Prefeitura de Fortaleza inicia, nesta segunda-feira (2/3), a ampliação da Operação Capital Limpa e Ordenada, que passa a contar com atuação integrada de diversos órgãos municipais, com foco na eliminação de pontos de lixo, ordenamento urbano e revitalização de grandes avenidas da Capital. Nesta primeira fase, a ação vai se concentrar nas avenidas Leste Oeste, Duque de Caxias (Centro); General Osório de Paiva. Cada corredor contemplado terá 15 dias consecutivos de presença integrada do poder público, com fiscalização permanente, manutenção urbana e operações em horários críticos. Entre as novas ações integradas limpeza intensiva, intervenções de infraestrutura, ações educativas nos territórios, mobilização comunitária e ações voltadas à organização do trânsito, com revisão de sinalização e adequações viárias. Serviço Apresentação da Operação Capital Limpa e Ordenada Data: segunda-feira (2/3) Horário: 8h Local: Avenida Leste Oeste. Ponto de concentração: Areninha do Pirambu (Av. Pr...
MPCE investiga servidores públicos de Redenção por suposto recebimento indevido do auxílio emergencial
O Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE), por intermédio do promotor de justiça da comarca de Redenção Rodrigo Lima Paul, instaurou, no dia 29, um Inquérito Civil Público (ICP) para investigar possíveis irregularidades nos pedidos e recebimentos do auxílio emergencial por parte de servidores públicos do Município. Segundo informações cruzadas da Controladoria Geral da União (CGU), do Tribunal de Contas da União (TCU) e do Tribunal de Contas do Estado do Ceará (TCE), há indícios de que alguns servidores municipais teriam recebido o auxílio.
No ICP, o Ministério Público oficiou o prefeito e o controlador-geral do Município para que seja repassado à Promotoria de Justiça de Redenção, em até quinze dias corridos – em caráter improrrogável – as seguintes informações: quantas investigações preliminares sobre o fato já foram iniciadas; quantos Processos Administrativos Disciplinares foram instaurados; quantos servidores devolveram o auxílio emergencial; quantos servidores foram notificados de forma individual e reservada; e, a partir de Nota Técnica da CGU, quais providências foram tomadas pela Controladoria. Segundo o MPCE, a omissão na tomada de providências por parte do Município pode caracterizar o crime de condescendência criminosa, previsto no artigo 320 do Código Penal, além de improbidade administrativa.
A intenção é apontar se existem equívocos nestes processos, se ocorreram fraudes ou ações de má fé, sendo, portanto, necessário saber se o benefício foi realmente solicitado pelos servidores, se os cadastros foram efetuados por eles, e quando isso ocorreu, como também se houve omissão de dados ou o CPF foi utilizado por outras pessoas. Da mesma forma, é preciso verificar de que maneira ocorreram tais pagamentos.
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