*Expert XP anuncia pré-venda e novas experiências para edição de 2026* _Festival que espera reunir mais de 50 mil pessoas nos dias 23,24 e 25 de julho_ Criada há 16 anos, a Expert XP é hoje o maior festival de investimentos do mundo. Para a edição de 2026, o evento ganha novos formatos de conteúdos e uma programação dedicada totalmente aos diferentes profissionais do mercado financeiro. As mudanças são um reflexo de ampla pesquisa realizada com diferentes públicos como clientes, patrocinadores, assessores e outros. Com base nestes achados, a XP identificou que o que os frequentadores do festival mais buscam é o mix entre o conteúdo qualificado e a oportunidade única de networking com os principais players e executivos do mercado. Com isso, refletindo o desejo dos frequentadores, a Expert XP ganha novos formatos e experiências imersivas, como: *Connection Space:* Um território que mistura formação prática, oportunidades de negócios e conexões transformadoras — da troca de ideias a...
Supremo Tribunal Federal (STF) recebeu nas últimas semanas pelo menos três ações que contestam a constitucionalidade de decretos estaduais que permitiram descontos nas mensalidades escolares durante a pandemia do novo coronavírus (covid-19). Os processos tentam suspender leis do Maranhão, Pará e Ceará que estabeleceram a redução.
Em todo o país, os efeitos econômicos da pandemia provocaram demissões ou redução de salários de diversos trabalhadores. Sem recursos suficientes para pagar as mensalidades, alguns pais pediram descontos no pagamento ou retiraram seus filhos das escolas. Os que mantiveram a renda também passaram a cobrar a redução diante da proibição das aulas presenciais.
De acordo com a Confederação Nacional dos Estabelecimentos de Ensino (Confenen), a receita das escolas particulares de pequeno porte caiu mais de 50%, e o pagamento das mensalidades é necessário para manter o funcionamento das empresas.
Em uma das ações protocoladas no STF, a Confenen sustenta que as escolas particulares estão cumprindo as regras definidas pelo Ministério da Educação e disponibilizando aulas virtuais e outras atividades.
Além disso, a confederação argumenta que os estados não podem legislar sobre contratos, tarefa que é da União, por tratar-se de um tema de direito civil.
“Destacamos que o ensino privado possui melhor desenvoltura em relação ao público, de forma que as instituições não interromperam a prestação de seus serviços, tendo inclusive passado por grande investimento e remodelação para que pudesse providenciar a manutenção do ensino. Desta feita, temos que não houve interrupção, mas sim troca na modalidade da prestação dos serviços, tudo isso em face das diretrizes sanitárias impostas pelo próprio estado”, argumentou a entidade.
Os processos foram distribuídos para decisão dos ministros Alexandre de Moraes, Marco Aurélio e Edson Fachin. Ainda não há data para o julgamento das ações.
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