Brasileirão São Paulo bate o Atlético-MG e vence a 2ª seguida; Red Bull Bragantino perde para o Bahia (Crédito: Rubens Chiri / saopaulofc.net) Publicado em 05 de setembro de 2026, às 20h28 Dois times paulistas entraram em campo neste sábado (5), na abertura da 26ª rodada do Campeonato Brasileiro. O São Paulo espantou a má fase e conquistou a segunda vitória consecutiva, ao bater o Atlético-MG, por 2 a 0, no Morumbis. Já o Red Bull Bragantino acabou sendo superado, de virada, para o Bahia, por 3 a 2, em Bragança Paulista. Com os resultados, o São Paulo dorme na 10ª colocação, no meio da tabela, com 33 pontos. O Red Bull Bragantino aparece logo acima, em nono, estacionado com 35 pontos. O Bahia aparece na parte alta, na briga pelo G4, com 43 pontos, enquanto o Atlético-MG é o oitavo, com 36. Dentro de casa, empurrado pelo torcedor, o São Paulo pressionou desde o primeiro minuto e quase não sofreu defensivamente. Com mais posse de bola, criou chances com Luciano, Marcos Antônio e Sa...
Em sessão virtual concluída nesta sexta-feira (15), a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) autorizou a Extradição (EXT 1624) pedida pelo governo da Coreia do Sul contra Chang Ki Park, cidadão daquele país, para que responda a processo criminal pela suposta prática do crime de estelionato. Segundo o governo sul-coreano, Park, de forma reiterada, pedia dinheiro emprestado a particulares com promessa de pagamento com juros em poucos dias, mas não devolvia os valores.
A defesa do sul-coreano pedia o indeferimento da extradição, para que ele pudesse responder a processo criminal por furto de energia elétrica no Município de Caucaia (CE), onde é sócio de uma pousada. Argumentou que o fato de ele ter constituído família no Brasil e a possibilidade de imposição de pena de morte ou prisão perpétua impediriam a concessão do pedido.
O relator, ministro Luiz Fux, observou que, de acordo com a jurisprudência do STF, a circunstância de o extraditando ter mulher e filho no Brasil e de responder a processo por furto de energia não impedem sua retirada do território nacional. Ele explicou que o tratado de extradição entre o Brasil e a Coreia do Sul prevê que, caso o extraditando esteja respondendo a processo ou cumprindo pena, a entrega pode ser adiada até o término da ação ou a sentença condenatória definitiva.
Em relação à existência de pena de morte e de prisão perpétua, o ministro salientou que o Governo da Coreia do Sul assumiu os compromissos previstos na Lei de Migração (Lei 13.445/2017, artigo 96), entre eles o de converter a pena corporal, perpétua ou de morte em pena privativa de liberdade, respeitado o limite de 30 anos previsto na legislação brasileira.
Requisitos formais
Em relação aos requisitos formais para a concessão da extradição, o ministro verificou que estão presentes a dupla tipicidade (a conduta narrada ser crime nos dois países) e a dupla punibilidade (ainda não haver ocorrido a prescrição em nenhum das legislações).
Por unanimidade, o pedido de extradição foi deferido, condicionado a entrega do extraditando ao juízo discricionário do presidente da República, à formalização, pela Coreia do Sul, dos compromissos previstos na Lei de Migração e à conclusão dos processos penais a que Park responde no Brasil ou ao cumprimento das respectivas penas.
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