Trem-AP é um dos invictos da Série D Divulgação / Trem A sexta rodada da fase de grupos da Série D do Brasileiro pode começar a indicar com mais precisão aqueles clubes que são favoritos a passar à segunda etapa da competição. Dos 96 times em disputa, 15 permanecem invictos. Portanto, com boas chances de avançar. Cada grupo tem seis equipes. As quatro mais bem pontuadas seguem na disputa ao fim da fase inicial. Os invictos, até o momento, são Manauara e São Raimundo (Grupo 1), Araguaína e Guaporé (Grupo 2), Gama e Brasiliense (Grupo 3), Goiatuba (Grupo 4), Trem e Águia de Marabá (Grupo 5), Iguatu (Grupo 6) e Fluminense-PI (Grupo 7). Também não perderam nenhum jogo ainda Serra Branca (Grupo 9), Portuguesa-SP (Grupo 13), XV de Piracicaba (Grupo 14) e Joinville (Grupo 15). Os jogos da sexta rodada da Série D vão ser disputados neste fim de semana, no sábado e no domingo.
O número representa um acréscimo de cerca de 20% no total de transplantes autólogos que foram executados em todo o Ceará.
Cuidar da saúde das pessoas vai além de tratar a doença, é necessário promover a qualidade de vida em todos os momentos. Em 2019, dez vidas e sonhos foram salvos com os transplantes de medula óssea realizados no Hospital Antonio Prudente, do Hapvida, em Fortaleza (CE). O tipo utilizado foi o autólogo, que é feito com a doação da medula do próprio paciente. O hematologista do Hapvida e especialista em transplantes, Emmerson Eulálio, explica que a escolha do tipo de transplante a ser realizado é baseada no tipo de câncer, na idade e no estado de saúde geral do paciente.
No procedimento autólogo, Emmerson Eulálio afirma que o paciente faz uso de uma medicação que estimula a produção de células-tronco e, posteriormente acontece a coleta. Essas células, então, são armazenadas e, em um segundo momento, é feita a infusão no paciente. “É complexo, pois envolve várias etapas que vai desde a preparação do paciente, passando pela coleta das células, pelo protocolo da quimioterapia, até o transplante propriamente dito. Durante todo esse processo, o paciente fica sujeito a complicações e, por isso, requer uma equipe de profissionais qualificada e muito cuidado no preparo dele”, completa. Depois da infusão, o tempo médio de recuperação é de 12 dias a 15 dias, quando acontece a alta do hospital. “Estamos conseguindo fazer os transplantes não só com sucesso, mas de maneira rápida”.
Maria de Jesus Magalhães, de 57 anos, foi a primeira paciente do Hapvida a passar pelo transplante no Antônio Prudente. Ela, acometida por um mieloma múltiplo, confiou na equipe médica do Hapvida, liderada pelo Dr. Emmerson Eulálio, e passou pelo procedimento no dia 1º de fevereiro. Sete meses depois, leva uma vida normal ao lado da família e com muita gratidão pelo trabalho realizado. “Hoje, eu estou super bem. Minha recuperação foi ótima. A equipe do Hapvida é muito preparada e profissional, fora a estrutura do hospital. Isso tudo me deixou confiante e esperançosa de que tudo fosse ocorrer bem, como aconteceu”, agradece.
O Dr. Emmerson Eulálio comemora o marco e afirma que a expectativa é terminar o ano com mais cinco transplantes realizados no Hospital. Segundo ele, o número representa um acréscimo de cerca de 20% no total de transplantes autólogos que foram executados no estado de Ceará. “O número é representativo e inclui o Hospital do Hapvida ao grupo de outros poucos hospitais particulares da Capital que fazem o procedimento. Além disso, agrega valor para todo o Sistema Nacional de Transplante, já que, no Brasil, ainda temos poucos centros de transplantes”, disse.
No Hapvida, o Hospital Antônio Prudente tem se tornado referência em transplante, tanto que, dos dez pacientes transplantados, um veio de Recife e outro de Salvador. “Todos têm sido feitos de maneira bem-sucedida. Acredito que tudo é fruto de muito trabalho, dedicação e muita fé”, ressalta o hematologista.
*Sobre o Hapvida*
Com mais de 4 milhões de clientes, o Hapvida hoje se posiciona como uma das maiores operadoras de saúde do Brasil. Os números superlativos mostram o sucesso de uma estratégia baseada na gestão direta da operação e nos constantes investimentos: atualmente, são mais de 22 mil colaboradores diretos envolvidos na operação de 28 hospitais, 82 clínicas médicas, 19 prontos atendimentos, 88 centros de diagnóstico por imagem e coleta laboratorial (Vida&Imagem) distribuídos em 12 estados onde a operadora atua com rede própria. No Ceará são seis hospitais, cinco prontos atendimentos, 18 hapclínicas e diversos centros de diagnóstico por imagem e coleta laboratorial (Vida&Imagem).
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