O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos nomeou 500 aprovados na segunda edição do Concurso Público Nacional Unificado (CPNU 2) para dois cargos de nível superior. Para o cargo de Analista Técnico de Justiça e Defesa (ATJD), foram 250. As demais 250 nomeações são para a carreira de Analista Técnico de Desenvolvimento Socioeconômico (ATDS). Todos estarão lotados no Ministério da Gestão e vão exercer as atividades de forma descentralizada em órgãos da administração pública federal direta. As nomeações dos aprovados no Enem dos Concursos foram publicadas em edição extra do Diário Oficial da União de segunda-feira (20). Os dois cargos foram criados em 2025 pela Lei nº 15.141/2025 e integram as carreiras transversais da administração pública federal, o que, na prática, permite que os servidores sejam alocados entre diferentes ministérios e secretarias, conforme as demandas do governo federal. Posse Os nomeados devem observar as orientações e os procedimentos para po...
Janeiro Roxo reforça o compromisso em controlar a hanseníase, oferecer o diagnóstico e o tratamento corretos, difundir informações e desfazer o preconceito.
De acordo com a organização mundial da Saúde (OMS), o Brasil se encontra em segundo lugar mundial no número de novos casos de hanseníase diagnosticados a cada ano (o primeiro lugar é representado pela Índia). Entretanto, os números se distribuem de forma heterogênea nas diferentes regiões do país, sendo Mato Grosso, Tocantins, Maranhão, Pará e Piauí os estados que se destacam nos maiores índices de casos desta doença.
Segundo a dermatologista Hercilia Queiroz, apesar de ser uma doença da pele, a hanseníase é transmitida através de gotículas que saem do nariz, ou através da saliva do paciente. Afeta primordialmente a pele, mas pode afetar também os olhos, os nervos periféricos e, eventualmente, outros órgãos. Ao penetrar no organismo, a bactéria inicia uma luta com o sistema imunológico do paciente. O período em que a bactéria fica escondida ou adormecida no organismo é prolongado, e pode variar de dois a sete anos.
A doença pode provocar graves incapacidades físicas se o diagnóstico demorar ou se o tratamento for inadequado. Por isso, a dermatologista ressalta a importância de investigar os primeiros sinais, que são manchas claras, róseas ou avermelhadas no corpo, que ficam dormentes e sem sensibilidade ao calor, frio ou toque. Podem aparecer placas, caroços e/ou inchaços. Quando afeta os nervos, pode causar formigamento, sensação de choque, dormência e queimaduras nas mãos e pés por falta de sensibilidade, além de falta de força e problemas nos olhos.
“Existe em nosso organismo uma defesa natural contra a bactéria que transmite, porém somente alguns pacientes se tornam suscetíveis e desenvolvem a doença”, esclarece Hercilia. O tratamento é gratuito oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e tem duração de 6 a 12 meses. Os pacientes podem se tratar em casa, com supervisão periódica nas Unidade Básica de Saúde (UBS).
Uma dica importante é convencer e conscientizar os familiares e pessoas próximas a um paciente sobre a importância de procurarem uma UBS para avaliação, quando for diagnosticado um caso de hanseníase na família. Dessa forma, a doença não será transmitida nem pela família nem pelos parentes próximos e amigos.
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