Especialistas da Organização das Nações Unidas (ONU) reconheceram que os Crimes de Maio de 2006 foram uma grave violação de direitos humanos. Em comunicado de imprensa divulgado na última sexta-feira (29), eles também cobraram do Estado brasileiro que haja responsabilização em relação ao caso. Ocorridos há 20 anos, os Crimes de Maio começaram com rebeliões em mais de 700 presídios do estado de São Paulo, após a transferência de mais de 760 detentos – dentre os quais alguns líderes do Primeiro Comando da Capital (PCC) – para um presídio de segurança máxima. Nos dias seguintes a essa megatransferência, a ofensiva chegou às ruas com uma série de ataques entre o PCC e agentes do Estado. Os conflitos resultou na morte de mais de 500 pessoas em todo o estado. Grande parte dessas mortes ocorreu com indícios de execução praticadas por policiais. >> Clique aqui e leia mais sobre os 20 anos dos Crimes de Maio na Agência Brasil Segundo o relatório Análise dos Impactos dos Ataques do P...
Ceará não deve ser diretamente impactado pelo avanço da nuvem de poeira do Saara nos próximos dias. É o que apontam resultados de modelos numéricos de previsão divulgados pela Global Modeling and Assimilation Office (GMAO), da Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço (Nasa, em inglês), nesta quinta-feira (25). Resultados de modelos apontam passagem da nuvem longe do Ceará (FOTO: GMAO/Nasa) Resultados de modelos apontam passagem da nuvem longe do Ceará (FOTO: GMAO/Nasa) As simulações apontam que a capital cearense está na “periferia” do fenômeno e, diante disto, os possíveis impactos serão simples. O cenário é diferente em áreas dos Estados Unidos, Canadá e México, onde a visibilidade já está bastante afetada. “Esta nuvem de poeira que se desloca da África em direção ao Caribe é uma massa de ar seco carregada de partículas de areia que se forma sobre o deserto do Saara nesta época do ano e se move para o oeste. Quando ocorre, costuma ser de curta duração, não superior a uma semana, porém a presença de ventos pode fazer com que cruze o Atlântico, percorrendo mais de 10 mil quilômetros. Diante disto, o Ceará não deve ser afetado diretamente”, explica Meiry Sakamoto, gerente de Meteorologia da Funceme. Diante do atual cenário e pelos resultados de tecnologias de previsão, a passagem da “Godzilla”, como vem sendo chamada, pode alterar apenas a coloração do céu visto do Ceará durante o nascer e/ou pôr do sol. “Normalmente, durante o nascer e pôr do sol enxergamos o céu com uma cor alaranjada porque com o astro-rei mais próximo do horizonte, os raios solares atravessam uma camada maior da atmosfera e, com ela mais poluída por partículas de poeira ou fumaça, pode colaborar para um pôr ou nascer do sol mais avermelhado ou alaranjado”, reforça Sakamoto.
Ceará não deve ser diretamente impactado pelo avanço da nuvem de poeira do Saara nos próximos dias. É o que apontam resultados de modelos numéricos de previsão divulgados pela Global Modeling and Assimilation Office (GMAO), da Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço (Nasa, em inglês), nesta quinta-feira (25).
As simulações apontam que a capital cearense está na “periferia” do fenômeno e, diante disto, os possíveis impactos serão simples. O cenário é diferente em áreas dos Estados Unidos, Canadá e México, onde a visibilidade já está bastante afetada.
“Esta nuvem de poeira que se desloca da África em direção ao Caribe é uma massa de ar seco carregada de partículas de areia que se forma sobre o deserto do Saara nesta época do ano e se move para o oeste. Quando ocorre, costuma ser de curta duração, não superior a uma semana, porém a presença de ventos pode fazer com que cruze o Atlântico, percorrendo mais de 10 mil quilômetros. Diante disto, o Ceará não deve ser afetado diretamente”, explica Meiry Sakamoto, gerente de Meteorologia da Funceme.
Diante do atual cenário e pelos resultados de tecnologias de previsão, a passagem da “Godzilla”, como vem sendo chamada, pode alterar apenas a coloração do céu visto do Ceará durante o nascer e/ou pôr do sol.
“Normalmente, durante o nascer e pôr do sol enxergamos o céu com uma cor alaranjada porque com o astro-rei mais próximo do horizonte, os raios solares atravessam uma camada maior da atmosfera e, com ela mais poluída por partículas de poeira ou fumaça, pode colaborar para um pôr ou nascer do sol mais avermelhado ou alaranjado”, reforça Sakamoto.
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