CONVOCAÇÃO ASSEMBLÉIA GERAL EXTRAORDINÁRIA 12 de agosto de 2026 O Ferroviário Atlético Clube informa aos seus associados e à torcida coral que foi publicado, nesta quarta-feira (12), edital de convocação para Assembleia Geral Extraordinária, a ser realizada no dia 27 de agosto de 2026, na sede administrativa do Clube, localizada na Rua Dona Filó, nº 650, Barra do Ceará. A Assembleia terá início às 18h30, em primeira convocação, com a presença de 1/3 do número total de associados, e às 19h, em segunda convocação, com a presença de qualquer número de associados. A reunião será realizada exclusivamente de forma presencial. A ordem do dia prevê a deliberação sobre a autorização para que a Diretoria Executiva e a Mesa Diretiva do Conselho Deliberativo adotem as medidas necessárias relacionadas às obrigações assumidas pela empresa Makes LTDA. no âmbito do Contrato de Compra e Venda firmado com o Ferroviário Atlético Clube, referente à alienação de participação societária da Ferroviário...
Rede Sustentabilidade, o Partido Comunista do Brasil (PCdoB) e o Partido Socialismo e Liberdade (PSol) ajuizaram no Supremo Tribunal Federal (STF) a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 690, em que contestam atos do Poder Executivo Federal que restringiram a publicidade dos dados relacionados à Covid-19. A pretensão é que o Ministério da Saúde seja compelido a dar publicidade, diariamente, até as 19h30, aos dados sobre casos confirmados, óbitos, recuperados, hospitalizados e outros. O relator é o ministro Alexandre de Moraes.
Manipulação
No pedido, os partidos afirmam que, por três dias seguidos na última semana, o Ministério da Saúde retardou a divulgação dos dados sobre a pandemia em sua página na internet. Posteriormente, sem nenhuma justificativa legítima, alterou o formato do Balanço Diário da Covid-19, omitindo dados como o total de casos confirmados, de casos recuperados e de óbitos, o acumulado nos últimos três dias, o número de mortes em investigação e o de pacientes que ainda estão em acompanhamento.
Para os partidos, a retenção dessas informações inviabiliza o acompanhamento do avanço da Covid-19 no Brasil e atrasa a implementação de políticas públicas sanitárias de controle e prevenção da doença, além de representar afronta à população o fato de existir qualquer intenção de manipulação de dados. “A plenitude de acesso é necessária para a detecção de falhas na assistência à saúde da população nas unidades da rede espalhadas pelo país”, sustentam. A imposição de um “verdadeiro sigilo” sobre informações e a intenção de reavaliar os dados estaduais da doença escondem, segundo eles, a ineficiência e o descaso do governo federal diante da pandemia.
Os partidos alegam que as medidas violam preceitos fundamentais da Constituição Federal que tratam do direito à vida e à saúde, do dever de transparência da administração pública e do interesse público.
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