Fortaleza inicia semana de treinos em Cuiabá para jogos de Copa do Brasil e Série B 03/08/2026 22:00 O elenco tricolor treinou na tarde desta segunda-feira (3) na Arena Pantanal. Pela frente, dois duelos na capital matogrossense: Palmeiras, pelo jogo de volta das oitavas de final da Copa do Brasil, e Cuiabá, pela Série B. Este é o primeiro treino da equipe em Cuiabá. A atividade marca a reapresentação da equipe após o revés contra o Palmeiras, pelo confronto de ida. Os treinos vão até sábado, dia anterior ao jogo contra o Cuiabá. Foto: Vinícius Palheta / Fortaleza EC REINÍCIO DOS TRABALHOS Os atletas que começaram a partida contra o time paulista no Nubank Parque realizaram trabalhos regenerativos no hotel. Os demais jogadores treinaram no estádio ao comando do treinador Paulo Autuori, do técnico adjunto Bernardo Franco e do auxiliar técnico fixo Reinan Santos. O preparador físico Fábio Eiras comandou o aquecimento e, em seguida, os atletas realizaram atividades técnicas e de mov...
Supremo Tribunal Federal (STF) recebeu nas últimas semanas pelo menos três ações que contestam a constitucionalidade de decretos estaduais que permitiram descontos nas mensalidades escolares durante a pandemia do novo coronavírus (covid-19). Os processos tentam suspender leis do Maranhão, Pará e Ceará que estabeleceram a redução.
Em todo o país, os efeitos econômicos da pandemia provocaram demissões ou redução de salários de diversos trabalhadores. Sem recursos suficientes para pagar as mensalidades, alguns pais pediram descontos no pagamento ou retiraram seus filhos das escolas. Os que mantiveram a renda também passaram a cobrar a redução diante da proibição das aulas presenciais.
De acordo com a Confederação Nacional dos Estabelecimentos de Ensino (Confenen), a receita das escolas particulares de pequeno porte caiu mais de 50%, e o pagamento das mensalidades é necessário para manter o funcionamento das empresas.
Em uma das ações protocoladas no STF, a Confenen sustenta que as escolas particulares estão cumprindo as regras definidas pelo Ministério da Educação e disponibilizando aulas virtuais e outras atividades.
Além disso, a confederação argumenta que os estados não podem legislar sobre contratos, tarefa que é da União, por tratar-se de um tema de direito civil.
“Destacamos que o ensino privado possui melhor desenvoltura em relação ao público, de forma que as instituições não interromperam a prestação de seus serviços, tendo inclusive passado por grande investimento e remodelação para que pudesse providenciar a manutenção do ensino. Desta feita, temos que não houve interrupção, mas sim troca na modalidade da prestação dos serviços, tudo isso em face das diretrizes sanitárias impostas pelo próprio estado”, argumentou a entidade.
Os processos foram distribuídos para decisão dos ministros Alexandre de Moraes, Marco Aurélio e Edson Fachin. Ainda não há data para o julgamento das ações.
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