Brasileirão Palmeiras abre vantagem na liderança e Red Bull Bragantino também vence Mirassol e Santos empataram duelo entre si, enquanto Corinthians e São Paulo foram derrotados fora de casa (Crédito: Cesar Greco / Ag. Palmeiras) Publicado em 23 de agosto de 2026, às 21h37 Os seis times paulistas do Brasileirão entraram em campo neste domingo (23) pela 24ª rodada. Destaque para o Palmeiras, que goleou e voltou a disparar na liderança. O Red Bull Bragantino também venceu. Mirassol e Santos empataram duelo entre si, enquanto Corinthians e São Paulo foram derrotados fora de casa. O Palmeiras recebeu o Vasco no Nubank Parque e goleou por 4 a 1 com todos os gols no segundo tempo, marcados por Flaco López (2), Vitor Roque e Maurício. O time chegou a 51 pontos e abriu vantagem para o Flamengo, em segundo com 45 após perder para o Cruzeiro por 2 a 1 no sábado (22). Os cariocas, porém, têm um jogo a menos. O Red Bull Bragantino voltou a vencer após quatro jogos ao fazer 1 a 0 no Grêmio no...
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- 28-01-2020
A 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE) negou, nesta terça-feira (28/01), liberdade para Jorgeandro Vieira de Oliveira, policial acusado de tentar matar a namorada e atirar contra convidados durante festa de formatura no município de Ipu, distante 297 km de Fortaleza. O crime aconteceu em agosto de 2019.
Conforme os autos, o policial discutiu com a namorada e tentou matá-la com arma de fogo. Os disparos atingiram três pessoas que estavam no local. Ele foi imobilizado por convidados e levado para delegacia da cidade vizinha de Tianguá. Jorgeandro foi autuado por tentativa de homicídio. No dia seguinte foi decretada sua prisão preventiva.
Requerendo a revogação da prisão, a defesa ingressou com habeas corpus (nº 0633232-48.2019.8.06.0000) no TJCE. Alegou excesso de prazo na formação da culpa.
Ao julgar o caso, a 3ª Câmara Criminal negou o pedido, por unanimidade, por considerar o relevante descontrole demonstrado pelo agente policial durante a ação a ele imputada. Segundo a decisão, não há comprovação documental de que a tese de excesso de prazo na formação da culpa foi debatida em Primeira Instância, de modo que se torna desaconselhável conhecê-la, sob risco de indevida incursão em indesejável supressão de instância.
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