Universitária FM estreia série Pesquisa em Movimento; primeiro episódio será veiculado no dia 3 de agosto Sexta, 31 Julho 2026 10:31 A Universitária FM 107.9 estreia na segunda-feira (3), às 21h, a série Pesquisa em Movimento – Avançando com a FCPC . A produção integra a programação alusiva aos 50 anos da Fundação Cearense de Pesquisa e Cultura (FCPC) e terá 13 episódios com entrevistas sobre projetos e iniciativas apoiados pela instituição. O professor Tarique Cavalcante (IFCE) é o primeiro entrevistado da série Pesquisa em Movimento (Foto: Reprodução Youtube/ FCPC) O primeiro entrevistado será o professor Tarique Cavalcante , diretor-geral do Polo de Inovação do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE). O episódio abordará pesquisa e desenvolvimento tecnológico em áreas como biodiversidade e saúde pública. A série será apresentada pelo jornalista André Capiberibe e veiculada às segundas-feiras, até o fim de outubro. Os episódios poderão ser acompan...
Ceará não deve ser diretamente impactado pelo avanço da nuvem de poeira do Saara nos próximos dias. É o que apontam resultados de modelos numéricos de previsão divulgados pela Global Modeling and Assimilation Office (GMAO), da Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço (Nasa, em inglês), nesta quinta-feira (25). Resultados de modelos apontam passagem da nuvem longe do Ceará (FOTO: GMAO/Nasa) Resultados de modelos apontam passagem da nuvem longe do Ceará (FOTO: GMAO/Nasa) As simulações apontam que a capital cearense está na “periferia” do fenômeno e, diante disto, os possíveis impactos serão simples. O cenário é diferente em áreas dos Estados Unidos, Canadá e México, onde a visibilidade já está bastante afetada. “Esta nuvem de poeira que se desloca da África em direção ao Caribe é uma massa de ar seco carregada de partículas de areia que se forma sobre o deserto do Saara nesta época do ano e se move para o oeste. Quando ocorre, costuma ser de curta duração, não superior a uma semana, porém a presença de ventos pode fazer com que cruze o Atlântico, percorrendo mais de 10 mil quilômetros. Diante disto, o Ceará não deve ser afetado diretamente”, explica Meiry Sakamoto, gerente de Meteorologia da Funceme. Diante do atual cenário e pelos resultados de tecnologias de previsão, a passagem da “Godzilla”, como vem sendo chamada, pode alterar apenas a coloração do céu visto do Ceará durante o nascer e/ou pôr do sol. “Normalmente, durante o nascer e pôr do sol enxergamos o céu com uma cor alaranjada porque com o astro-rei mais próximo do horizonte, os raios solares atravessam uma camada maior da atmosfera e, com ela mais poluída por partículas de poeira ou fumaça, pode colaborar para um pôr ou nascer do sol mais avermelhado ou alaranjado”, reforça Sakamoto.
Ceará não deve ser diretamente impactado pelo avanço da nuvem de poeira do Saara nos próximos dias. É o que apontam resultados de modelos numéricos de previsão divulgados pela Global Modeling and Assimilation Office (GMAO), da Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço (Nasa, em inglês), nesta quinta-feira (25).
As simulações apontam que a capital cearense está na “periferia” do fenômeno e, diante disto, os possíveis impactos serão simples. O cenário é diferente em áreas dos Estados Unidos, Canadá e México, onde a visibilidade já está bastante afetada.
“Esta nuvem de poeira que se desloca da África em direção ao Caribe é uma massa de ar seco carregada de partículas de areia que se forma sobre o deserto do Saara nesta época do ano e se move para o oeste. Quando ocorre, costuma ser de curta duração, não superior a uma semana, porém a presença de ventos pode fazer com que cruze o Atlântico, percorrendo mais de 10 mil quilômetros. Diante disto, o Ceará não deve ser afetado diretamente”, explica Meiry Sakamoto, gerente de Meteorologia da Funceme.
Diante do atual cenário e pelos resultados de tecnologias de previsão, a passagem da “Godzilla”, como vem sendo chamada, pode alterar apenas a coloração do céu visto do Ceará durante o nascer e/ou pôr do sol.
“Normalmente, durante o nascer e pôr do sol enxergamos o céu com uma cor alaranjada porque com o astro-rei mais próximo do horizonte, os raios solares atravessam uma camada maior da atmosfera e, com ela mais poluída por partículas de poeira ou fumaça, pode colaborar para um pôr ou nascer do sol mais avermelhado ou alaranjado”, reforça Sakamoto.
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