Nesta segunda-feira (8), a Diretoria de Competições da FCF publicou a Tabela Básica e o Regulamento do Campeonato Cearense Série C. A Terceira Divisão estadual inicia no dia 26 de julho e contará com sete equipes na disputa. Em reunião realizada na sede da Casa do Futebol Cearense, os clubes inscritos na competição aprovaram a fórmula de disputa onde todos os clubes se enfrentarão em partidas de ida em um único grupo na Primeira Fase. Ao término dos confrontos, os quatro melhores colocados avançarão para as semifinais. Confira como ficaram os confrontos da rodada de abertura da competição: FC Acopiara x Pacatuba Vila Real x Esporte Limoeiro Calouros do Ar x Palmácia Posteriormente, as rodadas serão detalhadas pela Diretoria de Competição. Para ver a Tabela Básica, clique aqui Para ver o Regulamento, clique aqui
Janeiro Roxo reforça o compromisso em controlar a hanseníase, oferecer o diagnóstico e o tratamento corretos, difundir informações e desfazer o preconceito.
De acordo com a organização mundial da Saúde (OMS), o Brasil se encontra em segundo lugar mundial no número de novos casos de hanseníase diagnosticados a cada ano (o primeiro lugar é representado pela Índia). Entretanto, os números se distribuem de forma heterogênea nas diferentes regiões do país, sendo Mato Grosso, Tocantins, Maranhão, Pará e Piauí os estados que se destacam nos maiores índices de casos desta doença.
Segundo a dermatologista Hercilia Queiroz, apesar de ser uma doença da pele, a hanseníase é transmitida através de gotículas que saem do nariz, ou através da saliva do paciente. Afeta primordialmente a pele, mas pode afetar também os olhos, os nervos periféricos e, eventualmente, outros órgãos. Ao penetrar no organismo, a bactéria inicia uma luta com o sistema imunológico do paciente. O período em que a bactéria fica escondida ou adormecida no organismo é prolongado, e pode variar de dois a sete anos.
A doença pode provocar graves incapacidades físicas se o diagnóstico demorar ou se o tratamento for inadequado. Por isso, a dermatologista ressalta a importância de investigar os primeiros sinais, que são manchas claras, róseas ou avermelhadas no corpo, que ficam dormentes e sem sensibilidade ao calor, frio ou toque. Podem aparecer placas, caroços e/ou inchaços. Quando afeta os nervos, pode causar formigamento, sensação de choque, dormência e queimaduras nas mãos e pés por falta de sensibilidade, além de falta de força e problemas nos olhos.
“Existe em nosso organismo uma defesa natural contra a bactéria que transmite, porém somente alguns pacientes se tornam suscetíveis e desenvolvem a doença”, esclarece Hercilia. O tratamento é gratuito oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e tem duração de 6 a 12 meses. Os pacientes podem se tratar em casa, com supervisão periódica nas Unidade Básica de Saúde (UBS).
Uma dica importante é convencer e conscientizar os familiares e pessoas próximas a um paciente sobre a importância de procurarem uma UBS para avaliação, quando for diagnosticado um caso de hanseníase na família. Dessa forma, a doença não será transmitida nem pela família nem pelos parentes próximos e amigos.
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