dia para 145 litros/dia. No Brasil, nas grandes cidades, chega-se ao valor impraticável de 330 litros consumidos por dia”, alerta.
A implantação de usinas dessalinização também proporcionaria segurança em caso de estiagem prolongada não somente para Fortaleza, mas para outras cidades do Ceará. Contudo, o tratamento e o reuso do esgoto beneficiariam ainda mais as populações, além dos setores produtivos da indústria, comércio e serviços.
“A Austrália é um dos países mais secos do mundo. Como se vive lá? Usando a água de maneira inteligente. Antes o agricultor australiano que retirava a água do lençol freático passou a comprar água reutilizada. No Brasil, a água reciclada não é utilizada por conta da resistência das pessoas”, explica.
Água Innovation 2019
O Seminário Água Innovation 2019 acontecerá nos dias 19 e 20 de agosto. Dentre os temas discutidos estão a gestão dos recursos hídricos, políticas públicas e inovações tecnológicas que podem mudar o cenário de desperdício, além de promover a responsabilidade econômica e ambiental.
Está confirmada a participação das seguintes empresas e instituições: Coca-Cola, Adece, Banco do Nordeste, Sebrae, Senai, Fiec, Sisar, Sindienergia, IFCE, Cogerh, Dnocs, Sedet, Ematerce, Enel e Assembleia Legislativa do Ceará.
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