No último dia de carnaval no Rio de Janeiro, neste domingo, (22), o grande destaque é o desfile do Monobloco, na Rua Primeiro de Março, no centro. Um dos ícones da folia carioca, grupo se destaca pela mistura de ritmos e estilos musicais. O repertório eclético incorpora marchinhas tradicionais, samba de Cartola e Clara Nunes, xote de Alceu Valença, forró de Luiz Gonzaga, funk de Ludmilla, pop de Anitta, além de canções de Paralamas do Sucesso, Raul Seixas e Tim Maia. Ao todo, 462 blocos foram autorizados a desfilar no carnaval carioca pela Empresa Municipal de Turismo do Rio (Riotur), que espera receber 6,8 milhões de foliões apenas nos blocos de rua espalhados por toda a cidade. Veja a programação dos blocos: MONOBLOCO Hora: 7h Endereço: Rua Primeiro de Março, 33 – centro FILHOS DA PUC Hora: 9h Endereço: Av. Delfim Moreira, 1111 – Leblon QUEM VAI VAI, QUEM NÃO VAI NÃO CAGUETA! Hor...
O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou (julgou inviável) o Habeas Corpus (HC) 186726, no qual a defesa de Jovanny Rodrigues Pinheiro, acusado de ser um dos articuladores de uma organização criminosa destinada a roubos de bancos no interior do Ceará, pedia a revogação da sua prisão preventiva. Em um dos crimes, três policiais militares foram assassinados, cinco tiveram ferimentos e dois foram feitos reféns no momento da fuga.
O relator não verificou desacerto na decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que havia negado pedido semelhante. Segundo ele, as circunstâncias em que os crimes foram praticados demonstram a periculosidade do acusado, o que justifica a custódia cautelar visando à garantia da ordem pública e à aplicação da lei penal.
De acordo com o ministro Gilmar Mendes, o STF considera idônea a prisão decretada para resguardo da ordem pública, considerada a gravidade concreta do crime. Ele destacou ainda que, segundo a jurisprudência do Supremo, os aspectos de primariedade, bons antecedentes, residência fixa e ocupação lícita citados pela defesa, por si sós, não afastam a possibilidade da custódia preventiva.
Pandemia
Em relação à questão relacionada à pandemia da Covid-19, também alegada pela defesa, o relator lembrou que o Plenário do STF, no julgamento da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 347, decidiu que a análise sobre esse tema deverá ser feita caso a caso, segundo a Recomendação 62/2020, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que traz orientações sobre a adoção de medidas preventivas contra a propagação da doença nos sistemas de justiça penal e socioeducativo. O ministro ressaltou ainda que as medidas cautelares alternativas diversas da prisão não se mostram suficientes para tranquilizar a sociedade.
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