BR-116 começa a ter iluminação modernizada com tecnologia LED em Fortaleza Intervenção contempla cerca de 1.300 luminárias em 14 km e integra plano de modernização da rede pública Compartilhe: Uma das demandas mais recorrentes da população de Fortaleza começou a ser atendida com o início da modernização da iluminação pública no trecho municipal da BR-116. A via terá toda a rede substituída por luminárias em LED, em uma intervenção que abrange aproximadamente 1.300 pontos de luz ao longo de 14 quilômetros. A modernização é executada pela Fortaleza Luz, concessionária responsável pela gestão do parque de iluminação pública da Capital, sob supervisão da Secretaria Municipal da Conservação e Serviços Públicos (SCSP) e abrange também os pontos localizados nas alças dos viadutos que passam sobre a rodovia. Segundo o secretário da SCSP, Abreu Machado, a intervenção atende uma demanda histórica e faz parte do processo de requalificação da infraestrutura urbana da cidade. “Estamos tratand...
As áreas utilizadas para o descarte de resíduos sólidos (lixos) nas cidades de Santa Quitéria e Monsenhor Tabosa foram interditadas pela Justiça cearense por funcionarem de maneira irregular. Os órgãos administrativos dos referidos municípios terão 15 dias para bloquear os espaços e deverão implantar, no prazo de um ano, aterros sanitários.
As decisões foram proferidas pelo juiz Isaac de Medeiros Santos, titular da 1ª Vara da Comarca de Santa Quitéria, e em respondência pela Comarca de Monsenhor Tabosa, após ações civis públicas, movidas pelo Ministério Público do Ceará (MPCE).
O órgão ministerial alegou que as prefeituras depositam os lixos a céu aberto, de forma aleatória, sem preocupação com o tratamento ou separação de resíduos comuns e hospitalares. Os espaços ainda permitem o acesso de pessoas não autorizadas e animais.
“Nos dois municípios, o descarte do material está em desacordo com a Constituição Federal e as Leis da Política Nacional do Meio Ambiente, de Resíduos Sólidos e de Recursos Hídricos. Em Monsenhor Tabosa, o depósito do lixo ainda é feito em local próximo às áreas indígenas, o que tem gerado constantes reclamações da Fundação Nacional do Índio (Funai)”, destacou o magistrado nas sentenças.
O juiz também levou em consideração relatórios técnicos que apontam que os resíduos sólidos estão contaminando o solo e os lençóis freáticos. A decisão de Santa Quitéria foi proferida nessa segunda-feira (26/08) e a de Monsenhor Tabosa no último dia 19.
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