A delirante jornada carnavalesca da professora que não tinha medo de bruxa, de bacalhau nеm do pirata da perna de pau é o enredo da escola de samba Acadêmicos do Salgueiro em 2026, que traz uma grande homenagem à carnavalesca Rosa Magalhães. Grande vencedora de carnavais no Sambódromo da Marquês de Sapucaí, inaugurado em 1984 , Rosa levou seis títulos. Foram cinco na Imperatriz Leopoldinense e um na Vila Isabel, marcando a história dos desfiles com muita criatividade, inovações e brasilidade. >> TV Brasil: Sem Censura segue programação especial com escolas de samba >> Conheça os enredos das escolas do Grupo Especial do Rio em 2026 >> Acompanhe a cobertura do carnaval na Agência Brasil O carnavalesco do Salgueiro, Jorge Silveira, contou, em entrevista à Agência Brasil, o que aprendeu com a grande mestra do sambódromo, que morreu em julho de 2024 . “A Rosa é professora e nos ensinou a amar o Brasil e a brasilidade...
O Junho Violeta é uma campanha criada pela Organização das Nações Unidas (ONU) desde 2006, com o objetivo de conscientizar a população sobre a relevância de combater a violência cometida contra os idosos. Além disso, o dia 15 de junho foi reconhecido pela instituição como Dia Mundial de Conscientização da Violência Contra a Pessoa Idosa.
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), até o ano de 2050 o número de idosos triplicará e passará dos atuais 400 milhões de pessoas para 1,2 bilhões no mundo. A OMS define ainda as situações de violência contra pessoas mais velhas como aquelas que prejudicam a integridade física e emocional da pessoa, impedindo ou anulando seu papel social. E as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), através do Serviço Social, realizam atendimento aos idosos vítimas de violência, seja ela física, por abandono, por negligência ou patrimonial.
“O tipo de violência que faz com que as pessoas idosas procurem de imediato as UPAs, é a violência física. Outros tipos de violência são identificadas após a entrada da pessoa idosa na unidade por conta de outras demandas clínicas. Estas são acolhidas, acompanhadas pelo assistente social da UPA que fará as articulações institucionais e encaminhamentos necessários aos órgãos e equipamentos de outras políticas públicas”, explica Danielle Claudio de Brito, coordenadora do Serviço Social das UPAs.
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