*Multidão acompanha Elmano 13 em mega caminhada pelas ruas de Marco* _Também participaram o senador e candidato à reeleição, Cid Gomes 400 e a candidata ao Senado, Luizianne Lins 180_ Uma noite memorável para moradores de Marco e, principalmente, para os candidatos da coligação “Ceará forte, do lado certo”. A população da cidade realizou uma verdadeira micareta na noite deste domingo (27) e acompanhou o governador e candidato à reeleição Elmano 13 em uma mega caminhada de mais de três quilômetros. Também participaram o senador Cid Gomes e a candidata ao Senado, Luizianne Lins, e candidatos a deputado estadual e federal pela coligação. “Aqui em Marco fizemos parceria com o prefeito Roger que fez a cidade avançar muito. Com ele deputado federal, para representar o seu povo, e com o presidente Lula, Elmano governador e nossos senadores Camilo, Cid e Luizianne, nós vamos fazer ainda mais”, disse Elmano. “Porque nós estaremos trabalhando juntos, para fazer ainda mais pela cidade de Mar...
O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu a eficácia de dispositivo da Emenda Constitucional (EC) 95/2019 do Estado do Ceará (CE) que cria aposentadoria especial voluntária aos ex-conselheiros do extinto Tribunal de Contas dos Municípios do estado (TCM-CE). A liminar, deferida na Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 6316, ajuizada pelo partido Solidariedade, será submetida a referendo do Plenário.
A EC 95 extinguiu o TCM-CE, e o parágrafo 1º do artigo 3ª estabelece que os conselheiros em exercício na data da promulgação devem receber o benefício com proventos proporcionais ao tempo de contribuição, desde que requerido no prazo de 180 dias. O partido alega que isso possibilita que os conselheiros se aposentem sem a necessidade de atender aos critérios estabelecidos na Constituição Federal, como idade mínima e tempo de contribuição, a fim de beneficiar apenas dois dos sete conselheiros que, na época, tinham 55 anos de idade.
Violação da competência concorrente
Na análise do pedido de liminar, o ministro Luís Roberto Barroso entendeu que a norma viola a previsão constitucional de que a União, os estados e o Distrito Federal têm competência concorrente para legislar sobre direito previdenciário (artigo 24, inciso XII) e de que cabe aos estados e ao DF produzir normas quando não houver leis federais sobre o tema (artigo 24, parágrafo 3º). O relator observou que, no caso do Ceará, o constituinte estadual, além de legislar em matéria sobre qual já existia norma federal, atuou em sentido contrário aos requisitos previstos pela União para aposentadoria voluntária no regime próprio de previdência.
Ao deferir a medida cautelar, Barroso observou que, com base no princípio da simetria, as normas da Constituição Federal sobre organização e composição do Tribunal de Contas da União são de observância obrigatória pelas Constituições dos estados, ao disporem sobre seus respectivos Tribunais de Contas.
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