Flávio busca apoio de Caiado e Lula defende fim da 6x1 Segundo turno começa com articulações e defesa de propostas Marcelo Brandão – Repórter da Agência Brasil Publicado em 06/10/2026 - 20:34 Brasília © Agência Brasil Versão em áudio O candidato à Presidência pelo PL, Flávio Bolsonaro, esteve em Goiânia nesta terça-feira (6), onde se reuniu com Ronaldo Caiado e acertou o apoio do governador de Goiás no segundo turno. Em Brasília, o candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) passou o dia reunido com a coordenação de campanha e, no início da noite, defendeu o fim da escala de trabalho 6x1. Veja como foi o dia dos candidatos: Flávio Bolsonaro Na capital goiana, Flávio Bolsonaro acertou o apoio de Ronaldo Caiado, ex-adversário na disputa presidencial. No primeiro turno, Caiado foi quinto colocado entre os presidenciáveis, com 2,18% dos votos válidos. Em seguida, Flávio discursou e afirmou que vai aproveitar a eleição de vários parlamentares de direita para “mudar a Co...
O presidente Jair Bolsonaro vetou o repasse de R$ 8,6 bilhões de um fundo extinto para o combate à pandemia do novo coronavírus. Com o veto, os recursos poderão ser usados apenas para o pagamento à dívida pública, como constava do texto original da Medida Provisória 909, editada em dezembro e aprovada em maio pela Câmara e pelo Senado.
Durante a tramitação no Congresso, os parlamentares costuraram um acordo para incluir uma emenda que mudava a destinação dos recursos do Fundo de Reserva Monetária do Banco Central (FRM). Os recursos, que estavam parados, seriam usados para ajudar estados e municípios no enfrentamento à pandemia de covid-19.
Na justificativa para o veto, o presidente alegou que a mudança de destinação dos recursos viola a Constituição, que proíbe emendas parlamentares de aumentar despesa em projetos de iniciativa exclusiva do presidente da República. Bolsonaro alegou ainda que a medida descumpre o teto de gastos, ao não demonstrar o impacto orçamentário e financeiro da despesa no ano corrente e nos dois anos seguintes.
Criado em 1966, o FRM recebia recursos de sobras de verbas do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) usados para intervir nos mercados de câmbio e de títulos. O fundo deixou de receber aportes após a promulgação da Constituição de 1988 e foi considerado irregular pelo Tribunal de Contas da União (TCU) em 2016, o que levou o governo a editar a medida provisória de extinção do fundo.
Em sessão conjunta, o Congresso analisará o veto, que poderá ser mantido ou derrubado. Com amplo acordo nas duas Casas, a medida provisória havia sido aprovada por votação simbólica na Câmara (sem registro de votos no painel eletrônico). No Senado, o texto foi aprovado por unanimidade, com o voto de todos os 75 senadores presentes no dia.Bolsonaro veta R$ 8,6 bi de fundo extinto para combate a coronavírus
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