Incêndio em apartamento mobiliza Corpo de Bombeiros 30 de outubro de 2026 - 19:00 # Incêndio em apartamento mobiliza Corpo de Bombeiros Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará (CBMCE) | Major Francisco Eduardo Fideles Dutra 8ª Companhia do 1º BBM | Quartel 15 de Outubro Incêndio em apartamento mobiliza Corpo de Bombeiros. O Corpo de Bombeiros Militar do Ceará (CBMCE) foi acionado pela Coordenadoria Integrada de Operações de Segurança (Ciops) por volta das 15h37 desta tarde de sexta-feira (30). Imediatamente, os bombeiros militares do 15/10, na viatura Auto Bomba Tanque e Salvamento 11 (ABTS 11) e ambulância de resgate (Alfa 3) se deslocaram até a Rua: Bento Albuquerque, bairro Cocó, em Fortaleza/CE. No local, o incêndio se concentrou em uma cozinha de um apartamento no 3º andar. Não houve vítima. O combate se realizou a partir do sistema preventivo da edificação multifamiliar que funcionou perfeitamente. Os proprietários estavam viajando. As chamas atingiram o forro de ge...
Supremo Tribunal Federal (STF) recebeu nas últimas semanas pelo menos três ações que contestam a constitucionalidade de decretos estaduais que permitiram descontos nas mensalidades escolares durante a pandemia do novo coronavírus (covid-19). Os processos tentam suspender leis do Maranhão, Pará e Ceará que estabeleceram a redução.
Em todo o país, os efeitos econômicos da pandemia provocaram demissões ou redução de salários de diversos trabalhadores. Sem recursos suficientes para pagar as mensalidades, alguns pais pediram descontos no pagamento ou retiraram seus filhos das escolas. Os que mantiveram a renda também passaram a cobrar a redução diante da proibição das aulas presenciais.
De acordo com a Confederação Nacional dos Estabelecimentos de Ensino (Confenen), a receita das escolas particulares de pequeno porte caiu mais de 50%, e o pagamento das mensalidades é necessário para manter o funcionamento das empresas.
Em uma das ações protocoladas no STF, a Confenen sustenta que as escolas particulares estão cumprindo as regras definidas pelo Ministério da Educação e disponibilizando aulas virtuais e outras atividades.
Além disso, a confederação argumenta que os estados não podem legislar sobre contratos, tarefa que é da União, por tratar-se de um tema de direito civil.
“Destacamos que o ensino privado possui melhor desenvoltura em relação ao público, de forma que as instituições não interromperam a prestação de seus serviços, tendo inclusive passado por grande investimento e remodelação para que pudesse providenciar a manutenção do ensino. Desta feita, temos que não houve interrupção, mas sim troca na modalidade da prestação dos serviços, tudo isso em face das diretrizes sanitárias impostas pelo próprio estado”, argumentou a entidade.
Os processos foram distribuídos para decisão dos ministros Alexandre de Moraes, Marco Aurélio e Edson Fachin. Ainda não há data para o julgamento das ações.
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