Foto: Celso da Luz/Criciúma Esporte Clube O Criciúma perdeu para o Fortaleza por 3 a 2 na noite deste domingo, dia 19, no estádio Presidente Vargas, em Fortaleza (CE), pela quinta rodada da Série B do Campeonato Brasileiro. Os gols da partida foram marcados por Luiz Fernando, Ruan (contra) e Bruno Alves (contra), para o Leão. Já o Tigre marcou com Fellipe Mateus e Bruno Alves. Com o resultado, o Criciúma caiu três posições e ocupa o 10º lugar, com sete pontos. Já o Fortaleza assumiu a vice-liderança da competição, com dez pontos. Na próxima rodada, o Tigre recebe o CRB pela sexta rodada. O confronto acontece no domingo, dia 26, às 20h30, no estádio Heriberto Hülse. Já o Leão encara o Operário-PR, também no domingo, às 18 horas, no estádio Germano Krüger. Primeiro tempo As duas equipes começaram o duelo se estudando e trocando passes no meio-campo. Até que aos 7 minutos, Bruno Alves estava com a bola dominada e tentou atravessá-la na entrada da área, porém entregou nos pés d...
Utilizando o Minecraft Education Edition, o SESI criou desafio para mais de 134 mil estudantes do
Ensino Fundamental I e II a pensarem um “mundo” antes e depois da covid-19
Estimular o envolvimento dos estudantes com as tarefas escolares já é uma missão desafiadora em sala de aula. Em uma realidade de ensino a distância, como a que vivemos atualmente, o desafio passa a ser ainda maior. Foi frente a esse cenário que o Serviço Social da Indústria (SESI) decidiu recorrer ao Minecraft para incentivar um envolvimento maior dos alunos na aprendizagem e ainda estimular elementos como criatividade e colaboração.
Para isso, criaram um desafio relâmpago que incentiva os mais de 134 mil estudantes do Ensino Fundamental I e II (6 a 14 anos) do SESI a criarem no Minecraft Education Edition um “mundo” antes da pandemia da covid-19 e outro depois dela. Para cumprir o desafio na plataforma de aprendizado baseada em jogos, os estudantes têm que pesquisar mais sobre os impactos da doença, e o que ela provoca de mudanças no comportamento das pessoas, dos estabelecimentos e nos serviços públicos em sua própria cidade.
O primeiro passo do SESI foi possibilitar o uso do Minecraft Education Edition pelos estudantes e docentes em suas próprias casas, pois antes a utilização ocorria em computadores nos laboratórios das escolas. A BigBrain, parceira da Microsoft na área de educação, foi quem apoiou esse processo, inclusive em relação à capacitação dos educadores para o uso do Minecraft Education Edition nas atividades e a criação do desafio.
“A vontade de trabalhar com o Minecraft surgiu com o desafio de manter os estudantes focados e interessados nas aulas, mesmo a distância, uma dificuldade que todas as escolas devem estar enfrentando nesse momento”, afirma Perla Amorim, especialista da área de educação no departamento nacional do SESI. A ideia, segundo Perla, é que todas as áreas do conhecimento sejam trabalhadas com a utilização dessa plataforma de jogo com muita criatividade.
Com o desafio “Mundo em Ação! Prevenção e Educação” no Minecraft, uma das habilidades trabalhadas é a autonomia, trazendo o aluno como protagonista tanto na busca por informações, quanto na escolha dos elementos que vai utilizar para montar o seu “mundo” antes e depois da pandemia da covid-19.
O SESI preparou um manual de instalação do Minecraft Education Edition e disponibilizou para que os estudantes o fizessem em casa, com ajuda dos pais. Além disso, o estudante faz o reconhecimento dos principais comandos e inicia um processo de pesquisa para a elaboração do seu próprio ambiente. “Pedimos a construção de uma cidade pós pandemia, como forma de o aluno pesquisar e se inteirar sobre o cenário atual, além de entender melhor sobre sua própria cidade. Tudo isso, neste primeiro momento, é feito sem a mediação do professor, portanto os estudantes completam os passos do desafio sozinhos”, complementa Perla.
A próxima etapa do “Mundo em Ação! Prevenção e Educação” é permitir uma integração maior entre estudantes e docentes enquanto eles cumprem a tarefa usando o Minecraft. Isso deve ocorrer por meio do Microsoft Teams, hub de colaboração do pacote Office 365 que também já é utilizado pelo SESI, ou com um servidor compartilhado no próprio Minecraft. A ideia é que os docentes criem um mundo base, definam atividades para seus alunos e eles, em colaboração, construam novos cenários em um mesmo ambiente de jogo.
“Os docentes são sempre incentivados a acessarem à comunidade Minecraft, com isso eles conseguem conversar com docentes do mundo inteiro e ter mais ideias de como utilizar a ferramenta dentro da sala de aula. Isso nos faz acreditar que ainda a utilizaremos em novos contextos e cenários no futuro, mesmo depois essa pandemia passar”, diz Sérgio Gotti, gerente-executivo de Educação do SESI.
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