A Polícia Militar do Ceará (PMCE), por meio da 2ª Companhia do 18º Batalhão Policial Militar (2ª Cia/ 18º BPM), prendeu um homem de 23 anos por tráfico de drogas na tarde dessa sexta-feira (6), no bairro Pici, em Fortaleza. Na ação, os policiais militares apreenderam 470 gramas de maconha. A ocorrência foi registrada durante patrulhamento de equipes de motopatrulhamento pela Rua dos Monarcas. Ao entrarem na via, os policiais observaram um indivíduo que estava na garupa de uma motocicleta de transporte por aplicativo e que, ao perceber a presença da equipe, apresentou atitude suspeita, levando a mão por baixo da blusa como se estivesse segurando algum objeto. Diante da fundada suspeita, foi realizada a abordagem. Durante a busca pessoal, os policiais militares encontraram em posse do suspeito 470 gramas de maconha. O homem recebeu voz de prisão no local. O suspeito foi conduzido ao 32º Distrito Policial, onde foi autuado por tráfico de drogas. Assessoria de Comunicação da PMCE
A estatal petroleira venezuelana PDVSA negou nesta quinta-feira (10) sua responsabilidade nos derramamentos de petróleo registrados na costa do Brasil, após o Ministério do Meio Ambiente afirmar que o líquido preto que chegou às praias “muito provavelmente” veio da Venezuela.
“A PDVSA nega categoricamente as declarações do ministro do Meio Ambiente do Brasil, Ricardo Salles, que acusa a Venezuela de ser responsável pelo petróleo que contaminou as praias do nordeste do Brasil desde o começo de setembro”, afirmou a petroleira venezuelana em um comunicado.
A empresa considera “infundadas” as afirmações do Brasil, “já que não existe evidência alguma de derramamento de petróleo nos campos petrolíferos da Venezuela que pudesse ter gerado danos ao ecossistema marinho do país vizinho”.
Na quarta, Salles disse que as manchas que apareceram em cerca de 130 praias do Brasil “muito provavelmente” vêm do país vizinho, em meio à pior crise socioeconômica de sua história recente.
A PDVSA afirmou que não recebeu nenhum relatório de seus clientes, ou filiais, “sobre uma possível avaria, ou derramamento, nas proximidades da costa brasileira, cuja distância de nossas instalações petroleiras é de aproximadamente 6.650 km, via marítima”.
“Condenamos essas afirmações tendenciosas que pretendem aprofundar as ações unilaterais de agressão e bloqueio contra nosso povo”, afirmou a PDVSA em alusão às sanções americanas.
As manchas de petróleo foram encontradas ao longo de 2.000 km de costa do Nordeste brasileiro.
Especialistas consultados pela AFP alertam que os resíduos de petróleo ameaçam ecossistemas muito sensíveis, como praias, mangues e recifes.
Agence France-Presse
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