Multidão acompanha Lula em último ato de campanha em São Paulo Candidato diz que eleição presidencial opõe democracia e barbárie Camila Boehm - Repórter da Agência Brasil Publicado em 03/10/2026 - 17:01 São Paulo © Agência Brasil Versão em áudio O presidente Luiz Inácio Lula da Silva encerrou sua campanha para o primeiro turno das eleições acompanhado de milhares de pessoas nas ruas do centro de São Paulo, durante a caminhada Brasil Pronto pra Mais, realizada neste sábado (3). Em seu discurso, destacou temas como fim da escala 6x1, combate às bets e políticas de educação. Lula referiu-se à eleição presidencial deste ano como uma oposição entre a democracia e a barbárie. “Nós estamos a poucas horas de fazer possivelmente o maior gesto da revolução democrática desse país”, disse o presidente durante o ato. Ele também convocou as pessoas maiores de 70 anos, para quem o voto é facultativo, a irem às urnas neste domingo. “De um lado, está a democracia, aqueles que defendem os direitos...
Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu hoje (15) que estados e municípios podem tomar as medidas que acharem necessárias para combater o novo coronavírus, como isolamento social, fechamento do comércio e outras restrições.
Com a decisão, os governadores e prefeitos também poderão definir os serviços essenciais que podem funcionar durante o período da pandemia. Antes, somente um decreto do presidente Jair Bolsonaro poderia fazer a definição.
Por maioria de votos, o plenário referendou liminar proferida no mês passado pelo ministro Marco Aurélio, relator do caso, considerando que os governos federal, estadual e municipal têm competência concorrente para estabelecer medidas na área da Saúde.
O caso foi julgado pelo Supremo a partir de uma ação protocolada pelo PDT. O partido alegou que a Medida Provisória (MP) 926/2020, editada pelo presidente, é inconstitucional.
Pelo texto da norma, autoridades poderão adotar restrições excepcionais e temporárias durante a pandemia,conforme recomendação técnica da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Dessa forma, segundo a legenda, os entes federados dependeriam do aval de legislação federal para estabelecer as medidas.
Com a decisão, os governadores e prefeitos também poderão definir os serviços essenciais que podem funcionar durante o período da pandemia. Antes, somente um decreto do presidente Jair Bolsonaro poderia fazer a definição.
Por maioria de votos, o plenário referendou liminar proferida no mês passado pelo ministro Marco Aurélio, relator do caso, considerando que os governos federal, estadual e municipal têm competência concorrente para estabelecer medidas na área da Saúde.
O caso foi julgado pelo Supremo a partir de uma ação protocolada pelo PDT. O partido alegou que a Medida Provisória (MP) 926/2020, editada pelo presidente, é inconstitucional.
Pelo texto da norma, autoridades poderão adotar restrições excepcionais e temporárias durante a pandemia,conforme recomendação técnica da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Dessa forma, segundo a legenda, os entes federados dependeriam do aval de legislação federal para estabelecer as medidas.
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