Créditos: Lucas Emanuel/FCF O sábado (21) foi marcado pelo pontapé inicial do Campeonato Brasileiro da Série B. Jogando na Arena Castelão, o Ceará recebeu o São Bernardo/SP. A equipe cearense saiu na frente com Zanocelo, de pênalti, ainda no primeiro tempo, mas, na etapa complementar, acabou sofrendo o empate. Com a igualdade em 1 a 1 no marcador, ambas as equipes garantiram um ponto na classificação. O Fortaleza foi até Ribeirão Preto para enfrentar o Botafogo/SP, no Estádio Santa Cruz. Pelo placar de 4 a 0, o Leão saiu derrotado e conheceu sua primeira derrota na temporada. Os próximos compromissos dos dois clubes cearenses serão neste meio de semana, marcando o início de mais uma competição: a Copa do Nordeste. Na terça-feira (24), o Fortaleza terá o Ferroviário pela frente em mais um Clássico das Cores na temporada. O duelo está marcado para as 21h30, no Estádio Presidente Vargas. Já na quarta-feira (25), o Ceará estreia na Arena Castelão diante do Abc/RN, às 19h. Daniel Fran...
O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou (julgou inviável) o Habeas Corpus (HC) 186726, no qual a defesa de Jovanny Rodrigues Pinheiro, acusado de ser um dos articuladores de uma organização criminosa destinada a roubos de bancos no interior do Ceará, pedia a revogação da sua prisão preventiva. Em um dos crimes, três policiais militares foram assassinados, cinco tiveram ferimentos e dois foram feitos reféns no momento da fuga.
O relator não verificou desacerto na decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que havia negado pedido semelhante. Segundo ele, as circunstâncias em que os crimes foram praticados demonstram a periculosidade do acusado, o que justifica a custódia cautelar visando à garantia da ordem pública e à aplicação da lei penal.
De acordo com o ministro Gilmar Mendes, o STF considera idônea a prisão decretada para resguardo da ordem pública, considerada a gravidade concreta do crime. Ele destacou ainda que, segundo a jurisprudência do Supremo, os aspectos de primariedade, bons antecedentes, residência fixa e ocupação lícita citados pela defesa, por si sós, não afastam a possibilidade da custódia preventiva.
Pandemia
Em relação à questão relacionada à pandemia da Covid-19, também alegada pela defesa, o relator lembrou que o Plenário do STF, no julgamento da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 347, decidiu que a análise sobre esse tema deverá ser feita caso a caso, segundo a Recomendação 62/2020, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que traz orientações sobre a adoção de medidas preventivas contra a propagação da doença nos sistemas de justiça penal e socioeducativo. O ministro ressaltou ainda que as medidas cautelares alternativas diversas da prisão não se mostram suficientes para tranquilizar a sociedade.
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