Europe Smash: Calderano vence de novo e terá Félix Lebrun nas quartas Brasileiro encara rival francês às 16h15 deste sábado (15) na Suécia Agência Brasil Publicado em 14/08/2026 - 17:22 Rio de Janeiro © Abelardo Mendes Jr./Calderano TM Versão em áudio O mesatenista brasileiro Hugo Calderano encara neste sábado (15) o arquirrival francês Félix Lebrun por uma vaga nas semifinais do Europe Smash, em Malmö (Suécia), um dos principais torneios do circuito mundial. A partida está prevista para às 16h15 (horário de Brasília), com t ransmissão ao vivo no canal da Federação Internacional de Tênis de Mesa (World Table Tennis) no YouTube. Os torneios Smash distribuiem 2.000 pontos no ranking aos vencedores. Número 8 do mundo, o carioca se classificou às quartas na tarde desta quinta-feira (14), ao derrotar dinamarquês Anders Lind (13º no ranking) por 3 sets a 1, com parciais de 11/7, 11/9, 5/11 e 11/8. Já Felix Lebrun (5º) avançou com facilidade na outra chave. Ele cravou 3 sets a 0 n...
Supremo Tribunal Federal (STF) recebeu nas últimas semanas pelo menos três ações que contestam a constitucionalidade de decretos estaduais que permitiram descontos nas mensalidades escolares durante a pandemia do novo coronavírus (covid-19). Os processos tentam suspender leis do Maranhão, Pará e Ceará que estabeleceram a redução.
Em todo o país, os efeitos econômicos da pandemia provocaram demissões ou redução de salários de diversos trabalhadores. Sem recursos suficientes para pagar as mensalidades, alguns pais pediram descontos no pagamento ou retiraram seus filhos das escolas. Os que mantiveram a renda também passaram a cobrar a redução diante da proibição das aulas presenciais.
De acordo com a Confederação Nacional dos Estabelecimentos de Ensino (Confenen), a receita das escolas particulares de pequeno porte caiu mais de 50%, e o pagamento das mensalidades é necessário para manter o funcionamento das empresas.
Em uma das ações protocoladas no STF, a Confenen sustenta que as escolas particulares estão cumprindo as regras definidas pelo Ministério da Educação e disponibilizando aulas virtuais e outras atividades.
Além disso, a confederação argumenta que os estados não podem legislar sobre contratos, tarefa que é da União, por tratar-se de um tema de direito civil.
“Destacamos que o ensino privado possui melhor desenvoltura em relação ao público, de forma que as instituições não interromperam a prestação de seus serviços, tendo inclusive passado por grande investimento e remodelação para que pudesse providenciar a manutenção do ensino. Desta feita, temos que não houve interrupção, mas sim troca na modalidade da prestação dos serviços, tudo isso em face das diretrizes sanitárias impostas pelo próprio estado”, argumentou a entidade.
Os processos foram distribuídos para decisão dos ministros Alexandre de Moraes, Marco Aurélio e Edson Fachin. Ainda não há data para o julgamento das ações.
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