O Sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real (Deter) registrou no mês de junho de 2026 a queda de 35% nos alertas de desmatamento, em relação ao mesmo mês do ano passado. No último mês, foram registrados 1.233 alertas que alcançaram uma área de 297, 26 quilômetros quadrados (km²). Em junho de 2025, os alertas somaram 1.238, mas atingiram uma área de 457,61 km². A área afetada pela supressão da vegetação nativa da Amazônia é a menor em 20 anos, com redução contínua desde 2023, quando os alertas alcançaram 663 km² frente aos 1.120,2 km² de alertas detectados em 2022. Junho é o 11º mês do calendário de monitoramento 2025/2026, que já acumula para o período 11.554 alertas em uma área de 2.485,9 km². A área atingida também representa uma diminuição de 37,2% em relação aso mesmos 11 meses do calendário de 2024/2025, quando os desmatamentos alcançaram 3.959,98 km² Cerrado No bioma Cerrado, também houve redução das áreas com aviso de alerta de desmatamento no mês de junho. Foram r...
O período da Semana Santa e o último bimestre do ano são os mais positivos quando o assunto é consumo de vinhos finos. Para estes últimos dias de 2019, o Mercadinhos São Luiz espera um crescimento de 30% nas vendas dos produtos em relação ao mesmo período do ano passado.
“O Mercadinhos São Luiz está pronto para atender a esta demanda crescente, oferecendo em sua adega mais de 700 rótulos aos consumidores já consagrados e àqueles que querem ter novas experiências com a bebida nas festas de final de ano”, afirma Luiz Fernando Ramalho, diretor comercial.
A especialista em vinhos Jardênia Siqueira, da D’origem Distribuidora, afirma que esta curiosidade do cearense é responsável pelo crescimento no consumo de vinhos finos no estado. “É clara a mudança no comportamento do consumidor, e atribuímos a vários fatores: saudabilidade(as pessoas estão comendo e bebendo melhor) menos volume e mais qualidade, com isso o avanço não somente do consumo, bem como em todo entorno dessa cultura: história, elaboração e serviço. Outro fato importante é o avanço da gastronomia, vemos um grande fomento nessa área em nosso estado”, acrescenta.
Segundo Siqueira, na categoria destaque em crescimento estão os brancos finos, que têm muito a ver com o clima e gastronomia do Ceará. “Mas há uma infinidade de possibilidades, e aos poucos o cearense tem percebido que é possível harmonizar com vinhos em qualquer que seja a ocasião”, destaca.
Dados do Instituto Brasileiro do vinho (Ibravin) apontam que o Brasil se consolidou como o quinto maior produtor da bebida no Hemisfério Sul e certamente é um dos mercados que cresce mais rapidamente no globo. Hoje, a área de produção vitivinícola no Brasil soma 82 mil hectares (OIV, 2019), divididos principalmente entre seis regiões. São mais de 1,1 mil vinícolas espalhadas pelo país, a maioria instalada em pequenas propriedades (média de 2 hectares de vinhedos por família).
O potencial de crescimento é enorme, uma vez que apenas 7% dos brasileiros afirmam consumir vinho praticamente todos os dias. Segundo a Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV), o consumo per capita de vinhos no Brasil é de dois litros por ano.
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