RioMar Fortaleza abre temporada natalina com chegada do Papai Noel e decoração inspirada na Fábrica de Biscoitos neste sábado (07/11) A Chegada do Papai Noel contará com um momento lúdico e de muita interação com os clientes, a partir das 17h (Foto: Divulgação) O clima natalino já tomou conta do RioMar Fortaleza. A partir desta sexta-feira, 06 de novembro, o shopping inaugura sua decoração de Natal, trazendo à cidade uma experiência única com o tema “Fábrica de Biscoitos” e a campanha “Natal de Sensações”. Assinada por Cecilia Dale, a ambientação promete encantar o público com uma proposta que combina cenografia temática, tecnologia, interação digital e estímulos sensoriais. Localizado na Praça Central, no Piso L1, o espaço será um convite à imaginação, reunindo uma exuberante árvore de Natal, o Natalino — personagem inflável gigante e mascote desta edição — e um brinquedo sobre trilhos que levará os visitantes a um universo lúdico inspirado na fábrica de biscoitos do Noel. Um dos...
Supremo Tribunal Federal (STF) recebeu nas últimas semanas pelo menos três ações que contestam a constitucionalidade de decretos estaduais que permitiram descontos nas mensalidades escolares durante a pandemia do novo coronavírus (covid-19). Os processos tentam suspender leis do Maranhão, Pará e Ceará que estabeleceram a redução.
Em todo o país, os efeitos econômicos da pandemia provocaram demissões ou redução de salários de diversos trabalhadores. Sem recursos suficientes para pagar as mensalidades, alguns pais pediram descontos no pagamento ou retiraram seus filhos das escolas. Os que mantiveram a renda também passaram a cobrar a redução diante da proibição das aulas presenciais.
De acordo com a Confederação Nacional dos Estabelecimentos de Ensino (Confenen), a receita das escolas particulares de pequeno porte caiu mais de 50%, e o pagamento das mensalidades é necessário para manter o funcionamento das empresas.
Em uma das ações protocoladas no STF, a Confenen sustenta que as escolas particulares estão cumprindo as regras definidas pelo Ministério da Educação e disponibilizando aulas virtuais e outras atividades.
Além disso, a confederação argumenta que os estados não podem legislar sobre contratos, tarefa que é da União, por tratar-se de um tema de direito civil.
“Destacamos que o ensino privado possui melhor desenvoltura em relação ao público, de forma que as instituições não interromperam a prestação de seus serviços, tendo inclusive passado por grande investimento e remodelação para que pudesse providenciar a manutenção do ensino. Desta feita, temos que não houve interrupção, mas sim troca na modalidade da prestação dos serviços, tudo isso em face das diretrizes sanitárias impostas pelo próprio estado”, argumentou a entidade.
Os processos foram distribuídos para decisão dos ministros Alexandre de Moraes, Marco Aurélio e Edson Fachin. Ainda não há data para o julgamento das ações.
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