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LABOMAR lança tecnologia inédita para monitoramento do peixe-leão no Brasil; assunto foi destaque na mídia nacional

 O Instituto de Ciências do Mar (LABOMAR) da Universidade Federal do Ceará lançou a primeira tecnologia para o monitoramento e controle do peixe-leão (Pterois spp.) no Brasil. O aplicativo “Monitoramento Participativo do Peixe-Leão no Brasil” permite que a população contribua com informações importantes para o controle dessa espécie invasora em todos os estados do País. O assunto foi destaque na edição desse domingo (1º) do programa Fantástico.

Imagem: Predador e agressivo, o peixe-leão se reproduz rapidamente e é considerado de uma das espécies invasoras de maior risco global (Foto: Michael Gäbler)
Predador e agressivo, o peixe-leão se reproduz rapidamente e é considerado de uma das espécies invasoras de maior risco global (Foto: Michael Gäbler)

O recente aparecimento do peixe-leão na costa norte (Amapá e Pará), no nordeste do País (Piauí, Ceará e nas ilhas de Fernando de Noronha), e o acidente com um pescador cearense, que teve contato com o animal em um curral de pesca, acenderam um alerta para ações urgentes de monitoramento e manejo em larga escala da espécie e para o risco de novos incidentes com seres humanos à medida que um processo de invasão aconteça.

Devido à ausência de ferramentas para monitoramento do peixe no País, o aplicativo foi desenvolvido por cientistas do LABOMAR em colaboração com o Programa Cientista-Chefe em Meio Ambiente (FUNCAP/SEMA); Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBIO). É possível baixar o recurso em dispositivos IOs e Android.

Através do aplicativo os usuários poderão informar se houve acidentes, avistamentos ou captura do peixe-leão, além de fornecer dados como localização geográfica, tipo de ambiente, quantidade de animais, dentre outras informações. Esses dados serão checados pelos pesquisadores e inseridos em plataforma on-line (Dashboard) que monitorará os registros e o processo de invasão no litoral do Brasil.

“A população poderá ajudar com informações, o que é um princípio da ciência cidadã e da democracia. Mergulhadores, pescadores e servidores de órgãos públicos podem colaborar inserindo novos registros do peixe-leão em uma plataforma on-line, de acesso livre e rápida. Além disso, a população poderá utilizar os dados gerados na Dashboard para verificar, por exemplo, os municípios que têm a espécie invasora”, explica o desenvolvedor do aplicativo, Prof. Tommaso Giarrizzo, do LABOMAR.

Imagem: Interface do aplicativo
É possível baixar o aplicativo em dispositivos IOs e Android.

Os resultados também poderão impulsionar ações nos âmbitos estadual e nacional, conforme destaca um dos coordenadores do desenvolvimento do aplicativo, Prof. Marcelo Soares, do LABOMAR. O pesquisador Eurico Mesquita Noleto Filho, doutor em Aquicultura, também participou do desenvolvimento do app.

“A universidade pública, gratuita e de qualidade mais uma vez mostra que, apesar dos escassos recursos de pesquisa no âmbito federal, consegue oferecer soluções rápidas e de qualidade para a sociedade em momentos de crise. É essencial que a ciência ofereça o conhecimento para melhorar a gestão sustentável dos oceanos e subsidiar políticas públicas”, frisa o Prof. Marcelo Soares.

PEIXE-LEÃO – Espécies invasoras podem causar graves prejuízos econômicos, sociais, ecológicos, além de acidentes com seres humanos. Um dos casos mais conhecidos mundialmente é justamente o do peixe-leão, uma espécie venenosa, que tem provocado impactos significativos no Mar do Caribe e que, recentemente, também invadiu o Mar Mediterrâneo.

O peixe pode gerar impactos significativos na biodiversidade nativa e em setores relevantes como a pesca. Estima-se que seus impactos econômicos girem em torno de U$ 24 milhões de dólares no mundo.

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