LOA 2027: proposta orçamentária deve chegar à Câmara até esta quinta-feira (15) 14 de outubro de 2026 A Câmara de Fortaleza deve receber até esta quinta-feira, 15, o projeto da Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2027. A proposta, de iniciativa do Poder Executivo, estima as receitas e fixa as despesas do município para o próximo ano, orientando a aplicação dos recursos públicos nas diferentes áreas da administração municipal. A LOA é um dos principais instrumentos de planejamento da gestão pública, garantindo a continuidade de serviços e novos investimentos. O documento detalha como os recursos municipais deverão ser distribuídos entre áreas como saúde, educação, mobilidade urbana, infraestrutura, assistência social e demais serviços oferecidos à população, além de definir as despesas com cada órgão e com pessoal. A proposta orçamentária também permite acompanhar as prioridades estabelecidas pela Prefeitura para o exercício de 2027 e contribui para a fiscalização da aplicação dos rec...
Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu hoje (15) que estados e municípios podem tomar as medidas que acharem necessárias para combater o novo coronavírus, como isolamento social, fechamento do comércio e outras restrições.
Com a decisão, os governadores e prefeitos também poderão definir os serviços essenciais que podem funcionar durante o período da pandemia. Antes, somente um decreto do presidente Jair Bolsonaro poderia fazer a definição.
Por maioria de votos, o plenário referendou liminar proferida no mês passado pelo ministro Marco Aurélio, relator do caso, considerando que os governos federal, estadual e municipal têm competência concorrente para estabelecer medidas na área da Saúde.
O caso foi julgado pelo Supremo a partir de uma ação protocolada pelo PDT. O partido alegou que a Medida Provisória (MP) 926/2020, editada pelo presidente, é inconstitucional.
Pelo texto da norma, autoridades poderão adotar restrições excepcionais e temporárias durante a pandemia,conforme recomendação técnica da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Dessa forma, segundo a legenda, os entes federados dependeriam do aval de legislação federal para estabelecer as medidas.
Com a decisão, os governadores e prefeitos também poderão definir os serviços essenciais que podem funcionar durante o período da pandemia. Antes, somente um decreto do presidente Jair Bolsonaro poderia fazer a definição.
Por maioria de votos, o plenário referendou liminar proferida no mês passado pelo ministro Marco Aurélio, relator do caso, considerando que os governos federal, estadual e municipal têm competência concorrente para estabelecer medidas na área da Saúde.
O caso foi julgado pelo Supremo a partir de uma ação protocolada pelo PDT. O partido alegou que a Medida Provisória (MP) 926/2020, editada pelo presidente, é inconstitucional.
Pelo texto da norma, autoridades poderão adotar restrições excepcionais e temporárias durante a pandemia,conforme recomendação técnica da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Dessa forma, segundo a legenda, os entes federados dependeriam do aval de legislação federal para estabelecer as medidas.
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