Estreia, nesta terça-feira (13), o Bora Falar de Ciência , novo programa de divulgação científica da Universidade Federal do Ceará (UFC). Esta primeira temporada abordará os impactos científicos, sociais e históricos das vacinas , em alusão ao dia 18 de janeiro, data que marca os cinco anos da primeira pessoa imunizada contra a covid-19 no Ceará. O episódio de estreia estará disponível a partir das 9h no canal da UFCTV no YouTube . Primeira temporada do Bora Falar de Ciência abordará a questão das vacinas Com a proposta de aproximar o conhecimento científico do cotidiano das pessoas, o Bora Falar de Ciência receberá pesquisadores da UFC e convidados, que conversarão com as jornalistas Rute de Alencar e Cristiane Pimentel. Neste primeiro episódio, sobre a importância da vacinação, o entrevistado será o professor Edson Teixeira , pesquisador da Faculdade de Medicina (Famed) da UFC, coordenador do Laboratório Integrado de Biomoléculas e divulgador cie...
Supremo Tribunal Federal (STF) recebeu nas últimas semanas pelo menos três ações que contestam a constitucionalidade de decretos estaduais que permitiram descontos nas mensalidades escolares durante a pandemia do novo coronavírus (covid-19). Os processos tentam suspender leis do Maranhão, Pará e Ceará que estabeleceram a redução.
Em todo o país, os efeitos econômicos da pandemia provocaram demissões ou redução de salários de diversos trabalhadores. Sem recursos suficientes para pagar as mensalidades, alguns pais pediram descontos no pagamento ou retiraram seus filhos das escolas. Os que mantiveram a renda também passaram a cobrar a redução diante da proibição das aulas presenciais.
De acordo com a Confederação Nacional dos Estabelecimentos de Ensino (Confenen), a receita das escolas particulares de pequeno porte caiu mais de 50%, e o pagamento das mensalidades é necessário para manter o funcionamento das empresas.
Em uma das ações protocoladas no STF, a Confenen sustenta que as escolas particulares estão cumprindo as regras definidas pelo Ministério da Educação e disponibilizando aulas virtuais e outras atividades.
Além disso, a confederação argumenta que os estados não podem legislar sobre contratos, tarefa que é da União, por tratar-se de um tema de direito civil.
“Destacamos que o ensino privado possui melhor desenvoltura em relação ao público, de forma que as instituições não interromperam a prestação de seus serviços, tendo inclusive passado por grande investimento e remodelação para que pudesse providenciar a manutenção do ensino. Desta feita, temos que não houve interrupção, mas sim troca na modalidade da prestação dos serviços, tudo isso em face das diretrizes sanitárias impostas pelo próprio estado”, argumentou a entidade.
Os processos foram distribuídos para decisão dos ministros Alexandre de Moraes, Marco Aurélio e Edson Fachin. Ainda não há data para o julgamento das ações.
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